Ademar Adams

Ademar Admas

Sobre o autor:

Ademar Adams é jornalista formado pela UFMT e bacharel em Direito pela UNIC. Desde 1993 é servidor da Justiça do Trabalho em Mato Grosso, lotado atualmente na diretoria de Comunicação Social.

Foi dirigente sindical por muitos anos, é líder cooperativista e dirige uma entidade voltada ao combate à corrupção e à defesa da cidadania.

Jornalista combativo, escreve artigos para jornais e sites, sendo que por suas denúncias contra a corrupção na política e na mídia, tem sido constantemente censurado na imprensa de Mato Grosso.

Recebeu do seu irmão Elemar a missão de fazer o livro de memórias do seu pai com as anotações que o Barão tinha feito numa velha máquina de escrever, durante os últimos anos de vida.

O material bruto foi digitado pelos filhos Daphne e Dartanhan. Depois, aos poucos, foi sendo transformado na história de um gaúcho missioneiro que viveu intensamente a luta da vida e criou uma dúzia de filhos. Agora está aí o livro para que todos conheçam esta interessante figura humana.

Fotos:

Livros:

Memórias do Barão

Versejando

Palavras do autor sobre Versejando:

Se me perguntarem que poetas me contaminaram com o vírus de fazer poesia, não vou me lembrar de todos, mas Casimiro de Abreu com “Oh! que saudades que eu tenho, da aurora da minha vida” e Castro Alves com “Era um sonho dantesco o tomba-dilho”, ou “quando longe de ti eu vegeto…” foram como um beabá.

E depois vieram tantos outros que fui lendo e gostando: Camões, Shakespeare, Drumond, Vinícios, João Cabral de Melo Neto, Pablo Neruda, Garcia Lorca, Machado de Assis, o nosso Mario Quintana e os regionais Patativa do Assaré e Jaime Caetano Braun e tantos mais.

E durante a vida toda andei garatujando versos, sem nunca pensar em publicá-los. De repente aceitei a provocação da Editora Alcance e decidi transformar parte dos meus versos em livro, sem a pretensão de com isso dizer agora que sou poeta. Porque, se eu fosse poeta mesmo, gostaria de ter escrito versos como estes de Mario Quintana:

“A vida é um incêndio…
…Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida…”

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