“Ai o amor – quem poderá julgá-lo a não ser o próprio amor? Como escapar dessa luz avassaladora que desloca montanhas, reparte oceanos, move as estrelas? Por que não aceitar-lhe o raio devastador que purifica o coração selvagem, deposita vulcões de sangue, catapultando-nos em direção ao Sol da Vida? De línguas de fogo – e de [...]

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