D

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

Daiane Marques Alves - O Crepúsculo de Aurora

Quem lê Daiane Marques Alves, e se traduzirmos isso a uma versão masculina, pode pensar que se está lendo os clássicos escritores gaúchos como Alcides Maya, Simões Lopes Neto, Dionélio Machado e, contemporaneamente, Luis Antonio de Assis Brasil e Tabajara Ruas. Mesmo muito nova, é profunda sua vivência campeira, direta-mente envolvida nas lides diárias de uma fazenda e de toda sua realidade e seus mundos singula-ríssimos. E de cada um de seus sonhos. Essa é a escritora que publica sua história romanceada e encantadora, que é O Crepúsculo de Aurora, personagem que conquista a todos pelas palavras de Daiane. Sua pouca idade, frente aos clássicos gaúchos, tem uma grande vantagem: Ela vive cada momento de sua vida nos confins de uma estância. Enfim, o que para grandes escritores é uma ficção para ela é realidade do primeiro ao último momento de seu cotidiano. A pampa gaúcha, nos confins campeiros, e todos seus mitos e histórias, aqui estão represen-tados em cada página desta Aurora gaúcha. Que Caçapava do Sul seja o estopim inicial a deflagrar em seu seio, e no Brasil geral, o sol literário e brilhante que vem de seu interior. Todo aplauso é entusiasmo e esta moça que haverá de ser um sopro de luz literária a toda região, já antes iluminada. Rossyr Berny – Editor

Daiane Marques Alves é uma jovem escritora, nascida em Porto Alegre em 1983. Mas mudou-se com a família, ainda criança, para a pacata e bonita Caçapava do Sul, interior do Estado gaúcho. É casada e tem um filho, amores de sua vida. Tem muita felicidade e realização pessoal por morar no interior do município, numa fazenda, em contato permanente com a natureza, trabalhando no campo e na lavoura. Este universo inspirou-lhe a criação de sua obra. Sempre teve uma paixão pela literatura. Em especial pela obra de Erico Verissimo e Ágata Christie. Diferentes literaturas, mas iguais na qualidade narrativa. Publicar seu primeiro livro O Crepúsculo de Aurora, um romance de fôlego, aos 26 anos, lhe traz grande alegria. E compromisso em continuar aprimorando sua arte.

Conteúdo da aba

Daniela Damaris - Lótus

Daniela Damaris quase se desculpa por iniciar-se no mundo incógnito e pouco decifrável da poesia. Por isso justifica-se ser “Uma aprendiz da arte de fazer poesia: é assim que me vejo.” Não precisa desculpar-se por entrar, assim, moça ainda no mundo da poesia. A casa é sua. Entra sem temor para desencasular a poesia, descortinar o verso e a si própria. Clássica ou moderna a poesia tem de ousar. Seja sentimento e arrojo. Depois, mais corajosa, define seu entendimento de poeta: Poetizar é fazer de nós um baú de vidas que exalamos e de vidas que captamos. É fazer jorrar o sangue de todas essas vidas e manchar o mundo de rubor! É sangrar por todos poros e embebedar-se desse sangue. Ao longo dos desfibramentos dos 53 poemas de Lótus, desfila o mundo, a vida, o amor, o desencontro. E apresenta-nos belos exemplos de textos: Venço meus medos / invento segredos / perco meu rumo / em vales e lábios / de gosto carmim As inquietações da vida impressionam a poeta: E, enquanto minha alma chora, padece meu corpo / pandorga de um menino / numa enseada longínqua / melancolia tardia / poesia de não sei quem E o amor que busca, encontra e a inspira para o próprio sustento diário, alimento: Ar que eu respiro é teu hálito / a despertar esta Eva. / Terra que sustenta é o colo / que ofertas a quem te espera. No mais, é desfrutarmos deste livro que nos invade de emoções. Rossyr Berny – editor

Daniela Damaris Neu nasceu em 1º de novembro de 1985, em Agudo, região central do RS, onde escreveu seus primeiros versos. Residiu em Santa Maria, em função de seu curso de graduação: Letras. Hoje, vive em Porto Alegre, cidade em que se sente em casa pelo amplo leque de possibilidades culturais que oferece. Atua, profissionalmente, como professora de Língua Inglesa, Língua Portuguesa e revisora de textos. Em abril de 2010 recebeu Menção Honrosa com “Soturna Conjuntura”, nos 2º Jogos Florais do Século XXI, concurso internacional de poesia realizado pela aBrace, editora de Brasília. Participou do evento de premiação em Montevidéu, Uruguai, onde proferiu palestras informais sobre Literatura e poesia, além de participar de saraus poéticos. Sua poesia integra o livro resultante do referido concurso. É amante inveterada das artes, em especial da poesia. Sente-se inspirada, especialmente, por Florbela Espanca, Cecília Meireles, Alfonsina Storni, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Affonso Romano de Sant’Anna e Lara de Lemos, leituras que fazem parte de sua vida desde a adolescência. Define sua poesia como “resquícios de dores do mundo sob os ombros e a alma do poeta. Suas, alheias… Não importa. Tristezas, alegrias, amores, dissabores: retrato da vida que passa. Sonho da vida que vem. Lembranças do que se foi, ou do que sequer foi. Poesia: sangue que verte de mãos de poetizar.”

Conteúdo da aba

Daniela Kwitko - O Menino de duas Familias

Em 1990 Daniela Kwitko era uma menininha. Foi quando escreveu este livro. Uma história muito interessante, envolvente que a marcou muito. Fatos que nunca lhe saíram da cabeça. De lá pra hoje, 2009, a garotinha transformou-se numa moça, que exerce com êxito sua profissão de Advogada e é uma mulher realizada, sobretudo, vivida. Passou por experiências incríveis, quando viveu em comunidades quilombolas e em lavouras de cana-de-açúcar de alguns estados brasileiros – o que lhe deu conhecimentos e sabedorias que hoje aplica em sua vida pessoal e profissional. Por isso é enriquecedora esta leitura e devemos conhecer O menino de duas famílias. Rossyr Berny – Editor

Daniela Coelho Kwitko Nasceu em Porto Alegre/RS, em 1978. Escreveu esta obra aos onze anos. Advogada formada em Direito pela PUCRS. Igualmente é pós-graduada em Profissionalização para o Terceiro Setor, tendo participado de trabalhos sociais junto a comunidades quilombolas e agricultores no Rio Grande do Sul, São Paulo e Maranhão.”

Conteúdo da aba

Darci Éverton Dárgen - Causos Barbarescos do Rio Grande do Sul

Este trabalho “Causos barbarescos” é fruto dos causos escutados e apreciados pelo autor quando guri, quando lhe eram contados pelos peões mais velhos o redor do fogo de chão nos galpões das estâncias por onde passou, os quais ficam gravados na mente curiosa e fantasiosa dos jovens, dos guris, como um encantamento, acompanhando-os por toda a sua vida, com esta obra, o autor tem a oportunidade de contar e de compartilhar com outras pessoas estes inusitados causos, os quais são escritos como necessidade de transmitir estas riquezas folclóricas gaúchas, junto com mais dois que são da sua fértil imaginação criadora, como “Gineteada barbaresca” e “O Fumacento”, sendo os demais romanceado e mesclados com as inspirações nos causos antigos.

Darci Éverton Dárgen é natural de Sant’Ana do Livramento-RS. Funcionário Público do Estado, e atualmente está aposentado, mas ainda trabalha como Técnico de Refrigeração e de Lavadoras de Roupas só para os amigos. Darci é declamador e poeta e, como poeta, publicou dois livros de poesia crioulas “A Comparsa”’ e “Chasque terrunho”, sendo este pela Editora Alcance, além de já ter participado de 21 coletâneas de poesias, tais como as da Casa do Poeta Riograndense, Casa do Poeta Santanense, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes (AGEI), da qual foi seu Presidente; da Estância da Poesia Crioula e inclusive da Antologia Poética de Policiais Civis, intitulado “O outro lado da insígnia”. Pertence a Academia de Truco de Amostra Amigo da Fronteira e da Liga de Bocha da Intercap. É o atual Vice-presidente da Estância da Poesia Crioula.

Conteúdo da aba

Davenir Klagemberg - O Mar e Meus Poemas

Mais do que um livro que nos toca pela profunda sensibilidade da escrita de Davenir Klagemberg forma um pequeno universo, uma nebulosa de breves luzes que brilham em conjunto, refletindo no planeta e pessoas O mar e meus poemas. O autor é oficial marinheiro de muitas viagens. Seu olhar de poeta perscrutou quase todos viés deste mundo. O visível e o invisível. A caneta foi sempre seu timão e bússola, encontrando baús de palavras que são os versos que ora apresenta aos leitores. Trouxe-os dos lugares mais simples e dos mais misteriosos, retirados dos continentes e das minas nascentes dos arco-íris. Versus, mais do que jóias.Também apresenta as eternas inquietações humanas: Ao céu distante, outrora esquecido, Lanço um olhar e pergunto: quem sou? E o silêncio profundo do céu e do mundo Me diz de onde eu vim e para onde eu vou. As infindas e inúmeras viagens do poeta também trazem inquietações: Corri todos os mares da vida, Remando saudades e melancolia. Indo em busca da sorte perdida, Sentindo no peito lenta agonia. Teu corpo eu sonho, nos sonhos da vida. Invejo a brisa que te beija sadia. Nas noites que choro a dor mais doída, Adormece minha alma triste e vazia. No mais, é emocionarmo-nos com cada um destes poemas. Rossyr Berny – Editor

Desde cedo o desejo de conhecer outros continentes era sonho presente na vida do menino Davenir Klagemberg, nascido em Porto Alegre, capital dos gaúchos. Correu mundo, digo, navegou pelos mares, conheceu as magias de Porto Rico, Trinidad e Tobago, Grécia, Espanha, Inglaterra, Dinamarca, Noruega, Alemanha, Paris, Portugal, Nigéria, Venezuela, Itália, Vaticano. Confessa, orgulhoso ter navegado 111.779,2 milhas. É muito mar. E muita poesia daí nascida. Realizados os sonhos de alto-mar atracou o barco de seus sonhos em Osório, cidade dos bons ventos, entre o mar e a serra. Patriota ferrenho e orgulhoso optou pela Arma da Marinha para labutar grande tempo de sua vida. Reformou-se por ela e hoje se dá ao luxo de, junto à família em seu paraíso por adoção, dar vida aos seus poemas. Comprometido com sua comuni-dade desenvolve várias atividades em favor do município osoriense. Seu livro O mar e meus poemas veio coroar sua invejável vida. Maiores e mais detalhadas informações sobre o autor conheça no final da presente obra

Conteúdo da aba

Délio de Assis Brasil - O Bioma Pampa - Um pedido de socorro

Em minha visão de editor e poeta, o livro, por si só, é uma entidade sagrada, quase uma divin-dade. E há obras que ultrapassam o prazer da leitura para serem referências; estudos basilares a uma época e a um povo. É o mínimo o que se pode afirmar de O Bioma Pampa: Um pedido de socorro, pensado, vivenciado e escrito por Délio de Assis Brasil. Passarão gerações, e esta obra continuará sendo consultada, educadora e exemplar que é. Ensinamentos de necessária preser-vação ambiental. Aqui encontramos todos os ensinamentos para que o homem salve seu meio de derro-cadas ecológicas. Isso confirma, pela observância dos assuntos sabiamente abordados: aqui se está zelando pelo bioma pampeano, ao sul de nossa América. Ressaltam-se cuidados com o manejo no campo nativo, fauna, florestas, forrageiras, controle de pragas, produtos químicos, agrotóxicos, culturas de soja, arroz. Délio de Assis Brasil possui a didática e a sabedoria pela profunda vivência de homem do campo e da cidade; da teoria e da prática. E o resultado é esta obra marcante que haverá de chegar aos olhos e aos corações dos que se preocupam com tempos melhores. Brasil, celeiro do mundo. Seja o sul de nossa América, preservando o Bioma Pampa, o exemplo de respeito à terra e aos povos.
É engenheiro Agrônomo – Produtor Rural. Formado pela U.F.S.M – 1966. Nascido em São Gabriel/RS em 15/06/1942. Autor do livro “O Gaúcho, formação e hábitos – Edigal – 2009”.

Conteúdo da aba

Djacyr Alves - Inspiração - Alma de Poeta

Inspiração, elo que liga dois mundos. Sopro que perpassa o prático, o real e o etéreo… Poético, ligado à atividade criadora. Vence distâncias que não abrangemos com a nua visão, mas, sim, com o coração, com o sentimento, com a emoção… Nasce assim, em forma de livro, uma agradecida homenagem às pinceladas do etéro que vêm banhando nossa alma. Da criação, poesias em tantas e tantas canções. Seja bem-vinda inspiração, Inspiração – Alma de Poeta! Lúcia – Lms

Djacyr Alves é natural de General Câmara/RS. Nasceu em 29 de janeiro de 1934. É casado com Carmen Bertini Alves, desde 1959. O casal tem quatro filhas. Tem curso de Técnico em Contabilidade no Colégio São João Batista, onde foi professor, assim como no Colégio Jacob Renner, e em Harmonia. É Advogado Jubilado, pela OAB. Integra o Lions Clube Montenegro desde 1964, tendo sido presidente em 1967/68 e 2003/04. Foi um dos fundadores da Associação Montenegrina de Escritores. Obras do autor: Temáticas: 1. O Protocolo em Lions – 2006 – 2ª. Edição; 2. O Leão Interessado – 1994 – esgotado. Pesquisa histórica: 1. a) A evolução da Comarca de Montenegro – 1974; b) Guarda Nacional em Montenegro – 1977 – ambas publicadas em: “Montenegro de Ontem e de Hoje” – 1979. Contos em coletâneas: 1. O polvadeira – Seleta de Versos e Contos – ASAS – 1998; 2. a) O presente – b) Vergonha – c) A morte do sonho – Rebento – AMES – 2000; 3. A) O vento – b) O comprador de arenque – c) O homem que lia obituários – Sementes Literárias – AMES – 2001; 4. Trilhos sem fim – Estação da Cultura – Efica – 2005. Romances: 1. Caminhos sem volta – 2001; 2. O subterrâneo – 2003; 3. A medalha – 2004; 4. Um só amor – 2006; 5. O lanceiro – 2008.

Conteúdo da aba

Djacyr Alves - O verdugo de Deus

A narrativa policial é um gênero que causa impacto e atração geral na literatura. Mas o autor precisa de maestria narrativa para que o encantamento leitor/leitura se estabeleça. Essa magia se realiza com pleno êxito em O Verdugo de Deus, de Djacyr Alves. Em um primeiro plano, a narrativa se desenvolve a partir do assassinato de uma jovem, filha de um homem famoso. Uma repórter faz a cobertura do fato e conhece o pai da moça. No decorrer da investigação sobre o crime, a trama faz com que o detetive do caso e a repórter encontrem um desconhecido em um bar à noite. Para o leitor, tudo leva a crer que a história principal seja desvendar o crime e que esse desconhecido possa ser o criminoso. No segundo plano surge um atirador que dispara em direção de um presídio em motim. Nesse ponto as duas histórias parece se entrelaçarem e, a partir das investigações e das pistas levantadas induzem o leitor a pensar que esse personagem também possa ser o assassino. Mas o final inteligentíssimo da novela mostra que tudo pode ser bem diferente, causando um estranhamento que qualifica O Verdugo de Deus, de Djacyr Alves, com grandes méritos e merecidos aplausos. Rossyr Berny – Editor

Djacyr Alves é natural de General Câmara/RS. Nasceu em 29 de janeiro de 1934. É casado com Carmen Bertini Alves, desde 1959. O casal tem quatro filhas. Tem curso de Técnico em Contabilidade no Colégio São João Batista, onde foi professor, assim como no Colégio Jacob Renner, e em Harmonia. É Advogado Jubilado, pela OAB. Integra o Lions Clube Montenegro desde 1964, tendo sido presidente em 1967/68 e 2003/04. Foi um dos fundadores da Associação Montenegrina de Escritores. Obras do autor: Temáticas: 1. O Protocolo em Lions – 2006 – 2ª. Edição; 2. O Leão Interessado – 1994 – esgotado. Pesquisa histórica: 1. a) A evolução da Comarca de Montenegro – 1974; b) Guarda Nacional em Montenegro – 1977 – ambas publicadas em: “Montenegro de Ontem e de Hoje” – 1979. Contos em coletâneas: 1. O polvadeira – Seleta de Versos e Contos – ASAS – 1998; 2. a) O presente – b) Vergonha – c) A morte do sonho – Rebento – AMES – 2000; 3. A) O vento – b) O comprador de arenque – c) O homem que lia obituários – Sementes Literárias – AMES – 2001; 4. Trilhos sem fim – Estação da Cultura – Efica – 2005. Romances: 1. Caminhos sem volta – 2001; 2. O subterrâneo – 2003; 3. A medalha – 2004; 4. Um só amor – 2006; 5. O lanceiro – 2008.

Conteúdo da aba

Dora Wainberg - A Imigrante

Certa vez, num encontro de amigos, um deles, o mais velho entre nós, comentou que apesar de seu pai ter sido o provedor e esteio de sua família, a mãe dele era quem harmonizava todos os conflitos entre seus sete irmãos incluindo o marido. Quando sua mãe se despediu desta vida, a perda foi muito mais “sentida” do que a do próprio pai antes falecido. Fez também uma analogia que retrata muito bem a figura da mãe. Disse ele: “A mãe da gente é como uma luz observada de um navio. Você está ali no navio a muitas milhas de distancia, e lá na terra aquela luz é a sua mãe. Você não vai lá, não pode ir lá, mas você não deixa de guiar-se por ela. Se esta luz se apagar,você perde a referencia.” O elo entre mãe e filho nasce na fecundação e cria uma ligação indivisível entre eles.O ventre materno é a origem desta ligação eterna. Você mulher e mãe é um exemplo de um ser humano repleto de beleza que passou por angustias e sobreviveu deixando um rastro de momentos inesquecíveis. Obrigado, mãe, mulher, Dora Wainberg. Saul Wainberg, filho

Dora Wainberg nasceu em 11 de agosto de 1920, na pequena cidade de Lubni, no estado de Poltava, na Rússia. Aos 2 anos, atravessou 30km de fronteira para a Polônia clandestinamente, junto da mãe, um irmão e um estranho que lhe carregou no colo, fugiam do regime comunista. Ainda criança, foi abandonada pelo pai que se casou com outra mulher e, aos 12, chegou ao Brasil com a mãe, ao encontro do irmão que aqui já estava há alguns anos. Viúva de Jayme Wainberg, grande benemérito da comunidade israelita fundador da Rainha das Noivas, com quem foi casada por mais de 50 anos, Dora teve 3 filhos, Iara, Léa e Saul. Deles descendem seus 6 netos e 9 bisnetos.

Conteúdo da aba

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z