Danielle Guglieri
Livros:
Oralidade e Regionalismo
Bases da Comunicação Empresarial Da Linguística à Gramática
Apresentação do livro Bases da Comunicação Empresarial Da Linguística à Gramática:
Com o aumento da tecnologia do mundo moderno e, principalmente das grandes organizações, aumenta também a necessidade de efetivar comunicações de qualidade em todas as áreas do conhecimento e, na a área administrativa, não é diferente.
As corporações dependem da clareza e da objetividade tanto nos seus ambientes internos quanto externos; e, da mesma forma que o mundo empresarial depende da agilidade em suas correspondências, sejam elas faladas ou escritas, os seres humanos aprendem as adequações de sua linguagem, nos mais diversos eventos comunicativos pelos quais passam ao longo do dia.
O livro “Bases da Comunicação Empresarial. Da lingüística à gramática” une o estudos da postura necessária a cada um destes eventos para conhecimento e aplicação de técnicas de comunicação verbal (falada e escrita) e não-verbal(gestos e cores, por exemplo).
A obra apresenta uma visão geral dos conhecimentos da teoria lingüística, e da teoria gramatical que devem estar presentes em uma boa comunicação, bem como suas aplicabilidades no dia-a-dia de uma empresa, devido ser um instrumento de consulta teórico-prática e de fácil acesso, abarcando todos os problemas relativos à comunicação humana.
Ao falar em comunicação humana, deve-se lembrar que no meio empresarial tanto interna quanto externamente, o simples fato de sabermos falar ou escrever não nos constitui bons interlocutores, e consequentemente, bons comunicadores. É a maneira adequada de falar, de escrever e de nos portar é o que faz a diferença para nós – enquanto indivíduos – e para a empresa – enquanto sociedade corporativa -. A comunicação interna de boa qualidade começa pela individualidade e tem o poder de melhorar as relações interpessoais e o ambiente empresarial, o que transparece na comunicação externa, a qual consiste na própria imagem de uma empresa.
A boa articulação da linguagem, portanto, não é um dom ou algo exterior às pessoas, mas uma capacidade inerente a qualquer ser humano que se permite dominá-la e entender que linguagem é vida, é prática e, principalmente, é poder. Um falante perspicaz não é aquele que repete suas falas, mas o que reflete sobre quais formas comunicativas de que pode ou deve lançar mão, a fim de contribuir, de alguma forma para o ambiente em que está inserido.
Boa Leitura.
Rossyr Berny
Apresentação do livro Oralidade e Regionalismo:
Este trabalho consiste em um estudo relativo à interface das propriedades da língua falada, ainda tão pouco estudada, nos textos literários de João Simões Lopes Neto, expressão literária de grandeza insuperável do Rio Grande do Sul, infelizmente, ainda pouco conhecida no resto do Brasil.
Há, além da preocupação com a teoria lingüística, um estudo sobre o conto, as caracterizações do autor enquanto enunciador e do local e época em que os textos são narrados.
O mais interessante é o contraste de possibilidades da linguagem, no século XIX, de teorias que somente tiveram investigações a partir da década de 60, na Alemanha, o que, de certa forma, enfatiza a genialidade do autor de Contos Gauchescos.





































