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Gercy Ribeiro - Continente Africano, o berço da humanidade

Prefácio o começo do Mundo o africano não conhecia a escrita princi-palmente o livro talvez não os criassem por não terem a imagina-ção que mais tarde seriam importantes dentro do contesto cultu-ral e a grande importância que são na história desse Mundo. O africano sem ter registrado sua história nos deixou com a obrigação de pesquisá-los de forma oratório da mesma forma que os fizeram no começo do Mundo. Talvez envol-vendo descendentes de certos Povos que na época foram os que tentaram eli-mina-los do Universo usando-os de maneira escrava subestimando suas cora-gens e fé perante o Criador do Universo. Coube eu ter toda minha humildade e simplicidade em escrever o que eu ouvi e vi no decorrer dos tempos de apren-dizado e desde já peço desculpa aos meus irmãos se não fui o bastante para transmitir em tentar resgatar o que pude e tentar repassar a Cultura do Povo Africano de uma maneira ou outra ele fez e faz parte da Humanidade, sempre procurei ter dado do melhor e tenho a esperança que no próximo livro terei o ensino de mais Mestres para que tornem a África cada vez mais Mãe da Hu-manidade. No decorrer de meu aprendizado lembro o que me disse o Oráculo que consultei sem ele saber de minha astúcia que acabei de concluir disse ele o Oráculo, meu irmão de maneira nenhuma deve inventar e mentir a História de um Povo seja ele quem for principalmente se ele veio para ilustrar a História de quem a descreve o místico e o Sagrado. Dupé ky gbagbô. Agradeço a todos. Cica de Oyó.

GERCY RIBEIRO DE MATTOS, natural de Santa Maria/ RS, técnico eletricista. Desde os tempos de adolescente, quando estudava a história do Brasil, a situação dos escravos sempre despertou seu interesse em descobrir o porquê de tudo aquilo. Passaram os anos e Gercy permanecia com a mesma curiosidade, a ponto de dedicar o tempo de lazer em pesquisas sobre a influência do negro na formação étnica do povo brasileiro. Gercy foi mais longe, aprofundou-se, inclusive, em aprender o idioma falado em grupos de alguns países da África Ocidental, especialmente a Nigéria, Angola etc.,. Deste trabalho hercúleo, surge esta obra, de grande importância para quem deseja aumentar seus conhecimentos sobre a influência dos costumes da África em nossa formação, com aqueles que, sem dúvida alguma, plasmaram a cultura brasileira de forma significativa. A obra, Continente Africano, o Berço da Humanidade, é um trabalho de envergadura para os curiosos em “africanismo” na formação cultural brasileira.

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Gleisa Viana Bastos - Ai! Ui! Uau! - Quarenta esquetes de humor

Hilário. Eis um bom adjetivo para Ai! Ui! Uau! Podemos acrescentar, sem pejo, brilhante! Gleusa Viana Bastos traz para as páginas deste livro toda sua experiência carioca e universal sobre o mundo do teatro. E com vários lucros para a literatura. Sua narrativa é rica, absolutamente inteligente e visual. Os personagens apresentam-se na obra com uma riqueza incomum. Surgem no palco das páginas absolutamente vivos e em movimento. O quarenta textos passeiam com brilho por uma multiplicidade de temas que nos desatam o riso, acima de tudo. Do Verbo coisar à Ópera do arroto. Vê se pode?! A vampira anoréxica é um achado, sem deixar de enaltecer O PM e a TPM. Já no início da história, a situação que salta aos olhos pela graça: “Lá vinha ela pela estrada no seu velho, porém caprichoso fusquinha, quando foi parada por um panaca, digo, por um desses caras que se dizem policiais, mas que não sabem nem ao menos o que essa palavra significa. Muito menos a função dela. – E aí, madame? Como é que vai? – Não vou. Ia, mas o senhor me parou.” Imagina o restante da história. Pra morrer de rir, mesmo com a TPM incontrolável. Deveria merecer um prêmio alguém que tivesse esse livro em mãos e simplesmente o abandonasse antes do fim. Porque é impossível. Imagine algumas destas esquetes montadas em um palco. A beleza que ficaria. Ficará. Logo haveremos de ver em cartaz, pelo Brasil, este trabalho singular e belo de Gleusa Viana Bastos.

Um leque de personagens com cores do cotidiano não muito distante das pinturas de nossos dilemas. Assim podemos descrever os textos de Gleisa Viana Bastos. Nascida em Macaé, Estado do Rio de Janeiro, conheceu o mágico mundo artístico desde cedo, iniciando suas atividades com apenas 14 anos de idade, onde estudou com renomados professores através de Cursos e Oficinas de teatro. Criou o seu próprio grupo teatral, o “Entrencena”, e com este levou à diversas crianças o encanto cultural com a sua primeira peça em cartaz chamada “Zezinho e Mariquinha”, a qual despertava a alegria e rendia grandes gargalhadas ao seu público. Em 1992 venceu o concurso do programa “Conheça a Petrobrás”, com a redação com o tema “A Petrobrás e sua Importância para o desenvolvimento Nacional”, sendo este disputando entre vários alunos das redes de ensino estadual e municipal e tendo como vencedores apenas quatro alunos da região. Ainda no cenário teatral, trabalhou atuando como atriz em três importântes projetos da Prefeitura de Macaé. Com relação aos estudos, formou-se em “Técnico de Contabilidade”, pela Escola Estadual Luiz Reid. O mundo artístico e o encanto pela escrita sempre foram suas grandes paixões. No momento tem mais de 200 poemas escritos , que vão desde os infantis até aos humorísticos, críticos e românticos, assim como suas 30 músicas compostas (a primeira criada com 9 anos de idade), com letra e melodia, e textos teatrais igualmente diversificados, onde passeia não só pelo humor, mas também pelo Drama e a Tragicomédia. Autodidata, tem como atividade profissional atualmente as artes plásticas, jamais abandonando as suas escritas. Escritora atenta e de permanente humor, debruça-se sobre o lado pitoresco e caricato da vida, onde tem por filosofia o entendimento de que o humor pode ser um estilo de bem encarar o mundo estressante que por vezes apresenta-se em nossas vidas. Com a literatura inoculado em si como a forma de uma missão Divina, pretende continuar publicando sobre os mais diversos temas. Deixa claro que ama o apelido carinhoso que recebeu dos colegas: “a louca responsável”, e acima de tudo, defende a frase que parte de sua alma: “As farmácias deveriam reservar um espaço generoso em suas prateleiras para vender o melhor remédio para um ser infermo: livros de humor”.

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Guilherme Santa Helena - Urtiga no rabo do cavalo

O escritor Guilherme Santa Helena é autor do livro infantil Sentimento dos Bichos e de Os Pardais, livro didático com grande repercussão, apresentando impor-tantes ensinamentos sobre a problemática do trânsito nas grandes cidades, principalmente aos novos motoristas. Agora o autor apresenta seu primeiro livro de contos e poemas inéditos. Igualmente vem de família de escritores, entre eles Heraclides Santa Helena, autor de livros premiados, e Raimundo Santa Helena, um dos mestres brasileiros na literatura de cordel, estilo literário no qual iniciou-se em 1945, quando publicou seu primeiro trabalho, com o qual se destacou, tendo sua obra estudada em várias universidades brasileiras e estrangeiras. Guilherme Santa Helena integrou o primeiro Conselho do Leitor, do jornal Zero Hora, da RBS. Com o lançamento de Urtiga no rabo do cavalo e outras invencionices campeiras o autor amplia sua atividade literária, explorando agora o gênero conto, com uma abordagem regionalista bastante interessante. Nesta obra surgem seus primeiros poemas inéditos.

O escritor Guilherme Santa Helena é autor do livro infantil Sentimento dos Bichos e de Os Pardais, livro didático com grande repercussão, apresentando impor-tantes ensinamentos sobre a problemática do trânsito nas grandes cidades, principalmente aos novos motoristas. Agora o autor apresenta seu primeiro livro de contos e poemas inéditos. Igualmente vem de família de escritores, entre eles Heraclides Santa Helena, autor de livros premiados, e Raimundo Santa Helena, um dos mestres brasileiros na literatura de cordel, estilo literário no qual iniciou-se em 1945, quando publicou seu primeiro trabalho, com o qual se destacou, tendo sua obra estudada em várias universidades brasileiras e estrangeiras. Guilherme Santa Helena integrou o primeiro Conselho do Leitor, do jornal Zero Hora, da RBS. Com o lançamento de Urtiga no rabo do cavalo e outras invencionices campeiras o autor amplia sua atividade literária, explorando agora o gênero conto, com uma abordagem regionalista bastante interessante. Nesta obra surgem seus primeiros poemas inéditos.

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