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Jacy Ramirez Victorino - Libertação do Sentir

Jacy Ramirez Victorino é um nome respeitável na artesania da Poesia Lírica no Rio Grande do Sul. E melhor sorte têm seus convivas da bela Uruguaiana, onde vive e esparge seus sentimentos poéticos e humanos. Mais admiração ainda merece de seus pares da respeitável Academia Uruguaianense de Letras. Rossyr Berny

Jacy Ramirez Victorino é um nome respeitável na artesania da Poesia Lírica no Rio Grande do Sul. E melhor sorte têm seus convivas da bela Uruguaiana, onde vive e esparge seus sentimentos poéticos e humanos. Mais admiração ainda merece de seus pares da respeitável Academia Uruguaianense de Letras.
O verso lírico a acompanha desde sua obra inaugural – Transparências, de 1992 –, e chega, vitorioso, mais forte, mais maduro nesta sua quarta obra – Libertação do Sentir, de 2011 – todos publicados pela Editora Alcance. A própria autora define sua introspecção, seu mundo pessoal, interior e ao mesmo tempo universal: “É importante o conhecimento da poesia lírica, na qual predomina a subjetividade, o mundo interior, o próprio ´EU´ do poeta, que liberta seus sentimentos e emoções, no lirismo poético de suas obras.”
Parte ativa de seu mundo, sente a libertação do sentir: Desperta, em mim, canções líricas sentidas, / bordadas de sonhos, embaladas na saudade. / Lembranças, que o coração guardou, ficaram perdidas, / nos rastros da esperança, na conquista da felicidade.
Quanto mais experiente pelas décadas de vivenciada poesia, constata sua própria evolução transformadora: Igual a uma ave no alto da montanha, / sinto chegar a fase da maturidade. / Mas existe, em mim, força estranha,/ trazendo inspiração e criatividade.
No mais, é deliciarmo-nos com as páginas fartas de puro lirismo. E mais rico ainda seu livro, por ser bilíngue, contemplando os povos de língua espanhola com seu sentimento poético.

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Jadir Miranda Correa - As Crônicas do Céu e da Terra

As narrativas focalizando a eterna luta do Bem contra o Mal, desde as mais longínquas eras, têm atraído a atenção da humanidade. Originalmente fundada na oralidade, fizeram a fama dos apreciados aedos gregos que, em praça pública ou em ambientes fechados, mas que acolhiam indiscrimi-nadamente a todos, encantavam as plateias com seus relatos sobre deuses e heróis em disputas que envolviam tanto a força física, quanto a saga-cidade. Homero superou a todos seus contemporâneos, constituindo-se um referencial para a cultura do Ocidente. Mas não menos felizes foram os narradores nórdicos europeus que em nada ficaram a dever a seus congê-neres do sul, também criando e dando curso a deuses e heróis que se debatiam em lutas titânicas em defesa de seus princípios e interesses, nem sempre coincidentes com os da massa humana, o mais das vezes apenas um apêndice em suas próprias existências. Ora, J. M. Corrêa, com seu instigante romance Crônicas do Céu e da Terra, com criatividade e inventiva própria, vem dar uma contribuição singular a esse universo desafiador, permitindo ao leitor transitar em diversos mundos, por diversas épocas, acompanhando a saga de seres interplanetários com marcada presença no imaginário da criatura humana, tal como São Jorge, reverenciado pela própria Igreja Católica, como o grande opositor do Dragão. Ler os capítulos que compõem esse Livro I será o desafio e o estímulo para o leitor querer entrar em contato com o que ficou prometido para a sequência. Leiam com atenção, pois, este promissor escriba que nos fala de São Gabriel a todos os ventos.

Jadir Miranda Corrêa, 32 anos, é natural de São Gabriel/RS. É professor de Matemática, artesão (desenhista), autor de As Crônicas do Céu e da Terra – A Espada de Diamante e o Livro, é um artista que busca incessantemente explorar a sua criatividade e desempenha com vigor e inspiração aguçada tudo o que se propõe a fazer. Este é o seu primeiro livro de uma brilhante carreira literária que o aguarda.

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Jaime Lopes Izquierdo - Uma vida num instante

Diz-se que a Poesia é a arte dos arroubos da juventude e a prosa a calma arte da maturidade. Pois Jaime Izquierdo mostra-se absolutamente maduro em ambos os ângulos da difícil arte literária. Coloca Prosa e Poesia na mesma página, no mesmo livro e manda que tome o rumo do mundo. E sua obra invade-nos de encantos que somente os que dominam a palavra chegam a tanto. E com tanta emoção capaz de alterar-nos a pressão cardíaca, fazendo a vida pulsar mais forte. Uma vida num instante, em verdade, demora-nos toda a existência em sorvê-la. É um livro que chega pelos olhos e toma o corpo todo. Cada palavra, cada frase, verso, é todo um universo a amanhecer com a leitura e anoitecer com a sabedoria que nos ensina. Cada tema é um longo dia de deleite e jogo de luzes. Tematiza a própria vida, família, as dores do mundo, política, amorosidade, algo como: Os filhos iam nascendo e se criando ao seu redor. Era um no colo e outro na barriga. Os mais velhos se encarregavam de ajudar na criação dos menores… E a poesia desnuda-se ainda mais ao leitor: Mulher um anjo sem asas / Que Deus dividiu comigo / Para reacender minhas brasas / Por isso eu a bendigo. No mais, é deliciarmo-nos com o livro e com o tempo que dura uma longa e frutífera vida.

Jaime Lopes Izquierdo, nascido em Camaquã, RS, numa certa data, que o tempo cobriu de poeira. Advogado militante na cidade de Porto Alegre, poeta, compositor e articulista virtual. Como compositor tem parti-cipação efetiva em festivais nativistas no Rio Grande do sul e em outros de caráter nacional, tendo uma coletânea de meia centena de músicas já gravadas e mais de uma centena de letras inéditas. Criar, para o autor, é quase que uma necessidade fisiológica. Surge a idéia e o poeta se excita e num gesto automático passa a discorrer sobre o tema, fazendo poesias, crônicas ou se estendendo na prosa. Fazer sonetos e um passatempo para o autor. Coleciona mais de 50 criações inéditas. Em que pese ser constantemente acossado pelos amigos para que as publique, vem resistindo, heroicamente, num egoísmo desmedido, guardando-os para si.

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Jairo Luis Santos da Rosa - A volta por cima

A volta por cima conta a trajetória de Jairo, homem simples que enfrenta as adversidades da vida, ora com resignação, ora com a força peculiar aos que têm suas ações dirigidas pela fé. A história de Jairo se confunde com a história da cidade de Porto Alegre. O gasômetro, as ruas do centro da cidade e seus personagens estão presentes na narrativa forte e cheia de uma verdade aguda. A volta por cima perpassa a linha do tempo, descortinando aos olhos do leitor a realidade de um homem que, por mais dura que se mostre a realidade, não perde a esperança em dias de paz e felicidade. A narrativa, apesar de desenrolar-se em quase quatro décadas, é muito atual. De coletor de lixo a empresário, Jairo constrói um pequeno império da beleza a partir da capacidade de recriar sua própria realidade. Humilde e generoso, o protagonista do livro, não esquece de todos que, em algum momento, estenderam-lhe a mão, dividindo seu conhecimento e experiência indiscriminadamente. A analogia entre os detritos produzidos pela sociedade e as mazelas humanas estão presentes nas reflexões e aprendizado de Jairo: Nem só lixo é encontrado nas ruas. Assim como onde, às vezes, vemos limpeza, existe muita sujeira.

Jairo Luis Santos da Rosa nasceu em Porto Alegre há 43 anos. Os pais, com seus outros quatro irmãos enfrentaram terríveis dificuldades para tentar salvá-los da vida indigna. O pai pedreiro, a mãe gari e carroceira, multiplicavam suas forças e sonhos para tentarem dar aos filhos um mínimo de conforto, educação e saúde. Mas a precariedade foi mais forte e os filhos ficaram expostos a todos os rigores da pobreza, piorando tudo com a morte do pai, aumentando o abandono. No entanto, o filho Jairo Luis da Rosa, desde garoto foi buscar nas ruas seu sustento para ajudar a família. Os rigores dos abandonos e discriminações só não foram maiores que a persistência de um dia conquistarem seus sonhos de dignidade. Jairo, com todo empenho seguiu sua luta e viu no trabalho de gari uma chance de salvar-se. Mas queria mais. Com o máximo empenho e suor, paralelamente ao seu trabalho no DMLU, tornou-se cabeleireiro profissional. Cresceu. Criou um salão de beleza, outro e outro. Passou de empregado a empregador. Por isso deu A volta por cima – De Gari a Empresário, deixando a vala comum da miséria para o patamar digno do servir ao próximo. Jairo da Rosa é um exemplo vitorioso da persistência, do amor sobre o desamor, da fé sobre a incredulidade.

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James Ricachenevsky - Morte, esta desconhecida !

´A morte nada mais é que trocar uma veste e residir em nova morada.´ Com esta, aparentemente simples, mas sábia definição de Morte, o reconhecido médico, advogado e premiado escritor, James Ricachenevsky, nos auxilia ao longo de sua segunda obra – já publicara `50 Casos de Apometria`, em 2011 – a entendermos a inexorabilidade da partida a um novo plano, continuidade desencarnada do que, encarnadamente, aqui se vive. Morte, esta desconhecida! é uma serena e esclarecedora lição que o autor tranquiliza ao leitor. Esclarecimentos oferecidos por este iluminado ser humano, Espírita desde jovem. Dentre os doze esclarecedores capítulos da obra, destacamos: Desencarnação – Uma difícil aceitação, onde o escritor trata de suavizar o conhecido pavor, que temos do que está do outro lado da porta. Com sabedoria, James Ricachenevsky nos pega pela mão e nos conduz, página a página à serenidade que a obra propõe. Sem medo ou susto, conheça e compreenda a proposta que Morte, esta desconhecida! encerra. Ou descortina!? Rossyr Berny – Editor
James Ricachenevsky, médico e advogado, nasceu em Cruz Alta (RS) em 30 de maio de 1958, filho de David Alfredo Ricachenevsky e Gentílina da Silveira Ricahenevsky , é casado com Patricia dos Santos Farias e tem 4 filhos: Rosvita, Uriel, David Lucas e João Victor. Especialista em Clínica Médica e Medicina do Trabalho. Perito Médico do INSS. Sócio fundador da Sociedade Brasileira de Clínica Médica e ex-Secretário da Sociedade Brasileira de Clínica Média – Regional do Rio Grande do sul. Escritor premiado em 4° lugar na categoria especial do Concurso Nacional de Ética e Prática Médica, em 1997. Exerceu as funções de Médico-Chefe do Centro de Saúde de Cruz Alta, Chefe do Serviço de Clínica Médica do Hospital São Vicente de Paulo, Presidente do Conselho Municipal de Saúde de Cruz Alta e Presidente do Conselho da Associação Médica do Rio Grande do Sul, sento atualmente Conselheiro Nato desta entidade. Espírita desde os dezessete anos de idade ocupa o cargo de dirigente do Grupo de Estudos Apométricos Dr. José Lacerda de Azevedo. Autor do Livro “50 casos de Apometria”, de 2011.

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Jania Souza - Fórum Íntimo

É de estrito fórum íntimo o que aqui Jania Souza nos confessa. Conversa consigo em poemas como se conversasse com ela mesmo através de signos poéticos. Tudo isso ao espelho. Ela com ela. (Um acerto de contas?) E para que seus leitores possam tangir a beleza de sua poesia, divide conosco em forma de livro este Fórum íntimo. Dizer mais o quê se não aplaudirmos cada poema que desfila página a página neste fluir de emotivas linhas. E basta que peguemos ao acaso qualquer poema, sempre haverá a premiação pela sorte de lê-los. Por exemplo: Eu, dançarina nos lábios do sol Borboleta no vaso da inocência Tépido raio de luz na tênue candura Do amor, remanso da treva vespertina. Sou ondas de sonho, quase manta dos campos esquecidos da alegria. Trago nos cabelos cheiro de mar tecido em prata de luar matutino. Ah! Nos olhos, revelo indiscreta A chama púrpura flamejante, própria Fundição no rubro orgasmo do céu. Eu, dançarina nos lábios de mel Carnuda pitanga por trás de fino véu Borboleta dançarina sob fio do anel Sou passo da ninfa em sensível fogaréu. E, quando o leitor encerrar a degustação do último poema de Fórum íntimo, por lei e por justiça, estará luminosamente inquirido a retomar a leitura, agora em voz baixa, ao ouvido da pessoa amada. Rossyr Berny – Editor

Jania Souza, potiguar, é poeta, artista plástica, ativista cultural, pacifista, bancária da Caixa Federal, Agência Ribeira/RN e participante da ONG Moradia e Cidadania dos Funcionários da Caixa. Economista, contadora. Filiada à Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN – SPVA/RN; APPERJ; Clube dos Escritores de Piracicaba/SP; Movimento Poetas del Mundo por levantar a bandeira da PAZ. Organizou 4 volumes da Antologia Literária da SPVA/RN, onde exerce o cargo de Diretora de Eventos. Voluntária desde 1994 no projeto assistencial Fraldinha – Nivaldo Calixto Torres, promotor da construção de uma consciência cidadã participativa para crianças a partir dos 4 anos até jovens com mais de 20 anos, oriundos dos diferentes bairros da cidade e classes sócio-econômicas diversas através da prática das regras do esporte futebol; oferecendo, também, xadrez, palestras, oficina de teatro e reforço em inglês, português e matemática. Participação em diversas coletâneas nacionais e exposições de artes plásticas. Na 55ª Feira do Livro de Porto Alegre, em 2009, autografou o livro infantil MAGNÓLIA – A Besourinha Perfumada e o livro de poemas Fórum Íntimo.

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Jania Souza - Magnólia, a besourinha perfumada

Jania Souza é uma conhecida poeta do Rio Grande do Norte que igualmente costuma encantar o Estado e a bela Natal com sua arte literária e humana. Agora amplia o encanto com a publicação infantil de MAGNÓLIA, A besourinha perfumada. Uma história exemplar em que tematiza comportamentos dos animaizinhos das florestas. E sempre o convívio das boas e as más índoles, o bem e o mal convivendo no mesmo meio. Podemos mostrar estes exemplos às crianças de nossas vidas, reforçando que no mundo animal a busca da paz e da harmonia entre todos é algo ainda mais forte Aliada à narrativa espetacular de Jania Souza soma-se o talento da ilustração de Ulisses Lima.

Jania Souza, potiguar, é poeta, artista plástica, ativista cultural, pacifista, bancária da Caixa Federal, Agência Ribeira/RN e participante da ONG Moradia e Cidadania dos Funcionários da Caixa. Economista, contadora. Filiada à Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN – SPVA/RN; APPERJ; Clube dos Escritores de Piracicaba/SP; Movimento Poetas del Mundo por levantar a bandeira da PAZ. Organizou 4 volumes da Antologia Literária da SPVA/RN, onde exerce o cargo de Diretora de Eventos. Voluntária desde 1994 no projeto assistencial Fraldinha – Nivaldo Calixto Torres, promotor da construção de uma consciência cidadã participativa para crianças a partir dos 4 anos até jovens com mais de 20 anos, oriundos dos diferentes bairros da cidade e classes sócio-econômicas diversas através da prática das regras do esporte futebol; oferecendo, também, xadrez, palestras, oficina de teatro e reforço em inglês, português e matemática. Participação em diversas coletâneas nacionais e exposições de artes plásticas. Na 55ª Feira do Livro de Porto Alegre, em 2009, autografou o livro infantil MAGNÓLIA – A Besourinha Perfumada e o livro de poemas Fórum Íntimo.

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Jerônimo Jardim - In extremis - Na alça de mira

Os nove espelhos de luzes intensas e de brilhos próprios – que neste livro multiplicam-se e formam um caleidoscópio literário – são ricas narrativas individuais. Vidas estanques, mas que se somam numa novela interessantíssima de Jerônimo Jardim. Unem-se pelas situações extremadas a que estamos todos submetidos, como humanos. Possíveis vítimas ou agentes cruéis. Geralmente, trágicas. O próprio índice anuncia, entre outros: Cão raivoso, Sob a mira de um revólver, Delegacia, Terror, Socorro… Tudo sob o perigo extremado de estar sob a mira de uma situação bandida. A narrativa engendra-se genial e nos toma de interesse pela história e não tomamos fôlego antes do final. O quebra-cabeças se vai montando e ao mesmo tempo despindo-se aos nossos olhos e emoções. A temática dos espelhos frente aos espelhos são nobres e ao mesmo tempo, vis. Discutem o amor incondicional, a discriminação, a Inquisição, a Pena de Morte, o estupro, a condição humana – ou desumana? – de estarmos na alça de mira. Alguns personagens perpassam as várias narrativas do livro, dando-lhes uma coerência que somente os grandes autores como Jerônimo Jardim conseguem. In Extremis – Na alça de mira, mostra o ser humano no seu limite degradativo de vida e vivência. Por exemplo, discute-se: – Não é estrupar, é estuprar, nêga analfabeta. Nem parece que tu teve mais estudo do que eu. Pois vai. Vão gozar a tua cara. Vão dizer que é tua obrigação dar pra mim, que eu tenho direito. Pode ir. Vai – ele disse, dedo apontado para a porta. No mais, é deliciarmo-nos com esta nova face de Jerônimo Jardim, a de romancista. Antes já conquistara a consagração músico, cantor, compositor, intérprete e autor de livros infantis.
Jerônimo Jardim nasceu em Jaguarão/RS, em 19.11.1944, mas considera-se de Bagé, onde tem suas origens. Reside em Porto Alegre-RS. Bacharel em Direito, publicitário e servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, onde exerceu as funções de Assistente de Juiz Togado, Assessor da Corregedoria e Assessor da Presidência, lotado em Gabinete da atual Ministra do TST, Rosa Maria Weber Candiota da Rosa. Exerceu a advocacia e o cargo de professor de Direito e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da UFRGS. Foi casado com Mara Ferreira Jardim, Professora e Mestra em Literatura, com quem tem dois filhos, Thaís Ferreira Jardim e Flávio Ferreira Jardim. Casou-se novamente com Clair Fofonka da Silva Jardim, médica veterinária. Venceu diversos festivais de música, destacando-se o MPB-Shell/81 da Rede Globo, com a canção Purpurina, defendida por Lucinha Lins; e a Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, com Astro Haragano, defendida pessoalmente e gravada no disco do festival respectivo em sua 15ª Edição (1985), bem como nos CDs, Digitais – Jerônimo Jardim (1996) e Quando a noite vem – Jerônimo Jardim (2002). Teve canções gravadas por diversos intérpretes, gaúchos e cariocas, com destaque especial para Moda de Sangue (Jerônimo Jardim e Ivaldo Roque), por Elis Regina, no disco Saudade do Brasil – Elis Regina (1979) e duas vezes trilha de novela da Rede Globo (Coração Alado e Torre de Babel). Integrou o Grupo Pentagrama. Gravou sete discos de carreira. Na literatura publicou cinco livros infantis, Cri-Cri, O Grilo Gaudério (Tchê/Ortiz); Titinho e Os Tênis Mágicos; e Sob Fogo Cruzado (L&PM); e O Clube Da Biblioteca Contra A Bruxa Pestiléia e A Revolta Dos Pincéis (Vozes). Cri-Cri, O Grilo Gaudério, com direção de Isabel Íbias, Sob Fogo Cruzado, com direção de Arines Íbias e O Clube Da Biblioteca com direção de Camila Bauer foram apresentadas como peças teatrais.

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Jerônimo Jardim - Serafim de Serafim

Astro haragano Existem motivos para escrever tão numerosos como folhas numa floresta, mas só um motivo é aceitável e motivador: que seja uma boa história. Isto, sim, é difícil. Ninguém sabe como nasce uma boa história. Escritores não sabem. Críticos não sabem. Especialistas menos ainda. Às vezes uma boa história cai na nossa frente como um raio, às vezes passamos uma vida toda examinando-a, apalpando-a, desconfiando, temendo, e ela estava ali, a história, paciente, esperando ser escrita. Serafim de Serafim é o mais novo livro de Jerônimo Jardim, e ele é fruto de uma longa batalha, de uma demorada sedução, de décadas de espera, maturação e dúvidas. E isso inclui a crise estética, a filosófica e a existencial. Talvez por isso esse pequeno volume em suas mãos seja tão pesado, e tão carregado de espanto da vida, e tão cheio de ecos de livros distantes, e tão pleno da poesia do pampa e das transgressões da fronteira. Quem o leu aponta a influência de Gabriel García Marquez – inclusive o próprio Jerônimo cita o mestre colombiano – e outras influências ligadas ao realismo fantástico, e isso é correto, mas não é tudo. Acho o livro mais próximo da atmosfera claustrofóbica de Pedro Páramo, de Juan Rulfo. Mas isso também não importa. Todos os gêneros estão na Bíblia, há muitos séculos. Ninguém inventou nada de novo depois dela. O escritor de talento é aquele que dá um sabor novo aos antigos e graves temas da humanidade. Por exemplo: “Serafim é uma cidade anticonceptiva por obra de Deus”. Dessa premissa sombria Jerônimo concebe uma metáfora luminosa, e muito mais. Ele retrata o mundo e sua frágil humanidade contando sem espalhafato (sem premura, diria Borges) um causo nosso, bem aqui de pertinho, tanto que chegamos a sentir o cheiro e o sabor de uma pequena cidade da fronteira. É nela que Silvério Santos, nosso herói, se propõe a enfrentar as vontades divina, militar, social e religiosa que imperam na pequena cidade de Serafim, onde ninguém é bem-vindo. Para delícia do leitor, a história é narrada como um antigo conto de mistério e terror, e começa com a tradicional falha no motor do carro: Silvério Santos viajava para Bagé. Pretendia esquecer os insucessos e suportar sozinho a doença sem cura que o afligia. “Serafim, 20 Km. Se você nunca veio, não venha”, dizia a placa pouco legível, meio encoberta pela vegetação. A partir daí o leitor está montado no rabo de um cometa. Pode ser o Halley, mas pode ser a imaginação densa e cheia de enigmas de Jerônimo Jardim, que observa as pessoas, a solidão, o pampa, a fronteira, a ditadura e as latas de cerveja no palco com a indulgência da maturidade artística. Este livro é um astro haragano e se confunde com seu autor, também um astro haragano, um artista múltiplo, cantor, poeta, compositor e escritor e que, para nosso gáudio, há décadas exerce sua arte, soberano, segundo o modelo rude e civilizado de Martín Fierro: “yo canto opinando, que es mi modo de cantar”. Tabajara Ruas
Jerônimo Jardim nasceu em Jaguarão/RS, em 19.11.1944, mas considera-se de Bagé, onde tem suas origens. Reside em Porto Alegre-RS. Bacharel em Direito, publicitário e servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, onde exerceu as funções de Assistente de Juiz Togado, Assessor da Corregedoria e Assessor da Presidência, lotado em Gabinete da atual Ministra do TST, Rosa Maria Weber Candiota da Rosa. Exerceu a advocacia e o cargo de professor de Direito e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da UFRGS. Foi casado com Mara Ferreira Jardim, Professora e Mestra em Literatura, com quem tem dois filhos, Thaís Ferreira Jardim e Flávio Ferreira Jardim. Casou-se novamente com Clair Fofonka da Silva Jardim, médica veterinária. Venceu diversos festivais de música, destacando-se o MPB-Shell/81 da Rede Globo, com a canção Purpurina, defendida por Lucinha Lins; e a Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, com Astro Haragano, defendida pessoalmente e gravada no disco do festival respectivo em sua 15ª Edição (1985), bem como nos CDs, Digitais – Jerônimo Jardim (1996) e Quando a noite vem – Jerônimo Jardim (2002). Teve canções gravadas por diversos intérpretes, gaúchos e cariocas, com destaque especial para Moda de Sangue (Jerônimo Jardim e Ivaldo Roque), por Elis Regina, no disco Saudade do Brasil – Elis Regina (1979) e duas vezes trilha de novela da Rede Globo (Coração Alado e Torre de Babel). Integrou o Grupo Pentagrama. Gravou sete discos de carreira. Na literatura publicou cinco livros infantis, Cri-Cri, O Grilo Gaudério (Tchê/Ortiz); Titinho e Os Tênis Mágicos; e Sob Fogo Cruzado (L&PM); e O Clube Da Biblioteca Contra A Bruxa Pestiléia e A Revolta Dos Pincéis (Vozes). Cri-Cri, O Grilo Gaudério, com direção de Isabel Íbias, Sob Fogo Cruzado, com direção de Arines Íbias e O Clube Da Biblioteca com direção de Camila Bauer foram apresentadas como peças teatrais.

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João Pedro Farias Rodrigues - Introdução aos fundamentos da Apometria

Pela martelagem de precisão o ourives cria fontes de brilhos e luzes ao diamante antes bruto; e a Doutrina Espírita possibilita o método da Apometria como a ferramenta do Amor curativo, pela medicina espiritual. Corpo e espírito beneficiam-se com o refinamento energético, pela investigação do corpo astral do paciente. É urgente dicionarizar-se Apometria como definição do saber consciencial de ser, encarnado, ou não; ou seja, energia física ou espiritual; mas densa, viva. Sempre. Ou como o próprio define como sendo A dinâmica de assistência espiritual que se dá através do intercâmbio media-nímico, aplicado na prática da caridade. Dr. José Lacerda de Azevedo apresentou em livro seus fundamentos de Apometria, após longos estudos desenvolvidos, iniciados por mestres como Allan Kardec e Chico Xavier. E, nesta cuidadosa obra, Introdução aos fundamentos da Apometria, o estudioso, João Pedro Farias Rodrigues, com quatro décadas de aprofundamento na prática da Doutrina Espírita, modes-tamente chama de Introdução, o que, em verdade, é uma demonstração de fôlego do quanto o ser humano pode tirar proveito para sua evolução com o entendimento que a Apometria esclarece, ensina e pratica – verdadeira fonte de luminosidade e cura espiritual. Mais do que um livro de mera leitura, Pedro (que é Pedra), nos apresenta uma obra para indispensáveis estudos e aprimoramento espiritual. Aqui temos, em cada página, um livro todo. Mãos e mente à obra para o grande aprimoramento que a Apometria nos possibilita. Rossyr Berny Escritor e editor

João Pedro Farias Rodrigues, professor, nasceu em Piratini (RS) em 8 de março de 1955, filho de Abílio Rodrigues e Selanira Farias Rodrigues. 
É técnico industrial pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas, bacharel em informática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, licenciado e especialista em educação pela Universidade Luterana do Brasil. Fundador do pré-vestibular, para estudantes carentes, Zumbi dos Palmares – Uma Alternativa Educacional Solidária. Fundador da Mensageiros do Caminho – Fraternidade Espírita Educacional. Membro do Conselho Diretor da Cada do Jardim – Entidade Espírita Assistencial e diretor da escola de educação da Casa da Volta do Campo. Participa de seminários e congressos divulgando o Evangelho, a Doutrina Espírita e o método de assistência espiritual da Apometria que estudou com o Dr. José Lacerda de Azevedo no ano de 1983. É esportista, faixa preta, praticante de Shorinji Kempo.

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João Silvano Machado - O mistério do nome de Deus

Os Mistérios Do Nome De Deus é o resultado de longas e árduas pesquisas – sobretudo sérias e imparciais – de João Silvano Machado. Ao longo dos anos debruçou-se sobre muitos livros que influenciam a Humanidade em sua fé e crença. Diversas e múltiplas. O próprio autor, no preâmbulo da obra, enumera oito itens de seu trabalho, onde destacamos, por exemplo: “…caracterizar o terror da idolatria, apontando certas características das divindades e como é que se nomeavam.” Além de “deixar claro que qualquer ponto da Escritura requer um estudo profundo. Para quem deseja aprender alguma coisa; antes a contenção do que o excesso.” Por fim, “demonstrar que a Igreja Cristã foi muito prudente em contestar as heresias, por exemplo, quando se afirmava na volta imediata de Cristo a Terra.” De outra parte temos o Prefácio abalizado e minucioso do Prof. Dr. Jamil Ibrahim Iskandar, que finaliza esclarecedoramente: “Este livro é um celeiro para religiosos e ateus; para judeus, cristãos e muçulmanos que querem elementos pormenorizados sobre o nome de Deus e tudo que está velado nele. É um convite para desvelar o recôndito.” A atenta leitura da obra provará toda a excelência da pesquisa e texto final.

O autor nasceu em 1961 e fez a 1ª Comunhão aos nove anos, logo depois de ter sofrido um assustador acidente. Começou a ler a Bíblia em 1983 e nunca mais parou de lê-la. Surpreendeu-se com o número de vezes que a Escritura faz referência ao NOME de Deus sem, entretanto, expressar qual é.

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Jorge Hausen - A surpresinha e Outros escritos

O que mais escrever sobre Jorge Hausen, um autor de quem Fausto Wolff disse que um livro bom como o seu não precisa de orelha? Trata-se aqui de mais uma obra de quem em 2008 conquistou o segundo lugar do Jabuti com seu ótimo livro “A Prenda de Seu Damásio e Outros Contos”. Jorge, agora, com “A Surpresinha e Outros Escritos”, de novo nos encanta e ao mesmo tempo nos aturde. Trata-se de leitura aparentemente fácil – só aparentemente – porque nos deixamos levar por ela. O livro tem laivos realistas nos detalhamentos, e o cenário é o Rio de Janeiro. Neste ponto, Jorge nos aparece como excelente cronista da cidade e do carnaval carioca. Mas a história nos leva por insuspeitados caminhos e nos conduz a um final surpreendente. Muito sutilmente transparece o senso de humor do autor, com seu vocabulário preciso, bem adequado ao contexto. A novela que dá nome ao livro seguem-se contos no mesmo estilo preciso e bem humorado, através do qual entrevemos um autor sensível e meticuloso nas suas descrições, que, às vezes, desembocam em finais hilariantes, como em “12 de junho de 2009” ou “Tarde Amena e Brilhante de Santa Teresa”, alternando com finais ternos e comoventes como em “O Trivial Gosto por Caneta” e a homenagem final à mãe em “Carta aos Amigos”. Enfim, como já afirmou Ivan Cavalcante Proença, “Jorge Hausen se coloca entre os mais importantes ficcionistas da literatura brasileira”. Maria Thereza Noronha

Gaúcho de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, mora desde 1972 na cidade do Rio de Janeiro. Geólogo por profissão, trabalha na Com-panhia de Pesquisa de Recursos Minerais, Serviço Geológico do Brasil. Sua paixão pelos livros vem da infância, da família, sendo que há muito colabora em publicações literárias. É um dos autores dos livros Testemunho III e Testemunho V, ambos da Editora Oficina do Livro – OLIP, da qual participou do Conselho Editorial. Em 1995, colaborou com escritos no Jornal Poética daquela mesma editora e publicou seu primeiro romance A Marca de Caim, ainda pela Editora Oficina do Livro, lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, sendo reeditado, em 1998, pela Editora Tempo e Espaço. Em 2000, editou o romance Silva Rerum ou A Floresta das Coisas, Editora Lidador, RJ, lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, em Brasília e no Rio de Janeiro. Em 2002, publicou no Jornal de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, em forma de folhetins semanais, o romance A Marca de Caim. Colaborou com contos, em 2001 e 2002, nas antologias anuais do Círculo de Pesquisas Literárias – CIPEL, lançadas na Feira do Livro de Porto Alegre. Em 2007, lançou o livro A Prenda de Seu Damaso e Outros Contos, o qual foi contem-plado com o 2º lugar do prêmio Jabuti, na categoria Contos e Crônicas. Também lançado na Feira do Livro de Porto Alegre e no Rio de Janeiro. Em 2009, participou com um conto da Antologia Especial da Oficina Literária – OLIP (RJ).

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Jorge Krieger de Mello - Cada julgamento, uma sentença

Prefácio

A formação do Estado de Direito representa extraordinária conquista civilizacional em prol dos direitos humanos. Afinal, concretiza uma dupla revolução na história da humanidade: a submissão da autoridade estatal ao império da lei e o estabelecimento de garantias individuais.

O marco ganha importância incomensurável no Direito Penal, na medida em que este, segundo Guilherme Nucci, consubstancia um “conjunto de normas jurídicas voltado à fixação dos limites do poder punitivo do Estado”. Dessa forma, promove a salvaguarda dos bens jurídicos mais valiosos da condição humana, como a liberdade e a própria vida.

Nesse contexto, emerge a absoluta relevância do ofício desempenhado pelo profissional da advocacia. Com efeito, é ele o instrumento de que dispõe a sociedade para assegurar o efetivo usufruto das garantias individuais decorrentes da conformação do Estado de Direito, notadamente no âmbito penal. Assim, cabe ao patrono defender seu cliente contra o exercício abusivo, indevido ou inadequado do jus puniendi.

O advogado, portanto, simboliza e corporifica um elemento central do arcabouço jurídico em que se assenta a sociedade moderna: o direito de defesa – sem o qual a própria noção de cidadania perde sentido. Em expresso reconhecimento dessa centralidade, o art. 133 da Constituição da República Federativa do Brasil afirma ser o advogado “indispensável à administração da justiça”.

A vida e a obra de Jorge Krieger de Mello, constituem manifesta homenagem ao nobilitante múnus público da advocacia. A valorosa atuação desse humanista convicto ilustra, com primor, a função indispensável do advogado para a realização da justiça, finalidade precípua do Estado de Direito.

Nesse sentido, conforme se depreende naturalmente da leitura deste livro, Cada julgamento, uma sentença, as incontáveis – e memoráveis – causas patrocinadas pelo Dr. Krieger em Tribunal do Júri são, em verdade, libelos em favor das garantias individuais. Inspiração para as gerações presentes e futuras de advogados.

Brasília,  11 de agosto de 2018

Claudio Lamachia – Advogado e Presidente Nacional da OAB
– Presidente da UALP – União dos Advogados da Língua Portuguesa

1 – Filho de Sadi Villanova de Mello e Clotilde Krieger de Mello, nascido em 30.08.1932, na cidade de Passo Fundo, enquanto seu pai, militar, se encontrava no “front’, conforme Certidão de Nascimento;

2 – Em 29 de junho de 1984 recebeu do jornal A Notícia, de São Luiz Gonzaga, nas comemorações de 50 anos, o título de Gente nossa que faz sucesso lá fora, outorgado também ao Dr. Olívio Dutra, Desembargadores Drs. Gaspar Martins Batista e Adroaldo Furtado Fabrício, e os deputados Adylson Morta, Porfírio Peixoto, Edgar Marques de Mattos, Mario Vieira Marques, Rodrigo Magalhães e João Carlos Cavalheiro Nedel, hoje, vereador em Porto Alegre e mais de duas dezenas de personalidades de destaque no Estado;

3 – Fundador da Associação dos Bancários de Santo Ângelo, em 1956 e, posteriormente, em 07.07.1958, do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Santo Ângelo.

4 – Foi um dos fundadores da União dos Estudantes, de Santo Ângelo, em 1956;

5 – Em 1962 recebeu o Diploma de Fundador da Diocese de Santo Ângelo, firmado por Dom Luiz de Nadal – Bispo da Diocese de Uruguaiana;

6 – Em 1980 recebeu a braçadeira, a boina e o troféu da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, por relevantes serviços prestados à entidade;

7 – Em 04.07.1985 recebeu o diploma de reconhecimento da Associação Cristóvão Colombo, pelos relevantes e inestimáveis serviços prestados a entidade e a comunidade, tendo até o momento participado das diretorias;

8 – Em 1982, designado pela Federação dos Bancários do RS, atuou decisivamente pela libertação dos líderes sindicais de Santo Ângelo, Aramy Viterbo Santolim, Paulo Edgar Trapp e Ilton Carlos Oliveira Severo, pois autoridades, usando a truculência da Lei de Segurança Nacional, determinaram a prisão de toda Diretoria do Sindicato dos Bancários, culminando com sua atuação na libertação da Diretoria na mesma data em que era libertado o Dr. Olívio Dutra e a direção do Sindicato de Porto Alegre;

9 – Em 1986, foi admitido no Rio de Janeiro como membro do Instituto dos Advogados Brasileiros, órgão máximo cultural da classe;

10 – Em 1989 foi admitido como membro efetivo da Associação Internacional de Direito Penal – AIDP, com sede na França, em solenidade realizada no Congresso Internacional de Direito Penal, realizado em Viena, na Áustria,

11 – Em 1990, recebeu o título de Gaúcho do Coração, firmado pelo presidente da CRTUR, Comendador Antonio Ávila da Silva e Secretário de Estado Indústria e Comércio, Gerard Thiesen, em agradecimento por sua participação e colaboração junto ao setor turístico do Rio Grande do Sul;

12 – Em 21 de março de 1991 recebeu em São Paulo, o título honorífico de Cavalheiro Comendador, outorgado pela Ordem da Cultura e Cavaleiresca de Santo Amaro, reconhecida de utilidade pública pelos Governos Federal, Estadual e Municipal do Estado de São Paulo pela integração à Campanha de âmbito nacional para a recuperação do menor delinquente;

13 – Em 29 de novembro de 1994, em solenidade no Cais do Porto, em Porto Alegre, quando era instalada a patrulha ambiental, recebeu da Brigada Militar diploma de amigo e colaborador, pelos inestimáveis serviços prestados ao 9o Batalhão da Polícia Militar;

14 – Em 1997 recebeu do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre a panóplia com a inscrição “Ao Dr. Jorge Krieger de Mello, colaborador emérito pelos inestimáveis préstimos, uma homenagem do 10 GCI em seu 1020 aniversário”;

15 – No mesmo ano, recebeu do Rotary Clube de Porto Alegre Rodoviária, diploma de reconhecimento pela conduta ética e dedicação às causas sociais, o mérito comunitário;

16 – De 1956 a 1964 foi presidente do Sindicato dos Bancários de Santo Ângelo, Conselheiro da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do RS, membro e Consultor Jurídico do Sindicato dos Empregados na Borracha de São Leopoldo, tendo sido conselheiro para a fundação da Associação dos Barbeiros e Cabeleireiros, também de São Leopoldo,

17 – Recebeu os troféus: Guerreiro 1999,2000 e 2001 do Jornal Eco do Vale, de Bento Gonçalves; Homens de Sucesso da Revista Rua Grande de São Leopoldo, em 2001; Guarita em 1994 e Iansã em 1996 e 2001, ambos na cidade de Torres-RS;

18 – Em maio de 1999 foi beneficiado com a Lei Estadual n° 11.402, regulamentada pelo Decreto n° 38.257 de 1988 que “reconhece a responsabilidade do Estado do Rio Grande do Sul, por danos físicos e psicológicos causados a pessoas detidas por motivos políticos no período de 1961 a agosto de 1979”;

19 – Em 24 de junho de 2004 foi anistiado pelo governo Federal pela Portaria 3.150, assinada pelo Ministro de Estado da Justiça, com fulcro no artigo 10 da Lei 10.559 de 13.11.2002, em reparação pelas perseguições sofridas durante o regime militar, no âmbito Federal;

20 – Em 14 de novembro de 2005, em solenidade cívico militar, realizada junto ao Monumento ao Expedicionário, no Parque da Redenção, recebeu a medalha Marechal Mascarenhas de Moraes, por “relevantes serviços prestados”, outorgada pela Associação Nacional dos Veteranos da FEB, com a chancela do Comando Militar do Sul, recebida juntamente com diversas autoridades civis e militares;

21 – Em 17 de novembro, recebeu o título de Presidente de Honra da Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil – AFABB, primeiro dirigente a receber tal honraria em 17 anos de fundação.

22 – Em Assembleia Geral realizada em janeiro de 2006, lhe foi outorgado o título de Presidente de Honra da Associação Cristóvão Colombo.

1 – Filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro de São Leopoldo, de 1952 a 1955, de 1962 a 1964 e de 1956 a 1962 em Santo Ângelo;

2 – Membro atuante da Mocidade Trabalhista de Santo Ângelo e de São Leopoldo além de pertencer ao Diretório Estadual da mesma Mocidade, tendo sido um dos indicados por esta a concorrer a Deputado Estadual em 1961;

3 – Eleito vereador em São Leopoldo, assumiu em 1964, quando em 5 de abril, por ocasião do Movimento Militar, foi preso e recolhido ao Sesme, em Porto Alegre, e depois de libertado, por ser funcionário do Banco do Brasil, por ordem da Presidência da República, foi “desterrado” para Araranguá/SC, enquanto não fosse definida sua situação ante IPM ao qual respondia, tendo permanecido até fins de 1970, quando, por sua conta e risco, voltou ao Rio Grande do Sul;

4 – De volta ao Rio Grande, filiou-se ao MDB, onde defendeu sempre graciosamente réus pobres, tanto em juízo criminal como, principalmente, políticos de oposição como Porfírio Peixoto, Marques de Mattos, Eligio Meneghetti e muitos vereadores e líderes estudantis, bancários, jornalistas, advogados;

5 – Em 1978 concorreu em sublegenda ao Senado Federal pelo MDB, tendo sido derrotado pelo Senador Pedro Simon;

6 – Em 7 de setembro de 1979 esteve presente na chegada de Leonel Brizola a São Borja, ocasião em que foi um dos oradores e, seguindo orientação deste, desligou-se do MDB para ajudar a fundar o PTB, pois entendia que “lugar de trabalhista era no Partido Trabalhista”:

7 – Quando Brizola perdeu a sigla do PTB e fundou o PTD e depois PDT, não concordou, permanecendo no Partido Trabalhista, sendo fundador e 10 presidente do Diretório Estadual, pré-candidato ao governo do Estado em 1982 e a prefeito de Porto Alegre, em 1985, quando, sob ameaça de expulsão pelo Diretório, pois não concordara com os desmandos praticados na direção da Cobal, ingressou com seu candidato a vice no PFL, que não lhe exigiu atestado ideológico, tendo concorrido a deputado federal em 1986. Diversos companheiros fundadores do PTB foram absorvidos por outros Partidos Políticos;

8 – Ainda em 1985, recebera do PTB nacional o diploma de reconhecimento “pela sua destacada participação na luta pelo nascimento do Partido Trabalhista Brasileiro, com glória, amor e raça”;

9 – Participou ativamente como líder sindical, estudantil e político, na resistência de 1961 em Santo Ângelo e em 1964, em São Leopoldo;

10 – Foi conselheiro da OAB/RS durante várias gestões, além de membro das Comissões de Defesa e Assistência e de Ética e Disciplina, tendo defendido dezenas de advogados que sofreram perseguições, principalmente no regime de arbítrio. Recebeu, em todas as gestões, de 1972 a 1988, Portaria de Louvor nos seguintes termos: “O Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições legais e regimentais resolve: Lançar nos assentamentos do Dr. Jorge Krieger de Mello pelo que Sua Excelência, no desempenho e nos encargos que lhe foram confiados, agiu com invulgar proficiência, razão pela qual se fez credor dos elogios e do agradecimento da Corporação”:

l1 – Em 11 de agosto de 1984, recebeu da OAB/RS a comenda Oswaldo Vergara “por suas qualidades ético-profissionais e relevantes serviços prestados à comunidade”;

12 – Participou de bancas examinadoras, representando a OAB em diversas Faculdades de Direito no Estado, inspeções nas Varas da Justiça Federal no RGS, Bancas examinadoras dos concursos públicos na Escola de Polícia, sendo representante junto a Justiça Militar do Estado no biênio 1985/1986;

13 – Em 8 de agosto de 1990, esteve representando a OAB/RS em atuação destacada, garantindo o livre exercício profissional dos advogados dos colonos acusados da morte do PM Valdecir, na tomada de depoimentos, sem coação, o que lhe valeu voto de louvor do Conselho Seccional que consta em seus assentamentos.

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Autor da obra Pena de Morte, Perigo ou Necessidade, Dilema de Uma Nação, que aborda o sistema prisional, combate a delinquência, a assistência ao ex-apenados e a infância desamparada além de dezenas de artigos em diversos jornais do País abordando a criminalidade, registrados no livro Krieger de Mello, a Saga de Lutadores, do jornalista Danilo Ucha, com prefácio do insígne jurista Justino Vasconcelos, esgotado em duas edições.

Participou ativamente, desde 1970, de inúmeras obras sociais através do Lions Clube e da Associação Cristóvão Colombo. Foi fundador e vice-presidente nacional da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas da Violência.

Foi fundador, sendo conselheiro e estando exercendo a presidência do Conselho Deliberativo de 2000/2001 e 2002/2006 da AFABB-RS – Associação dos Funcionários Aposentados Pensionistas do Banco do Brasil.

Frequentou diversos cursos e seminários sobre direito no Brasil e no exterior, representou a OAB nas Universidades de Nova York, Urbaniana do Vaticano, em Roma, Sorbonne, em Paris, Tel-Aviv, em Israel, Coimbra e Lusíada, em Portugal, e Viena, Áustria.

Possui pós-graduação em Direito Político pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, além de diplomado pela Escola de Comunicação Maurício Sirotsky Sobrinho, Fundação Padre Landell de Moura como locutor, apresentador, animador e comentarista de rádio e televisão, tendo sido associado do Sindicato dos Empregados em Rádio e Televisão desde agosto de 1994.

Foi vigiado pela repressão por 32 anos conforme certidão constante às fls. 285 e 287 da obra já citada Saga de Lutadores.

José Alberto de Souza - Minha fachada predileta

Afirmar que José Alberto de Souza é um escritor memorialista é o mínimo de elogioso que se pode concluir após a leitura ininterrupta de Minha fachada predileta. Aqui o autor torna-se memória viva de seu tempo. E mais. Esta publicação nos garante o registro histórico de uma época memorável do Rio Grande do Sul, tal sua abrangência temática. Os 37 textos nos autorizam que se pense, agra-decidos, assim. José Alberto passeia seu saber literário e humano por quase 100 páginas. Ensina-nos história, hábitos, costumes e merecido culto a personalidades que marcaram sua passagem por décadas, iguais a Alcides Gonçalves, Lupicínio Rodrigues, Glênio Reis, Vergara Marques. Atento ao seu tempo nos oferece testemunho ocular dos momentos tensos e não menos históricos da Legalidade, coor-denada por Leonel Brizola. E mais, nos conta sobre cidades e seus momentos de desenvolvimentos, como Porto Alegre, Jaguarão, a menina de seus olhos. Ter em mãos, e aos olhos ternos do leitor, Minha fachada predileta é uma jóia rara tornada livro, brilhando como livro, e rica com a história. Aproveite! Rossyr Berny – Editor

José Alberto de Souza nasceu em Jaguarão, RS. Em 1989, participou da Oficina de Criação Literária da PUCRS, coordenada pelo escritor Luiz Antônio de Assis Brasil, tendo integrado a antologia “Contos de Oficina 5” (Ed. Acadêmica), com três contos. Fez parte do grupo Fábula, quando publicou mais três contos na antologia “Mais ao Sul do que eu pensava” (AGE, 1993). Colaborou com trabalhos nas coletâneas “Julinho 100 anos de história” (AGE, 2000), “Olhares sobre Jaguarão” (Evangraf, 2010) e Varal Antológico (Design Editora, 2011). De sua autoria, tem publicados “Lá pelas tantas”/crônicas (Independente, 2010) e “Para Não Dizerem Que Passei em Brancas Nuvens”/contos (WS Editor, 2010). É editor do blogue: http://poetadasaguasdoces.blogspot.com/

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José Antônio Macedo - Quando o céu madruga estrelas

Quando o céu madruga estrelas – mais do que um punhado – é mão cheia de profundas emoções, brotadas em versos. É o paraíso em palavras que nos encantam: poemas, poemetos & trovas. O mundo gabrielense é um mundo universal, onde o poeta flutua, emociona-se e nos emociona, lembrando Quintana: (Barquinho de Papel). De tudo, guardo tão só, / lembrança que não termina / do cais do porto da esquina, / bem junto à velha calçada… / E uma saudade, sem dó, / dentro do peito ancorada! Coubesse o livro todo nesta apresentação, o poria, por certo, por ser exemplar, completo em sua beleza. José Antônio Macedo, consagrado Poeta – feito mágico, com a varinha de condão de seu lápis (ou pelo teclado de um moderno laptop?) – nos conduz aos bons tempos em que viajar de bonde era algo moderno. Tempos em que soltar pandorgas era melhor que manusear um joystick, ou navegar pela internet: A defino, com carinho, / pois já foi o meu troféu. / A pandorga é um potrinho, / corcoveando contra o céu! Acima de tudo o poeta sabe valorizar o que é precioso: Para uma trova bem feita, / escolha um tema qualquer. / Para uma trova perfeita, / somente um tema: Mulher! No mais, é deliciarmo-nos com tanta joia bem esculpida.

José Antônio Macedo (Dr. Poeta) é natural de São Gabriel, RS. Foi alfabetizado por sua mãe, Elda Camará Martins Macedo, tendo adquirido com a mesma o gosto pela leitura e literatura. É formado em Direito pela Universidade Católica de Santa Maria. Publicou dois livros: Estância do Céu (poemas regionais) e UniVerso em Deus (trovas). É sócio integrante da Estância da Poesia Crioula e da União Brasileira dos Trovadores. Possui diversas músicas gravadas em importantes festivais nativistas, incluindo a Califórnia da Canção Nativa, de Uruguaiana. Destacando, atualmente, um CD com letras de sua autoria e interpretação do renomado cantor romântico Wilson Paim. No ano de 2011 foi eleito patrono da 5ª Feira Municipal do Livro de São Gabriel.

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José Antônio Paranhos Luz - Destinos que se cruzam

Comecemos assim: José Antônio Paranhos Luz foi professor ao longo de 37 anos de sua profícua vida; e, nas últimas duas décadas, atua intensamente como advogado na bela cidade interiorana de Santa Cruz do Sul/RS. Tem destacado-se como criminalista, área de sua preferência. Homem que, ao longo das décadas, acumulou experiência e respeitabilidade em ambas as atividades. Preocupado com o mundo contemporâneo de criminalidade, cada vez começando mais cedo na adolescência, o criminalista e agora escritor José Luz publica a novela Destinos que se cruzam por três razões basilares: tentar mostrar aos jovens que se iniciam na transgressão a velha máxima de que “o crime não compensa”; trazer à tona o antigo questionamento do trabalho do advogado que defende os criminosos mais implacáveis, busca-lhe razões de defesas imponderáveis de que todos são inocentes até prova em contrário; e, por fim, querer ser, à sua comunidade, um facho de luz acesa para que este livro seja uma forma de ensinamento e realização dos bons propósitos de cada ser. Se aumentam os crimes do tráfico, deve aumentar duplamente a resistência a ele. Há pouco, o consagrado psiquiatra argentino Eduardo Kalina “criou” o 11º Mandamento: Não usarás drogas. Também neste aspecto o autor ergue sua bandeira de salvação. E a novela, extremamente bem narrada, contempla os propósitos desses três pilares por acreditar que a leitura, a educação, a religiosidade, a boa índole e os bons exemplos são fortes armas na luta pela conquista de todos por uma vida digna. Aqui, Destinos se cruzam para se discutir e retomarem-se caminhos de dignidade.

Comecemos assim: José Antônio Paranhos Luz foi professor ao longo de 37 anos de sua profícua vida; e, nas últimas duas décadas, atua intensamente como advogado na bela cidade interiorana de Santa Cruz do Sul/RS. Tem destacado-se como criminalista, área de sua preferência. Homem que, ao longo das décadas, acumulou experiência e respeitabilidade em ambas as atividades. Preocupado com o mundo contemporâneo de criminalidade, cada vez começando mais cedo na adolescência, o criminalista e agora escritor José Luz publica a novela Destinos que se cruzam por três razões basilares: tentar mostrar aos jovens que se iniciam na transgressão a velha máxima de que “o crime não compensa”; trazer à tona o antigo questionamento do trabalho do advogado que defende os criminosos mais implacáveis, busca-lhe razões de defesas imponderáveis de que todos são inocentes até prova em contrário; e, por fim, querer ser, à sua comunidade, um facho de luz acesa para que este livro seja uma forma de ensinamento e realização dos bons propósitos de cada ser. Se aumentam os crimes do tráfico, deve aumentar duplamente a resistência a ele. Há pouco, o consagrado psiquiatra argentino Eduardo Kalina “criou” o 11º Mandamento: Não usarás drogas. Também neste aspecto o autor ergue sua bandeira de salvação. E a novela, extremamente bem narrada, contempla os propósitos desses três pilares por acreditar que a leitura, a educação, a religiosidade, a boa índole e os bons exemplos são fortes armas na luta pela conquista de todos por uma vida digna. Aqui, Destinos se cruzam para se discutir e retomarem-se caminhos de dignidade.

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José Couto - A impermanência da Escrita

Há décadas José Couto vem gestando-se – hermafrodita, no leito branco do papel e na pele alva da alma –, preparando-se para a estreia de A impermanência da Escrita. Algo que, para ele é, sim, permanente, duradouro. Esconde-se numa carapaça de aparente transitoriedade do ser, socorrendo-se de Octavio Paz para confessar: Sou homem: duro pouco / E é enorme a noite. No fundo, é na impermanência humana que conquista a permanência de seu verso. Pois é através da arte – neste caso, da poesia – que o homem alcança o milagre do toque na face de Deus. Senão vejamos: Comecei a desenxergar-me. Face ao espelho vislumbro o tempo já desfocado de mim. Ou então: Em mim tudo foi inventado. O primitivo e o moderno. Sou sem nexo, inexorável. O homem não me vence, tampouco eu a ele. Os 21 poemas aqui apresentados são degraus de uma única escada, os quais se multiplicam ao infinito, ligando letra a letra, palavra a palavra, poema a poema, até que a infinitude se faça e acolha multidões sob o perigo da desleitura. Pois o livro lido é o saber adquirido, muito mais para as próximas gerações do que para essa, quase perdida. A cada verso deste Impermanência nos assalta alguma verdade aterradora. Que elogio maior se poderia oferecer a uma obra? Rossyr Berny – Editor

José Couto (Porto Alegre, 1956) é professor de geografia e escritor. Pós-graduado em Educação Ambiental no Centro Universitário La Salle, cursou como aluno especial os cursos de mestrado em Literatura Brasileira e o de Educação na área de Estudos Culturais na UFRGS e o mestrado em Educação Ambiental na FURGS. Publicou poesias e contos em antologias e diversos periódicos da imprensa cultural. A impermanência da escrita é seu primeiro livro individual.

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José Hoffmann - José Hoffmann - Memórias vivas

O livro Memórias vivas traça um perfil da trajetória de vida de José Hoffmann, que de menino muito pobre, que começou a estudar apenas aos 15 anos, chegou aos cargos de vereador em Torres e prefeito do município de Três Forquilhas. Na primeira parte da obra temos depoimentos de José Hoffmann sobre fatos vinculados à sua infância, juventude, trabalho, amigos, vida na igreja, carreira política, família. Destaca-se sua valorização das amizades construídas ao longo dos anos, sua preocupação em ajudar a comunidade, seu orgulho dos filhos e familiares. A segunda parte apresenta um relato dos seus filhos acres-centando fatos relevantes à história de José Hoffmann. Constam ainda depoimentos emocionados de familiares e amigos sobre suas ações, sentimentos, trabalhos realizados ao longo da vida. Na terceira parte vemos fotografias que marcaram seus 85 anos, incluindo imagens de familiares e de encontros com políticos de destaque no Rio Grande do Sul e no Brasil. Os Editores

José Hoffmann nasceu no dia 20 de outubro de 1927, no interior do município de Osório, em uma localidade próxima ao distrito de Bananeiras. Foi vereador por Torres e prefeito de Três Forquilhas. A primeira esposa, Otilia Beck Hoffmann, nasceu no dia 02 de fevereiro de 1929 e faleceu em 02 de novembro de 1999. Atualmente está casado com Orlandina de Oliveira Klein. Teve dez filhos no primeiro casamento: Leonilda Beck Hoffmann (in memoriam); Nilson Beck Hoffmann; Neli Otilia Hoffmann Maschmann; Neoli Beck Hoffmann; Maria Beck Hoffmann (in memoriam); Nelbio Beck Hoffmann; Nilton Beck Hoffmann (in memoriam); Neliete Hoffmann Justin; Neliseu Beck Hoffmann; Nilmar Beck Hoffmann.

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José Luiz Pons - Memória e Lembrança

Já faz um bom tempo que acompanho o despertar da poesia em José Luíz Pons. No início era como se fosse um menino a brincar com as rimas em textos poéticos plenos de sentimento e emoção, dedicados a homenagear pessoas que adquiriram um significado especial e terno na vida do poeta. Depois veio a visão poética madura de ver o mundo através do olhar sensível que o autor, generosamente, compartilha conosco em cada verso de seus poemas. É ótimo poder encontrar agora toda a inspiração e produção literária de José Luíz na forma-tação palpável de um livro e assim poder acompanhar a evolução tanto do poeta quanto de sua poesia ao longo dessa fase telúrica de sua vida. Sendo assim, prepare-se para camperear-se alma adentro junto com esse artista da palavra e seu modo poético e original de louvar a vida, o mundo e o significado do humano nas pessoas. Silvio Genro Poeta e Arteiro
José Luiz Marona Pons é casado com Elizabeth Fittipaldi Pons. São pais de Frederico, Maria Cláudia e Mariana. E avós de Santiago (filho de Frederico e Andressa) e de Vicente, Antônio e Francisco (filhos de Maria Cláudia e Andreas). É Engenheiro Agrônomo, da turma de 1971 da UFRGS. Também cursou o mestrado em Economia Rural no Instituto de Pesquisas Econômicas – IEPE/UFRGS – 1972/1974. Neste período em quanto elaborava a tese de mestrado trabalhou na FEEE – Fundação Estadual de Economia e Estatística. Em 1974 cursou na Inglaterra o mestrado em Administra-ção Rural e Marketing na Universidade de Londres.Retornou ao Brasil em 1976 para a FEEE e foi logo cedido para a CEPA da Secretaria de Agricultura onde elaborou diversos projetos.Em 1977 foi contratado pela Cooperativa de Lãs Vale do Uruguai Ltda. para comercializar tops de lãs (lã penteada).No início da década de 90 criou sua própria empresa de comercia-lização: A Mercon Exportação e Importação do Cone Sul Ltda.

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José Morais - Vida interior

Ao trazer à luz da publicação esta enriquecedora obra espiritualista, sobretudo cristã, Vida Interior – Reflexões construtivas, o escritor José Morais Ferreira, mostra o quanto a espiritualidade pode contribuir para o crescimento do ser humano, tornando-o melhor. Dessa maneira temos aqui, positivamente estabelecidos, alguns preceitos da transformadora doutrina espírita, fundamentada no perdão, no amor ao inimigo e, sobretudo, um caminhar do Homem para a construção do procedimento ético – como bem explica o subtítulo: Reflexões construtivas. Feito filósofo, o sensível José Morais nos ensina: Se a tristeza e a dor nos visitam, se a vida parece se encaminhar para o descalabro, se tudo nos parece sem sentido e arrasta-nos para baixo, que tal trocar de pensamento?!Em 73 ensinamentos, de A a Z, Vida Interior exterioriza-se em raios luminosos, crísticos, iluminando o leitor. Rossyr Berny Editor

José Morais Ferreira, graduado em Ciências Econômicas e Pós-graduado em Administração de Recursos Humanos pela UFRN. Pós-graduado em Política e Estratégia e em Psicopedagogia pela UNP. Dedica-se ao desenvol-vimento do Projeto Vida Interior – uma proposta de construção do Ser em sua dimensão Espiritual; e a uma proposta humanista de educação que contemple a plenitude do ser, através do Projeto Ser – ProSer, centrado na máxima do Aprender a ser Gente, voltado para jovens a partir dos 14 anos.

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José Renato da Silva Andrade - O Besouro Sapeca e outras histórias incríveis

O Besouro Sapeca e outras histórias incríveis representa a vida inteira de José Renato Andrade. Vivência de observador do mundo animal, este reino mágico onde as histórias de amor e fraternidade são doces realidades; e as histórias de atitudes feias ficam limitadas à luta pela sobrevivência dos pais guardando as crias novas, os ninhos novos no universo da natureza. Da criança recém-alfabetizada ao adulto mais adulto, se encantará com estas 27 histórias, dos mais variados temas. Uma quase centena de tipos de animais aqui desfilam suas peripécias em um mundo fantástico e belo. E o que não é bom, é mau; só de mentirinha. Conhecer O Besouro Sapeca é ingressar no universo de histórias que nos trazem grandes ensinamentos, com o encanto narrativo de José Renato Andrade. Abra o livro e abra-se aos ensinamentos da literatura.

José Renato da Silva Andrade nasceu na cidade de Porto Alegre no dia 27 de setembro de 1967. Adiles de Mattos Macedo e Saul de Oliveira Macedo o criaram, na rua Guilherme Alves, no bairro Partenon, em Porto Alegre. Sua madrinha Adiles foi quem o alfabetizou com as histórias de Monteiro Lobato. Sua mãe legítima se chama Magda Elizabeth da Silva Andrade, aposentada da Brigada Militar. José tem dois filhos: Renato Andrade, acadêmico de Direito e Josué Mickael Bierhals Andrade, de oito anos. José Andrade também fez os cursos de Compreensão Textual, Composição e Revisão Literária, ministrado pela professora Marisa Chaves de Albuquerque. O curso de Composição Literária, História da Escrita e Leitura Dirigida, ministrado pela Professora Ieda Hernandes Sehnem e Pintura sobre tela na Casa do Artesão de Camaquã. Teatro (Artes Cênicas) no Cine Teatro Coliseu, na cidade de Camaquã, ministrado pelo professor Sérgio Tavares. É artesão, trabalhando com talhos em madeira e óleo sobre tela. Compõe, escreve histórias infantis e faz peças de teatro. Mora na cidade de Camaquã, na rua Dr. Nadir Medeiros, número 77. Ama todas as crianças de todas as raças, de todas as nacionalidades. Sonha que todas as crianças possam ler suas histórias, possam sonhar, sorrir, brincar, cantar e viver felizes. Esta é sua maior riqueza, saber que pode chegar perto de todas as crianças do mundo com suas histórias, com seu teatro. Quer que todas as crianças cresçam com dignidade, respeito e amor. Que, no futuro, a arma existente seja um livro de história. José agradece a todas as pessoas que, de alguma forma, o ajudaram a realizar seus sonhos: editar suas histórias e gravar suas músicas.

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José Valdaí de Souza - Viajando pelo Império Mongol

Viajar pelo mundo tem sido o desejo incansável do ser humano. A grande maioria estanca no sonho. José Valdaí, reconhecido médico, deixa a todos nós encantados com seu espírito ventureiro. Desbravar novos velhos mundos não foi uma decisão súbita, do dia para a noite. Por seis longos anos preparou-se física, emocional e intelectualmente. Sabia que teria de vencer dias no Deserto de Gobi ou o rigor das nevascas siberianas. Sessenta dias de caminhos, os mais íngremes e os mais belos.
De um roteiro realizado exclusivamente para ele, nascem histórias incríveis vivenciadas no Continente Asiático, destacando os impérios Mongol (China) e Mughal (Índia). Deixou pegadas por onde lutou o lendário Gengis Khan; cruzou territórios, estradas infindas como a transiberiana e a transmongólia e conheceu Taj Mahal. Da China, Índia e Rússia trouxe no coração aprendizagens de culturas e povos que somente homens iluminados conseguem armazenar como relíquias aos olhos e ao coração.
Em Viajando pelo Império Mongol, o Dr. José Valdaí nos presenteia com ricos textos e fotos que se somam para deleite de nossos olhos e sonhos.

Rossyr Berny – Editor

Dr. José Valdaí de Souza é natural de Triunfo, Rio Grande do Sul, e vive há muito em Porto Alegre. Graduou-se, em 1974, pela Fundação Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, sendo especialista em Cirurgia Geral e Biologia Molecular. É membro da Sociedade de Bioética do Rio Grande do Sul / SORBI; Membro da Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul / SOCIGERS; Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Ortomolecular / SOBRAMO; Membro da Associação Médica do Rio Grande do Sul / AMRIGS; Membro do American College of Advancement in Medicine – ACAM, EUA. Já publicara a obra Medicina Molecular, com reedições. Mas como escritor de aventura este é seu primeiro livro. E não ficará nele, pois já tem outros planos literários em andamento, apaixo-nado que é pela vida. Viajando pelo Império Mongol é o tipo de obra que todos devem ler; e aprender com a leitura, vivenciando-a.

Julio Cesar da Luz Steinmetz - 2012 - The dark rift - Um aviso salva muitos

Já no preâmbulo de The Dark Rift – um aviso salva muitos, o autor adverte que este é Um livro adulto para pessoas fortes. Inadequado para menores de 18 anos. Esta condição é um elogio ao leitor que tem este romance em suas mãos. Julio da Luz tem razões. Dentre os 50 mil novos títulos publicados no Brasil a cada ano, a grande maioria perde-se em pieguices e desimportâncias. No entanto, nesta obra inaugural de um autor moço, encontramos a maturidade de elementos indispensáveis a um livro importante. Contém surpresas de fatos e modo narrativo instigante, tematizando a fé, o amor e a esperança. Fatos bíblicos são trazidos à tona e questionados com sabedoria. Ao que parece estaremos todos marcados para, em torno de 2012, os astros confluírem num sistema de alinhamentos que provocará catástrofes iguais às acontecidas há aproximadamente 13 mil anos, quando feneceu a megafauna. E que se repetirão daqui a pouco, periódica e indefinidamente até o final dos tempos de nosso planeta? A transição da Era de Peixes para a de Aquário nos jogará novamente em um período catastrófico do buraco negro da Era Astronômica? São questionamentos que a leitura de The Dark Rift – um aviso salva muitos, jogará luzes na escuridão que nos está por engolir. Profundas reflexões que nos impõem esta obra – o tempo todo. Dos idos aos vindouros, passando por este presente. De grego? Julio da Luz é um gaúcho de Estrela que brilha no Planalto de Brasília. E de lá, com suas inquietações e questionamentos, deseja jogar ensinamentos e luzes nos dias de possíveis e maiores escuridões. Estas inquietações justificam a atenta leitura de The Dark Rift – um aviso salva muitos.
Julio Cesar da Luz Steinmetz nasceu em 1965, em Estrela (RS), filho de uma professora e de um Oficial de Registro de Imóveis. 
O autor formou-se em Direito e, em 2007, terminou o curso de Pós-Graduação (Especialização em Direito Público) com a monografia jurídica O ressarcimento: o fundamento do Direito para o aperfeiçoamento das grandes estruturas sociais, baseada na Filosofia do Direito.
Ao longo de sua carreira profissional, exerceu diversos cargos públicos e privados, iniciando no mundo do trabalho junto de seu pai, como auxiliar no Cartório de Registro de Imóveis. Desempenhou, ainda, funções de bancário, advogado e analista judiciário. Atualmente, é analista processual do Ministério Público da União, em Brasília.
Como escritor, apresenta em seu currículo a monografia O ressarcimento e o Esboço do livro 31, ambos disponíveis na internet. Também são de sua autoria vários blogs com comentários sobre os graves acontecimentos em curso no planeta, ocorrências estas que serviram de base para a construção desta obra.

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