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Larissa Graff - Colhendo Sonhos

Sou de São Gabriel e vivo há 42 anos em Porto Alegre, mas em nenhum momento me desliguei de minha querida terra natal. Naquele tempo eu tinha o tio Avelino e o Tio Saturno que cuidavam dos campos e das aguadas das lavouras de arroz em uma estância, perto de Rosário. Todos os anos, quando guri, eu ia passar as férias lá. Mesmo moço eu sentia as terríveis dificuldades de quem cuida dos campos e lavouras dos outros – nada sendo de seu. E, hoje, como Editor, há décadas publicando e cuidando de meus livros e de meus editados, fico muito feliz em poder publicar livros tão lindos e importantes quanto este do Assentamento Guajurivas, Colhendo Sonhos, organizado pela professora Larissa Gräff, a qual nos foi apresentada pela professora Clair Freitas, que também organizou o livro de sua Escola Ataliba Rodrigues das Chagas. Aqui temos reunidos e publicados um trabalho maravilhoso dos alunos, assentados, professores e moradores do Assentamento Guajuviras, Azevedo Sodré, São Gabriel/RS. Compartilho desses sonhos e dessas lutas. E lembro que, em 1976, quando publiquei meu primeiro dos vinte livros, Homem-Autômato, soube das críticas de um prefeito, me chamando de comunista. Era meu grito de poeta rapazote, em defesa da Reforma Agrária, naqueles tempos de ditadura militar; e disse eu, num poema: Brasil, dos teus 8.511.965 km2 eu não possuo 7 palmos de terra. Rossyr Berny, professor, escritor e editor

Nasceu em São Leopoldo em 1989, formou-se no Magistério no Instituto Estadual de Educação Pedro Scheneider em 2008 na cidade natal. Em 2015 formou-se Pedagoga na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. E atualmente cursa especialização em Educação do Campo na Faculdade São Bra

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Larissa Graff - São Gabriel em poesia

Prefácio

Foi com muita satisfação que recebi o convite para escrever o prefácio desse livro, aliás, essa é a primeira vez que isso acontece! Aceitei, com muita honra, o convite da professora Larissa, porque aqui poderia falar um pouco sobre a importância da leitura e da escrita no começo da vida escolar das nossas crianças.

Lembro que, na minha infância, meu companheiro de todas as horas era um gibi, hábito esse, cujo grande incentivador foi meu pai, que por sua vez também tinha o hábito de ler, além de uma grande coleção de livros, que guardava com muito zelo e apreço. Cito esse fato, pois a leitura me fez viajar e entender melhor o mundo. E fez também, com que eu tivesse gosto pelas palavras, pelas poesias, pela arte e a cultura em geral.

Quando a escola, através da ideia inicial de uma professora, apoiada pelos seus gestores e abraçada pelos alunos e suas famílias, constrói um trabalho coletivo como esse, há que se valorizar essa iniciativa, pois acredito que uma Educação de qualidade levará a um mundo melhor!

Nesse caso específico, os alunos da Escola Ginásio São Gabriel, com auxílio de seus pais e avós, escrevem sobre a nossa cidade, sua história, suas particularidades e belezas naturais. No ano em que o homenageado da Semana da Pátria, em nível municipal, é o nosso maior historiador, Osório Santana Figueiredo, ter essas crianças auxiliadas por suas famílias é motivo de muito orgulho para nós, gabrielenses, e deve ser enormemente enaltecido! Méritos à dedicada professora Larissa Gräff e a sua turminha de alunos e seus pais e avós!

Sildo Jocelito Machado Cabreira
Licenciado em Educação Física
Especialista em Esporte Escolar
Secretário Municipal de Educação de São Gabriel/RS

 

                Licenciada em Pedagogia pela UNISINOS, em 2015, Pós-Graduada em Educação do Campo pela Faculdade São Braz, em 2016.  Trabalhou de 2009 a 2013, na Secretaria Municipal de Educação de São Leopoldo/RS.
                Foi Bolsista de Iniciação Científica na UNISINOS, de 2010 a 2011, tendo como Orientadora, a professora pós-doutorada Flávia Werle, com o Título: “Histórias das Instituições escolares III: Escolas Normais Rurais do RS”.
                Atualmente é professora da Rede Municipal de Ensino de São Gabriel/RS, Assessora Técnica do CME /SG, desde 2013, e Presidente do Conselho Municipal de Educação de São Gabriel/RS (2018-2019).

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Larri Feula - Como eliminar juros abusivos e conquistar equilíbrio financeiro

Como eliminar juros abusivos e conquistar equilíbrio financeiro é uma obra do maior especialista no Brasil no assunto na atualidade em decorrência da quantidade de processos ajuizados e encerrados com acordo judicial. Neste livro o autor passa sua experiência e conhecimentos apresentando soluções para os problemas referentes aos juros abusivos. Larri Feula é diretor-presidente da Asseprev Assessoria Jurídica. Comanda uma grande equipe com mais de cem funcionários, tendo 115.000 processos relacionados à revisão de contratos, sendo 90.000 acordos finalizados até fevereiro de 2013. Atua em todos os municípios do Rio Grande do Sul, de Aceguá até Xangri-lá, com vários escritórios à disposição da população, oferecendo uma assessoria jurídica especializada para todos os consumidores. Acesse o site www.asseprevrs.com.br e acompanhe a trajetória de sucesso do autor e pareceres com reportagens sobre matérias de juros abusivos, assim como obtenha de forma gratuita os livros lançados anteriormente: “Como se tornar um profissional diferenciado em pouco tempo” e “Como enfrentar as adversidades e conquistar o sucesso”.

O advogado Larri Feula nasceu em Porto Alegre e formou-se pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Especializou-se a partir de 2004 na revisão de contratos bancários, tornando o seu escritório o maior do Brasil neste segmento. Atua em todas as cidades do Rio Grande do Sul, sendo um especialista de elevado destaque nacional. Autor desde 2010 de livros de autoajuda para profissionais liberais, funcionários, empresários e consu-midores. A razão de seu reconhe-cimento é a transparência e a honestidade perante os parceiros, colaboradores e clientes, bem como tratar o cliente como amigo e jamais como uma fonte de renda. Para enfrentar as adversidades, realiza planejamento de estratégias de marketing e atendimento, adaptando-se às necessidades do mercado, passando seu conhecimento para os livros lançados e outros a serem publicados.

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Lauro Fröhlich - Mãos à obra - Histórias de vida do empresário Lauro Carlos Fröhlich

Os historiadores, em geral, recons-tituem as grandes evoluções sociais e econômicas na idealização da figura de generais libertadores, vestidos em uniformes engalanados, montados em cavalos fogosos e armados de espadas cintilantes. Ou, então, no enaltecimento de políticos carismáticos, vestidos com trajes formais e brandindo sua voz vigorosa em discursos inflamados. Essas figuras manejaram exércitos e multidões por caminhos que, repletos de vitórias e derrotas, conduziram muitas nações a um novo patamar de civilidade, paz social e conforto econômico. Porém, há uma outra legião de homens cuja contribuição para o progresso da civilização foi tão ou mais importante do que a desses líderes ou a das multidões que eles influenciaram. Na raiz dos avanços tecnológicos, da criação de produtos e serviços revolucionários e do crescimento da riqueza e do bem-estar das nações existe a figura do empreendedor. Esse sujeito inquieto, criativo e ambicioso funciona como um verdadeiro motor do avanço social e econômico. Capaz de mobilizar exércitos de seguidores com seu entusiasmo e de sacrificar tempo de lazer e de convívio familiar em função de seus objetivos, ele não hesita em arriscar prestígio e patrimônio em ideias inovadoras. Com seus defeitos e virtudes, erros e acertos, esses personagens têm em comum uma determinação implacável no sentido de transformar sonhos em realidade. E, nessa trajetória, criam riqueza e prosperidade ao seu redor. A História deve mais consideração à história desses homens. Por isso, sempre que me envolvo em um projeto cujo objetivo é contar a trajetória de empreendedores de sucesso, o faço com entusiasmo. Porque sei que, ao resgatarmos suas histórias, não estamos apenas contribuindo para contar uma parte esquecida da História. Estamos, também, enaltecendo uma estirpe de homens de valor que servem de exemplo para as futuras gerações. Kleber Boelter – escritor

O tempo está ao seu lado. E o tempo é generoso com quem não o desperdiça. Aos treze anos, o menino Lauro começa a escrever a história dos 57 anos da Fröhlich junto com seu pai. Experimenta, inova, constrói. Ajuda a colocar a cidade de Ivoti em contato com o futuro com muita determinação, competência e energia. Está sempre pronto a alçar voos e a vencer os desafios que surgem no caminho com fé e perseverança. Uma vida dedicada a empre-ender em nome de tudo aquilo em que acredita. E essa retidão de valores envolve todos que o cercam em uma corrente positiva na qual a família e os colaboradores se motivam, a cada dia, a dar o melhor de si. Hoje, estamos imensamente felizes em fazermos parte desta história e em compartilharmos mais um sonho realizado: vermos essa história transformada em livro. Que essa realização seja um marco na vida da Fröhlich, uma justa homenagem pelas conquistas alcançadas nesses 57 anos e um exemplo de todas as conquistas que ainda virão. Equipe de colaboradores Fröhlich S/A.

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Leonardo Holderbaum - Cidade dos cata-ventos

A mocidade de Leonardo Holderbaum não o atrapalha nem o impede de escrever poemas de boa maturidade. Nota-se que o conhecimento da vida e do mundo lhe emprestam sabedoria suficientes para iniciar-se com segurança na literatura. Sobretudo na difícil arte da poesia, onde já não bastam, como em muitos clássicos, enfileirar rimas e métricas. Muitos zelavam em demasia a forma, em prejuízo do conteúdo. E ele, maduramente, dá mostras de sua qualidade, ao curvar-se frente a mulher, obra-prima da Criação e de todas as coisas: Quando Deus criou o mundo criou os rios as estrelas as florestas e os animais. Quando Ele acabou sua criação sentiu falta de algo então, pegou um pouco do brilho das estrelas, a pureza dos rios e a beleza de uma flor. Dessa união nasceu a mulher, um ser que ilumina o universo com a sua encantadora beleza e, mesmo depois de sua viagem, a sua luz ainda iluminará o universo para sempre. E os poemas passam agradáveis pela Cidade dos cata-ventos, perpassam como se fluíssem junto ao sangue que dá vida ao corpo e sentido à vida. O tempo de leitura de um livro de poemas anda ao inverso, des/anda. Antitempo, anti-horário, rejuvenesce ao invés de envelhecer. Ave, poesia! Rossyr Berny – Editor

Leonardo Holderbaum nasceu em 21 de maio de 1989, na cidade de Porto Alegre/RS, onde reside até hoje. Estudou no Colégio Estadual Júlio de Castilhos (Julinho) em seu ensino médio. Atualmente, acadêmico do curso de Multimídia Digital, na Facul-dade Unisul. A Cidade dos Cata–ventos é sua primeira obra publicada, sendo uma seleção de alguns poemas escritos entre os anos de 2004 e 2009. Um desenhista, um poeta, sou um sonho parte do todo… Que todos temem, e como eu sou um deles, devo temer. Primavera Amor que bate à porta, acalma o coração. Com frio na espinha, escrevo versos ao meu amor. Mas aqueles que não têm a quem dedicar seu coração saibam que tem muitas flores, ainda a brotar nesse jardim, basta enxergar que irão ver, rosas perfumadas e carentes de paixão É um apaixonado pelas belezas de sua cidade, seus monumentos, seus parques e sua história. Assim como pelo seu Estado, o Rio Grande do Sul.

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Lilian Zieger

Lilian Zieger é Pedagoga, com habilitação em Supervisão Escolar/FAPA; especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional e Supervisão Escolar; mestre em educação/UNTREF e doutora em Psicologia Evolutiva e da Educação/Universidad de Santiago de Compostela/Espanha. É coordenadora pedagógica da Consultoria e Assessoria Pedagógica Lilian Zieger e Equipe e supervisora escolar do Colégio Mauá/POA. É presidente da ANSEB e docente em várias faculdades nos cursos de pós-graduação em educação.

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Lisete Johnson - Cem Cantares Sem Quietude

A trova, e sua beleza de rápido fulgor, é milenar. Quando genial, brilha igual um raio e permanece iluminada em nossa mente. Talvez não seja mais difundida no Rio Grande do Sul a trova literária, a escrita por Lisete Johnson, por certo confundida com a arte dos trovadores repentistas do estado gaúcho. São artes distintas, com propósitos diversos. Cem Cantares Sem Quietude é mais uma rica experiência na vida literária e humana de Lisete, pois além de poeta de valor, também publicou o livro infantil que muito tem agradado a criançada: Festarola na Biblio, 2008, Razão Bureau editorial. Deliciemo-nos com a inventiva exemplar de algumas trovas, com temas sempre múltiplos e contundentes, vitral de muitas cores e nuances: Meu desejo percorreu teu corpo como compasso, circulando o que é tão meu, na geometria do abraço! Na ânsia de alcançar um porvir doce e risonho, olvidei de alicerçar as escadas do meu sonho. Amazonia, no te mueras, lucha cual leona herida, tan fuerte como si fueras dar, a tu hijos, la vida! Num tropel de evoluções, a lua, no céu, galopa, entrelaçando bilhões de áureas estrelas em tropa. No mais, a brevidade do livro nos traz a perenidade da trova literária, sobretudo com a qualidade de Lisete Johnson.

Lisete Johnson – Nasceu em Butiá, RS. Graduada em Letras pela PUC, pós-graduada em Supervisão Escolar pela FAPA, cursou Especialização em Espanhol pela Universidade Internacional Menéndez y Pelayo – Santander. Professora de Português e Espanhol aposentada. Publicou, em 2008, Comidinhas Poéticas, com ilustração de Taiguara Vargas – Agência Texto Certo e Festarola na Biblio, ilustrada por Carla Pilla – Editora Razão. Em 2009, publicou Lívia – A oitava na Dinastia do “L”, ilustrada por Maria da Graça Vilella – Agência Texto Certo e As Caveiras Transviadas, ilustrada por Carla Pilla – Editora Razão. Participou de oito Antologias Poéticas, Rio Grande Trovador – UBT. Ministra Oficinas de Trovas e Contação de Histórias em escolas estaduais, municipais e particulares. Em 2009, foi Patronesse da Feira do Livro da Escola Estadual Euclides da Cunha. É vice-presidente de Administração da UBT Porto Alegre.

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Lolô Fonseca - Soprando no coração

Soprando no coração é um grande poema. E como todo poema, tem mensagens de alegria e de tristeza. Ora faz alimentar profundamente uma ilusão, como também fornece o lenitivo para com que a desilusão seja menos penosa. Encoraja na busca da conquista do objetivo colimado e refreia no momento em que essa busca se torna alvo da perpetração de todos os meios para que um fim seja alcançado. Não se pode ter a veleidade de querer viver somente as alegrias, tentando ignorar o fato de que a vida é uma eventualidade, que traz em seu bojo um misto de bem e mal, de bom e ruim, sem que se possa realmente saber se tais acidentes podem ser considerados a ponto de alguém pensar viver num mar de rosas ou num oceano de lama. Lolô Fonseca faz-nos caminhar nas asas do progresso e traz-nos a imagem de Cristo, para que o mantenhamos redivivo, não apenas no espírito poético, mas no real sentido de viver, prontos para a luta e nunca nos deixando dominar pelo ceticismo, ante o patético contraste da vida, com seus acidentes e incidentes, que devem ser reconhecidos como resultantes de nossa natureza relativa e contingente. Até das ilusões desfeitas, dá-nos um subsídio para sua compreensão, ensinando a máxima de que a realidade deve ser encarada tal qual ela é, pois, da ilusão que se alimenta e cujo valor não está à altura do que se estima, o resultado é “que cheguei a acreditar ter descoberto um “tesouro”. Soprando no coração reúne um grande conteúdo que, indo do sentimental ao lírico, não perde o seu romantismo. Valoriza a arte poética e não se dissocia um ceitil sequer do sentido literário. Wenceslau Soares Filho Escritor e Professor

Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca é graduada em Administração de Empresas, com pós-graduação em Marketing Estratégico e de Varejo. É casada com Vanderlei Lopes da Fonseca e tem três filhos – Regina Lúcia, José Mário e Vitor.
Trabalha nos Correios, onde se dedica à Filatelia, exercitando diariamente sua capacidade de pesquisa e de criação em torno dos selos anualmente emitidos pela empresa. No campo literário, escreve crônicas, poemas e discursos, além de biografias e textos sociais. Ocupa a Cadeira 35 da Academia de Letras e Música do Brasil.
Nasceu em Belém do Pará e escolheu ser chamada de Lolô Fonseca nos meios literários, a fim de separar a escritora das outras posições que ocupa.
É reconhecida pelos amigos por sua habilidade com as letras, com as quais constrói textos marcados pela maturidade e lirismo. Lolô Fonseca tem na ALMUB – Academia de Letras e Música do Brasil – um grande incentivo às suas atividades literárias e a oportunidade de seu crescimento nesse campo. Tem sete irmãos, aos quais se dedica de forma carinhosa e comprometida, tendo seus pais, Mário e Nair, como exemplos de Amor.
Gosta de música, cinema, teatro, literatura e de outras formas de manifestação artística.
Considera fundamental aprender sempre e estar constantemente desafiada. O novo é o seu maior empreendimento. Vê em cada letra a oportunidade de construir uma nova palavra, um novo texto e novos significados.

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Lolô Fonseca - O Renascer de um Príncipe - Henriques do Cerro Azul

Henriques do Cerro Azul (João Henrique Serra Azul) foi advogado, escritor (poeta), crítico literário, enxadrista e Subprocurador-Geral da República. Nasceu em Fortaleza/CE, na Rua Gonçalves Ledo, Aldeota. Seu registro de nascimento data de 4 de janeiro de 1936 e o falecimento, em Brasília, de 1º de maio de 2015.
Suas principais obras são: Sonetos e Poemas; Trânsito Onírico; A Poesia dos Astros ou as Lendas do Céu; Trânsito Cósmico; e Périplo do Pretérito. Em Concurso da Academia de Letras e Ciências de São Lourenço, Minas Gerais, recebeu o título de Príncipe dos Escritores Brasileiros, em 2001, com 143.810 votos, e Príncipe da Poesia Brasileira, em 2002, com 681.300 votos. Verbete do Mem of Achievement, 1988, twelfth edition, IBC (International Biographical Centre), Cambridge Cb2 3qp, England. p. 635/636, e International/Who`s Who of Intelectuals, Nineth edition, 1992, lbc, Cambridge, England, p. 701. Foi editada, em 2016, sua Antologia Poética, organizada por Raimunda Ceará Serra Azul, reunindo quatro de suas principais obras. Foi membro de varias entidades culturais, dentre elas: Academia Internacional de Cultura – IAC; Academia de Letras e Músicas do Brasil – ALMUB; Academia Taguatinguense de Letras – ATL; Casa do Poeta de Brasília e Associação Nacional de Escritores – ANE.

Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca é graduada em Administração de Empresas, com pós-graduação em Marketing Estratégico e de Varejo. É casada com Vanderlei Lopes da Fonseca e tem três filhos – Regina Lúcia, José Mário e Vitor.
Trabalha nos Correios, onde se dedica à Filatelia, exercitando diariamente sua capacidade de pesquisa e de criação em torno dos selos anualmente emitidos pela empresa. No campo literário, escreve crônicas, poemas e discursos, além de biografias e textos sociais. Ocupa a Cadeira 35 da Academia de Letras e Música do Brasil.
Nasceu em Belém do Pará e escolheu ser chamada de Lolô Fonseca nos meios literários, a fim de separar a escritora das outras posições que ocupa.
É reconhecida pelos amigos por sua habilidade com as letras, com as quais constrói textos marcados pela maturidade e lirismo. Lolô Fonseca tem na ALMUB – Academia de Letras e Música do Brasil – um grande incentivo às suas atividades literárias e a oportunidade de seu crescimento nesse campo. Tem sete irmãos, aos quais se dedica de forma carinhosa e comprometida, tendo seus pais, Mário e Nair, como exemplos de Amor.
Gosta de música, cinema, teatro, literatura e de outras formas de manifestação artística.
Considera fundamental aprender sempre e estar constantemente desafiada. O novo é o seu maior empreendimento. Vê em cada letra a oportunidade de construir uma nova palavra, um novo texto e novos significados.

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Lolô Fonseca - Casos de Casas

´Todas as casas têm sua história, e nenhuma biografia de vida é banal.´ A sábia conclusão da prefaciadora da obra, poeta e escritora Vânia Moreira Diniz, nos define, com precisão de escriba, a publicação de Casos de Casas. Permitam-me acrescentar: um grande achado literário: Lolô Fonseca faz mais. Com um texto rico e escorreito ´humaniza´ as casas de suas lembranças, dando-lhes vida e sentimentos. E o faz de uma maneira encantadora, por ser poeta de valor, que faz um competente par à prosadora que é. Em verdade, a sua Rua 40 é um corpo de vários braços, mas, igualmente, possui pernas e coração; pulsa de corpo inteiro, como se uma vila fosse, uma cidade, enfim. Vibra o universo da autora e o de todos os seus habitantes, com seus medos, verdades, expectativas e devaneios ante a vida e seus enredos. Tem casos de mãe aflita, de um cesto de brinquedos, de sonhos de meninos pobres, de um casal em chamas, de um pianista misterioso, e outros. Conheça os casos e visite as casas e os habitantes da Rua 40. Viaje nessa rica incursão literária de Lolô Fonseca.´ Rossyr Berny – Editor

Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca é graduada em Administração de Empresas, com pós-graduação em Marketing Estratégico e de Varejo. É casada com Vanderlei Lopes da Fonseca e tem três filhos – Regina Lúcia, José Mário e Vitor.
Trabalha nos Correios, onde se dedica à Filatelia, exercitando diariamente sua capacidade de pesquisa e de criação em torno dos selos anualmente emitidos pela empresa. No campo literário, escreve crônicas, poemas e discursos, além de biografias e textos sociais. Ocupa a Cadeira 35 da Academia de Letras e Música do Brasil.
Nasceu em Belém do Pará e escolheu ser chamada de Lolô Fonseca nos meios literários, a fim de separar a escritora das outras posições que ocupa.
É reconhecida pelos amigos por sua habilidade com as letras, com as quais constrói textos marcados pela maturidade e lirismo. Lolô Fonseca tem na ALMUB – Academia de Letras e Música do Brasil – um grande incentivo às suas atividades literárias e a oportunidade de seu crescimento nesse campo. Tem sete irmãos, aos quais se dedica de forma carinhosa e comprometida, tendo seus pais, Mário e Nair, como exemplos de Amor.
Gosta de música, cinema, teatro, literatura e de outras formas de manifestação artística.
Considera fundamental aprender sempre e estar constantemente desafiada. O novo é o seu maior empreendimento. Vê em cada letra a oportunidade de construir uma nova palavra, um novo texto e novos significados.

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Lourdes Borges - De Seminarista a Andarilho – Uma janela no tempo

Da obra inaugural de Lourdes Borges pode-se elencar uma porção de virtudes. A principal é o talento com que narra capítulo a capítulo dos dezesseis, mantendo o leitor viva-mente interessado. Desencadeamento que a cada parte soma-se à seguinte, em crescente tensão. Outro acerto é a linguagem – límpida que a denuncia veterana marinheira, já tendo expe-riência em outras publicações de modo coletivo. Destaque-se, igual-mente, a lição de vida que a novela oferece, emprestada pela escritora aos seus personagens. De Seminarista a Andarilho – Uma janela no tempo é obra que desvela, ao narrar agruras, aventuras e desventuras de alguém que se presta a realizar seus sonhos e mudar radicalmente de vida e de ventos. Do seminário a uma nova experiência. Realidade e ficção tangenciam-se quando Cristiano e seus amigos en-frentam difíceis situações, encarando conflitos muito comuns aos grupos de pessoas com interesses distintos, desiguais. E mais a intempéries do isolamento, perdidos em uma ilha: As horas se passam sem que eles percebam. Recolhem suas frutas colhidas e vão para a caverna. Lá chegando, os três decidem voltar para seu acampamento. De Seminarista a Andarilho é uma lição que Lourdes Borges nos mostra numa aventura a dificuldade que é estar fora da segurança de um seminário e encarar um novo mundo. A autora faz isso com talento narrativo. Comprove com a leitura da obra. Rossyr Berny – Editor

Maria de Lourdes Borges Werlang cursou faculdade na UNISINOS de São Leopoldo/RS. Exerceu o magistério por 25 anos e após aposentada iniciou a experiência bem sucedida de em-preendedora. Viajou por vários países da Eu-ropa e no ano de 2008 foi à Terra Santa, acompanhando um grupo de peregrinos de Cianorte/PR. Foi após essa viagem que aflorou-lhe o dom da poesia. Com incentivo das filhas e de alguns amigos começou a publicar seus poemas no site do Recanto das Letras, onde foi muito bem aceita. Participou de Oficina Literária de Contos em Osório/RS. Publicou poemas em cinco Anto-logias: Poesias Encantadas II, III e IV, esta na Bienal em São Paulo. Projeto Delicatta VII – Bienal em São Paulo. Antologia: Aos ventos dos mares e da lagoa em Osório. Certificado: Poetisa Encantada de Poesias Encantadas – Luciano Becalete.

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Lucas Mattiuz Moreira e Raul Moreira Neto - Um dia com Mel

A Mel é fantástica. Não há quem não goste dela, de sua inteligência e independência. Para alguns, só falta ela falar. Apesar de outros cães da raça Chow-Chow serem agressivos, ela consegue ser a criatura mais doce de todas. Chegou na nossa vida antes do Lucas (7) e da Giulia (3) e sempre os tratou de forma carinhosa e respeitável. Por ser uma cadelinha fascinante e encantadora, mostrando o real valor e significado de termos um animal como amigo, merece ser homenageada através desse livro.

Raul é médico em Porto Alegre, casado com Patrícia e pai do Lucas e da Giulia. É autor de outros livros, mas está se aventurando pela primeira vez na área infantil. Lucas tem 7 anos e é estudante do primeiro ano do ensino fundamental em Porto Alegre. Está aprendendo a ler. Ajudou a escrever a história da Mel com suas ideias, ensinando ao pai como fazer um livro ser atrativo para uma criança recémalfabetizada.

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Lúcia Andrade - Alma Nua

Alma Nua é a união de dois livros, únicos em suas essências, mas que se completam. É uma coletânea de poesias reunidas desde meus doze anos até a atualidade. Neles, como o nome já diz, as pessoas sentirão minha alma, verão meus medos, minhas lutas, minhas verdades e, acima de tudo, o amor pleno, implícito até nas minhas revoltas e no meu desespero. Perceberão o sonho e a esperança sucumbirem à realidade. Entre alegrias possíveis e tristezas incontáveis, vivi e percebi este mundo de um jeito corajoso e absoluto, mesmo sem ter saído do lugar. Quer dizer, do lugar físico que me foi destinado. Enfim, neles está a prova inconteste de que uma alma insone e inconformada sobrevive a todos os sofrimentos físicos e espirituais. Esses poemas patrocinaram o retorno ao meu mundo interior, onde essa casca, que covardemente me abandona aos poucos, se torna irrelevante. A luta, insana e constante, que eu travava, era apenas para manter e preservar a minha essência. Meus mundos de poesia – Toca de Sonhos e Alma Nua – ficarão unidos pela eternidade, assim como eu e minha alma. Nela mergulhei, agora definitivamente. “Que todos tenham um dia o privilégio e a coragem de perceberem que o importante é a sua alma e a de seus semelhantes”. Uma boa leitura, uma boa vida, mas, principalmente, UMA BOA ALMA.

Lucia Andrade nasceu no dia 6 de agosto de 1957, em São Vicente do Sul, Rio Grande do Sul. É artista plástica, escritora e poetisa, absolutamente autodidata. Como poetisa, já ganhou alguns concursos. Entre eles: III Concurso Raimundo Corrêa de Poesia da Editora Schogun Arte do Rio de Janeiro-RJ, com a poesia: HOJE, recebendo Menção Honrosa. Ganhou também o 1º lugar com a poesia CÚMPLICES, no livro de Escritores Brasileiros de Hoje – 1986, pela Editora Crisális, também do Rio de Janeiro-RJ.

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Lúcia Lms - Novos rumos - Poemas e Crônicas

Novos rumos – Poemas e Crônicas é um livro sincero, repleto de mensagens de esperança, luz, fé, amor a se expandir como belas flores nos corações. Emotiva e convincente, Lúcia-Lms encanta por seus poemas e prosa que vislumbram uma paz a ser buscada por todos os seres. Com tonalidades espirituais nos guia em caminhos de otimismo e perseverança que nos impulsionam a seguir em frente, apesar dos obstáculos: Quando tudo parece estar perdido, em meio à escuridão que nos acompanha, eis que surge Luz vigorosa, Chama flamejante, a guiar-nos os passos por caminhos de esperanças. A autora nos leva a ultrapassar nossos temores já que há “momentos em nossas vidas que precisamos reagir e lutar contra nossos monstros interiores. Buscar coragem e energia para prosseguir.” Uma obra que valoriza o ser humano acima de tudo, refletindo também na questão das relações sociais, buscando mensagens de fraternidade, respeito aos idosos, união das raças: Irmãos somos todos, independentes da cor A pele não nos diz nada pois o que importa no homem é a integridade e seu valor. Há relatos emocionantes de fé e espiritualidade como em Encontro com mamãe (O encontro com a mãe que partiu), aonde os corações e o amor de filha e mãe se unem em belos diálogos mesmo em diferentes planos da existência. “… Então saberão que, nesse momento, por sentirem essa paz tão grande, como se fosse um abraço carinhoso e acolhedor, vocês estiveram aqui, do outro lado e, realmente, receberam o nosso carinho e o nosso abraço.” E o amor, que tudo ilumina, se expande, voa, traz a liberdade em felicidades que almejamos: Imitemos os pássaros e procuremos voar. Voemos nas palavras. Voemos nos sentimentos.

Minha vida e trajetória são singelas.
Fui criada entre livros da biblioteca de meu pai, e mesmo pequena, antes de saber a ler, aprendi a conhecer o prazer que o mundo dos livros proporciona. Ficava encantada ao folhar as coloridas páginas dos livrinhos de pano que ganhava.
Depois eram meus “prêmios” por bom comportamento e, assim, fui criando o hábito da leitura que cultivo até hoje.
Expressar os sentimentos, conversar com minha alma naqueles rabiscos solitários…
O tempo foi passando, os caminhos da vida mudando e o tempo pareceu ficar mais escasso.
Quem sabe programado pelo plano astral e vontade Divina minha trajetória de vida impôs Novos Rumos e fez voltar vontade de escrever, liberar sentimentos da alma e pensamentos, se transformando numa saudável terapia que lhes trago agora.
Não, não sou poeta. Não me sinto assim e longe de mim tal pretensão.
Escrevo com a alma, revelando emoções e sentimentos. 
São conteúdos que tentam confortar, aconchegar, levar esperanças aos corações aflitos. São pedaços de minha vida, fragmentos diversos vividos intensamente e com muita reflexão.
Isto sim, para mim, é fundamental!


Mas voemos, sobretudo, em busca da Luz Maior que é o Amor que está em nosso interior e nos guiará a caminhos felizes.
E também entender estes processos amorosos: 

“Precisa-se compreender que amar e ser amado implica em um ato de entrega espontânea e amorosa, de cumplicidade, que abrange a compre-ensão, tolerância, o compartilhar, o perdão, além de muito carinho, respeito e admiração.”

E este amor deve se renovar a cada dia, hora, minuto, segundo, rumo a um infinito desejo de congraçamento entre as pessoas:

“Mas, em meio ao mundo dos sentimentos, o mais maravilhoso de tudo é sabermos que o ser humano tem uma capacidade infinita de amar. Basta saber doar-se, permitir-se, querer… E, acima de tudo procurar ser feliz ao fazer o outro feliz.” 

Que assim seja. Boa leitura!

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Luciano da Rocha Corrêa - Como ganhar dinheiro com telefonia e internet - Investimento zero

Por vivermos em um mundo capitalista, é natural que o ter ganhe tanta importância quanto o ser. Por isso todo empenho para o lucro, desde que lícito, é necessário. Ao contrário de pessoas ou grupos que burlam leis e, de modo espúrio, enriquecem ilicitamente. Exemplarmente bem construído, Luciano Rocha nos apresenta TRABALHO E LUCRO COM A INTERNET. Investimento zero, um livro que possibilita, com a ferramenta Internet, a conquista de um ganho mensal bastante significativo, de acordo com o empenho de cada um. Os ensinamentos para o trabalho e ganhos saltam aos olhos já no sumário da obra: marketing, criação de sites, blogs, Rpgs, lojas virtuais, publicidade, pesquisas e uma infinitude de probabilidades de bons lucros sem sair de casa, sem patrões, sem investimentos. Um achado este livro, capaz de viabilizar, a qualquer idade, profissão a pessoas de vários níveis. Ah, e de maneira honesta, sem burla. Dignidade de trabalho para ter e ser, com profissionalismo e seriedade. Comece agora a ler, aprender, trabalhar e bem-viver.

Luciano da Rocha Corrêa tem formação em Ciências Biológicas com Doutorado em Botânica, tendo utilizado sua experiência em pesquisa – que já lhe rendeu, igualmente, várias publicações na área acadêmica, inclusive em periódicos estrangeiros – para dedicar-se a outra área que sempre foi sua paixão: a Internet. Usuário da rede desde meados dos anos 90, tempo das telas esverdeadas do DOS e do Unix, sua vida foi e é marcada pela Internet, da mesma forma que a de milhões de pessoas, em todos os aspectos, da qual resultaram desde relacionamentos sociais até a descoberta e uso de ferramentas profissionais. Este livro surge como mais um dos resultados concretos desse bem-sucedido casamento virtual do autor com a rede mundial de computadores. No momento, atua como escritor e como fiscal do seu Conselho Profissional, além de ter parte de seus rendimentos provenientes de suas ações na web.

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Lucya Machado - Não houve tempo para adeus

Talento não se adquire – é inato A Lucya sempre trouxe esta luz que sempre a iluminou, e continua sempre brilhante. Foi minha aluna nos remotos anos 60 e 70. Adolescente sempre atenta e engajada aos acontecimentos. Possuía, um pouco mais – bastante – entusiasmo que sempre foi e é a característica da idade. No início deste livro, sua estreia em publicação, ela traz remi-niscências de sua juventude. Lembranças, emoções e reflexões. Lavando corpo e alma. A personagem, Anna Theodora, retornando à fazenda, trouxe consigo uma trajetória de ganhos e perdas, sucessos e fracassos, infância e adolescência. Mas, foi ali que ela sentiu sua maturidade. Foi ali que ela se reencontrou. Todo o escritor sempre traz consigo um personagem que o identifica. A Lucya esteve presente, sempre transparecendo amor, amor infinito de tal densidade que interagiu com seus semelhantes. Com muito espírito, coração e amor, muito amor. As palavras impregnadas com muita humanidade. Continua Lucya, porque vai haver tempo de dizer adeus.

Gaúcha, nascida no pampa rio-grandense, na cidade histórica de Caçapava do Sul, capital farroupilha agraciada por belezas naturais como a gigantesca Pedra do Segredo, a Cascata do Salso e as Guaritas, que com suas magníficas pedras monumentais granjeou o título de uma das sete maravilhas do Estado. Advogada, mãe de três filhos dos quais sente verdadeiro orgulho. Do pai herdou o gosto pela vida. Da mãe herdou a melancolia. Esta mistura genética deu a ela a temperança.

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Luis Rubin - Churrasco de Apartamento

Fosse um romance ou livro de poemas Churrasco de apartamento seria uma obra-prima literária. Em sendo um manual de como preparar o melhor churrasco em apartamento, será um best-sellers singularíssimo. Luis Alberto Rubin é médico experimentado, por isso mesmo valoriza a manutenção do sabor inigualável do churrasco, contornando os riscos perigosos do sobrepeso, com sugestões importantes e saudáveis. À carne seleta acrescenta parcerias de peixes, frutos do mar, frangos, frutas, sobremesas. O leitor/assador de apar-tamento nunca mais será o mesmo depois da leitura deste livro. Se já era ótimo se tornará um expert – ganho para si e seus convivas. Saberá que o churrasco evoluiu das sombras dos umbus na pampa ao abrigo das sacadas de apar-tamentos; da marcação bovina do ferro em brasa ao chip; do corte do açougue à escolha do cliente aos cortes com códigos de barras nas gôndolas. Ah, e a canha de ontem, no galpão, é hoje a cervejinha em lata para refrescar na sacada. Da centena de livros sobre o assunto, anote, nenhum é tão rico, e saboroso, quanto este que tens em mãos, sobretudo os que, se não são da lida do campo no manejo do gado, manejarão agora melhor os espetos e os sabores. Igual aos homens das cavernas lutavam para comer bisão, mamute – hoje nos chega à mesa uma novilha uruguaia, argentina (nos melhores sentidos), pronta ao saboreio. Então é melhor sermos especialistas no assunto.

Luis Rubin é ortopedista por profissão e assador por paixão. Como todo gaúcho, (pensa que) sabe tudo sobre churrasco e adora carne assada. Mas mora em um apartamento. Então, esse assador de sacada conta, à luz do bom humor e da técnica gastronômica, o que significa para o gaúcho transferir o seu churrasco de fogo de chão das coxilhas do pampa para uma bem ajeitadinha churrasqueira na sala do apartamento. Técnicas de assamento, dicas, receitas e bom humor.

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Luis Ubirajara Silva de Abreu - Segurança urbana

Todo esforço de reflexão sobre um tema deve ser considerado positivamente da forma mais acolhedora possível. Com esse posicionamento é que quero introduzir alguns comentários sobre o livro que está sendo disponibilizado para nossa construção aglutinadora em matéria de segurança pública. Com atualidade, o trabalho demonstra, através de tópicos, as estruturas da Guarda Municipal, bem como as possíveis formatações institucionais que vislumbram a melhoria orgânica dos serviços, dentro de uma proposta de gestão que abarque os dilemas de execução das atribuições das GMs. A metodologia participativa da pesquisa, uma vez que o autor é agente da Guarda Municipal, foi de fundamental importância para que pudéssemos entender os anseios do trabalhador, que, apesar das dificuldades, quer, da maneira mais contributiva, explanar suas ideias e seus desafios como servidor público. O livro ainda traz sugestões de operacionalidade e de construção comunitária da segurança pública, o que entendo ser o ponto alto da obra e imprescindível como via de responsabilização cidadã alicerçada em soluções reais para redução da violência e da criminalidade. Um novo paradigma, em seu núcleo mais desafiador, está justamente na coragem de propor alternativas e de pensar a segurança como exercício mais pleno da cidadania, como o fez Luiz Ubirajara.

O autor, o Guarda Municipal Luis Ubirajara Silva de Abreu, nasceu em Porto Alegre e, antes de integrar a guarda pública porto- -alegrense, pertenceu à Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. Em sua carreira profissional, foi diretor do Centro de Especialização e Formação Profissional Atalaia – CEFPA, em Esteio, RS, e foi Comandante Geral da Guarda Municipal entre 1999 e 2000. Durante sua atuação na força pública, idealizou e criou a Escola de Formação e Especialização da Guarda Municipal – ESFEGM, em 1995, iniciando um ciclo de qualificação e capacitação aos guardas municipais. Em 1996, criou e implantou o Grupamento Escolar Motorizado – GEM, para o patrulhamento preventivo em escolas. Também idealizou e implantou o Sistema de Alarmes Eletrônicos da GM – SAEGM, em 1998, ocasionando uma economia de R$2.000.000,00 para os cofres públicos naquele ano. Além disso, Luis Ubirajara idealizou a descentralização da GM, criando as áreas operacionais nas oito regiões do Orçamento Participativo. Tratou, ainda, da reestruturação da GM, criando diversas equipes e secretarias de trabalho, além de procedimentos operacionais e administrativos, dentre os quais se podem pontuar o sistema de comunicação de rádio transceptor, portátil e veicular; e o boletim de registro de ocorrências codificado. Atualmente, complementarmente à atividade no município, é acadêmico do curso de Gestão de Segurança Pública, na UNISUL, Universidade de Santa Catarina.

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Luis Wëlter - O silêncio e a escuridão

Luis Wëlter, há anos vem navegando com segurança nos revoltos mares da literatura, ótimo timoneiro que é. Iniciou-se, em 2004, na poesia, com Paisagens vazias. Depois publicou Outono no Bom Fim (2005) e Princesa Moura (2006), duas belas novelas. Agora nos apresenta O Silêncio e a Escuridão. Surpreende seus leitores com uma história ficcional da mais chocante realidade: o extermínio de milhões de judeus pelo preconceito ariano. Dramatiza o evento de profunda convulsão mundial na pele do menino Henio Zytomirski o qual vivenciou os horrores que macularam a história da humanidade. Não apenas judeus foram perseguidos e imolados, mas o racismo do Terceiro Reich igualmente sacrificou negros, ciganos, homossexuais, comunistas, doentes mentais. Enfim, o que não era sangue ariano era sangue a ser derramado. O início de tudo está, como represália, no assassinato, em Paris, do secretário da embaixada alemã, Ernst von Rath, o que resultou na terrível “Noite dos cristais quebrados”, deflagrando no uso dos campos de concentração, câmeras de gás e o extermínio abominável de vidas inocentes. A matéria prima para esta obra de arte literária de Luis Wëlter, o anti-semitismo nazista, cresce pela habilidade narrativa que nos coloca no horrendo cenário, visto e vivenciado por um menino de infância e vida sacrificadas. E como lamenta o próprio autor no destino do mesmo: “Mas antes mesmo que vocês venham me cobrar já adianto… eu não vou conseguir salvá-lo.” Mais não se precisa escrever do soco no estômago que é O Silêncio e a Escuridão.

O geminiano Luis Wëlter nasceu em São Borja/RS no dia 12 de junho de 1978. Esteve radicado em Porto Alegre/RS por mais de uma década, onde graduou-se em Comércio Exterior. Atualmente exerce atividades ligadas à área de formação em Uruguaiana/RS, onde reside e é colunista do conhecido site www.grupouruguaiana.com onde publica contos, crônicas e críticas literárias. Sempre pela Editora Alcance, publicou Paisagens Vazias (2004), poesia; Outono no Bom Fim (2005), novela, com prefácio de Moacyr Scliar; e Princesa Moura (2006), novela. Possui ainda participações em várias Coletâneas Literárias, organizadas pela Alcance. Luis Wëlter, há anos vem navegando com segurança nos revoltos mares da literatura, ótimo timoneiro que é. Iniciou-se, em 2004, na poesia, com Paisagens vazias. Depois publicou Outono no Bom Fim (2005) e Princesa Moura (2006), duas belas novelas. Agora nos apresenta O Silêncio e a Escuridão. Surpreende seus leitores com uma história ficcional da mais chocante realidade: o extermínio de milhões de judeus pelo preconceito ariano. Dramatiza o evento de profunda convulsão mundial na pele do menino Henio Zytomirski o qual vivenciou os horrores que macularam a história da humanidade. Não apenas judeus foram perseguidos e imolados, mas o racismo do Terceiro Reich igualmente sacrificou negros, ciganos, homossexuais, comunistas, doentes mentais. Enfim, o que não era sangue ariano era sangue a ser derramado. O início de tudo está, como represália, no assassinato, em Paris, do secretário da embaixada alemã, Ernst von Rath, o que resultou na terrível “Noite dos cristais quebrados”, deflagrando no uso dos campos de concentração, câmeras de gás e o extermínio abominável de vidas inocentes. A matéria prima para esta obra de arte literária de Luis Wëlter, o anti-semitismo nazista, cresce pela habilidade narrativa que nos coloca no horrendo cenário, visto e vivenciado por um menino de infância e vida sacrificadas. E como lamenta o próprio autor no destino do mesmo: “Mas antes mesmo que vocês venham me cobrar já adianto… eu não vou conseguir salvá-lo.” Mais não se precisa escrever do soco no estômago que é O Silêncio e a Escuridão.

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