A temática de Fronteiras do Amanhecer apresenta, na ficção,
traços de realidade com um suporte filosófico entrelaçado
ao psicológico e ao espiritualista.
Os leitores terão na ficção contos espiritualistas
– super-naturais, carregados de surpresas, assim como os analíticos.
Pode-se dizer que, no conteúdo deste livro, estão subentendidas
duas verdades, aquela que habita nosso coração, nossas
células, nossa alma, nossa ligação com o fluido
cósmico universal, ainda abstrata para alguns.
A outra mais simples, concreta, convencional, relacionada com o conhecimento
e com a vivência geral das pessoas.
No teor da escrita, estão presentes acontecimentos inerentes
à idade cronológica e ao processo evolutivo. A lealdade
com que se trata o tema evidencia a fisionomia do espírito e
um estilo personalizado.
Os contos estão apresentados em quatro capítulos, agrupados
por semelhança de abordagem.
Em Labirinto da alma, os contos são relacionados com a visão
extra-sensorial; em Metáforas da vida, encontram-se contos ligados
à vida de sonho, à curiosidade, à ilusão,
à comunicação entre as pessoas; no capítulo
Luta do século, tem-se, nos contos, as características
dos tempos modernos – rapidez nas ações, insegurança,
luta pela sobrevivência; no capítulo Trama do sucesso,
os contos dizem respeito à busca de “status,” à
competição por um lugar ao sol, à competência
nos negócios.
O livro contém trinta e quatro contos e, para ilustrar, alguns
poemas.
Percebe-se a presença da projeção astral, da clarividência,
da transcomunicação em geral e da instrumental, embarcando
nas ondas da energia vital. Há uma mostra de possibilidades nas
acanhadas fronteiras vibratórias.
O sentimento místico dá um colorido despertando a reflexão.
Confira
a matéria deste livro no Jornal Zero
Hora