LIVROS
:: Coração Tricolor ::
Gianfranco Spolaore


Nada pode ser maior

O ano de 1903 marca o surgimento de um clube destinado à posteridade. Eternidade de glórias para o “Imortal tricolor” Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense.
Gianfranco Spolaore realiza uma pesquisa invejável e hercúlea que tomou anos de sua vida. Mas o trabalho apresentado justifica plenamente tanto empenho. Remonta o heróico caminho gremista até 2007, ano a ano, glória a glória.
Dentre as várias publicações que tratam da história do Grêmio, esta de Gianfranco me parece a mais completa, a mais singular. A leitura e pesquisa oferecida por Coração Tricolor nos autoriza a afirmamos isso. Uma obra emocionante, incluindo fotos históricas e inéditas que orgulhará a maior torcida do Rio Grande do Sul e uma das maiores do Brasil.
Um livro escrito com paixão sobre um clube imortal, para uma torcida apaixonada.
Nada pode ser maior que o Coração Tricolor.

Rossyr Berny - Editor


Minha segunda pele

Ainda guri, lá na fazenda, uma das lembranças mais antigas era quando meu pai me apresentava aos amigos e logo vinha a pergunta, zombeteira: "Airton do Grêmio?". Não, meu nome nada tinha a ver com o Pavilhão Tricolor. Minha mãe, em sua tenra juventude, conhecera um Airton de Tal. Achara-o muito educado, talvez bonito, e se prometera batizar o primeiro filho com o dito nome. Essa era a verdade, a pura verdade, mas meu pai sempre respondia: "Sim, do Grêmio". Eu, que não conhecia a história verdadeira, confirmava: "Airton do Grêmio". Essa é uma das poucas lembranças da minha primeira infância. Gostava da história, embora, para mim, nada significava. Não tinha a menor idéia do que fosse Grêmio, muito menos ser gremista. Curiosamente, não lembro de nada semelhante com relação ao Internacional.
Aos dez anos mudei-me para a cidade, para estudar. Fui morar com meus padrinhos, Lucival e Edith, e meus primos. Todos gremistas. Tive, então, meu primeiro contato com o mágico mundo do futebol. Tornei-me, finalmente, o Airton do Grêmio. Ser gremista já estava na minha pele. Uma segunda pele que até hoje me cobre de glórias.
Numa final de Libertadores cheguei ao Olímpico seis horas antes do jogo; numa final de Brasileiro acho que ainda mais cedo. Nas últimas décadas fui campeão estadual, nacional, continental e do mundo. Nada pode ser maior.
Mesmo assim, me faltava algo. Faltava, agora não falta mais: conhecer, em detalhes, a história da minha segunda pele. Pois este livro traz, gol-a-gol, tudo que se precisa saber. Leia. Assim, quando alguém lhe pergutar se você é "Do Grêmio", poderá dizer que sim, sou "Fulano do Grêmio"; e dar os detalhes, de imediato.
A todos, um bom jogo.

Airton Ortiz – jornalista e escritor


Caminhado pelas ruas curtas e frias de Buenos Aires, em direção ao bairro de Almagrado, ao longe avista-se uma praça com uma grande estátua de Vênus, toda pintada em azul, preto e branco. Toda semana a prefeitura da Capital Portenha limpa e toda semana eles pintam novamente.
Isso ocorre há muitos anos e provavelmente será assim para sempre. O amor destes argentinos que fundaram o Clube San Lorenzo de Almagro, para usarem as cores e a bandeira do Grêmio, só não é maior que o amor impresso em cada página deste livro. Amor este que Gianfranco Spolaore usou pra realizar aquilo que acredito ser a maior pesquisa histórica já feita sobre a história do Imortal Tricolor.

Luis Wëlter - Escritor e poeta

Veja as fotos do lançameto do livro Coração Tricolor

R$ 45,00

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