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LIVROS |
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:: Palavras que espantam males
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Adilson Rodrigueiro |

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Brava gente
despercebidamente |
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Adilson Rodrigueiro é poeta, músico, compositor
e intérprete performático porto-alegrense, que realiza shows em diversas
casas de espetáculos do País.
Autor dos livros Cantos da alma (já na 2ª edição) e Tecelão de fantasias,
ambos lançados na Feira do Livro de Porto Alegre. Escreveu as peças teatrais
Consciências e Missa negra. Com suas composições, editou os CDs
(autorais) Tecelão de fantasias, Enxuga o pranto, Noites
brasileiras e Pedaços.
Foi premiado com o Troféu Lupicínio Rodrigues, nos anos de 2004 e 2005.
Finalista de diversos festivais musicais com registros fonográficos. Em 1998
foi indicado ao Prêmio Açorianos. Participou do projeto do CD “Tecelão de
fantasias” (SMC – Fumproarte – Prefeitura de Porto Alegre) e foi produtor
cultural executivo do projeto do CD “Entre acordes e cordas” de Chico
Pedroso.
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Apresentação
Em perfeitas odes
às inigualáveis paixões, Adilson expõe, em uma linguagem dedicada aos
acordes, todos os elementos essenciais da vida. Cada lágrima, cada riso,
saltam das páginas explícitos, gritando pelo prazer de estarem vivos,
latejantes e em forma de pura poesia. Aqui, a alma do poeta/músico/boêmio
está dissecada em detalhes, corajosamente, deliciosamente exposta.
Como eterno observador do cotidiano, esse homem indignado, coloca suas
observações sobre uma sociedade que quase não ama mais, quase não abraça
mais o seu próximo, quase não brinca mais. Esse quase, acontece graças aos
artistas, palhaços, músicos, sonhadores.
Graças aos “Adilsons”, que perambulam pelas ruas, deixam suas impressões
para que os homens notem a beleza simples das coisas. Para o nosso poeta,
todos esses versos, certamente se resumem em sofridos exorcismos. Para nós,
leitores, um magnífico prazer.
Carolina Bahia
Jornalista
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Prefácio
PALAVRAS que espantam males põem a nu toda uma gama de sentimentos que
perpassam, e transpassam, o coração indomável de Adilson, um eterno
inconformado com a mediocridade do dia-a-dia. Pois foi na noite-a-noite que
este poeta-músico abriu brechas na sua consciência para captar o belo, o
romântico, o trágico e o triste, matizes que temperam a alma ao longo de
nossa existência e da qual, às vezes, nem nos ocorre perceber com a
intensidade devida. E o que faz Adilson com esta bagagem emocional, captada?
O que um bom mestre das letras ainda consegue fazer nestes tempos
televisivos: trata de se assenhorar dos signos e lhes dar um ordenamento que
produza o exato sentimento do instante que nunca volta. É a mágica possível
de quem não aceita o cinza da vida, que almeja eternizar o bem de si e dos
outros circunstantes dessa breve jornada.
Com essas palavras, fica, apenas, uma advertência: a coletânea só deve ser
apreciada por aqueles que ainda acreditam que a simples observação do
cotidiano ainda pode despertar os mais complexos sentimentos.
Jomar Martins
Jornalista |
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Palavras do Autor
“(...) quantas tristezas desse mundo, dessa vida,
seriam resolvidas se plantássemos canções (...)”
Plantio de rimas, de A. Rodrigueiro
É um canto para espantar os males. Poesias fizeram-se canções e tentam
reabilitar a importância das palavras na linguagem dos acordes. Busca
ressuscitar a poesia como canção do amor que acalma, valorizando sentimentos
e emoções dando mais sentido à inspiração, às paixões, na ânsia de eternizar
momentos.
Combate modismos efêmeros, propõe a reflexão com temas engajados ao contexto
social, contrapondo-se à massificação, mantendo-se fiel às raízes culturais,
projetando-as. Essa proposta literária e musical tem intuito de contribuir
com o papel preponderante da arte na cultura popular.
A. Rodrigueiro
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Palavras do editor
PALAVRAS
que espantam males espantam mais
que dores. São estrelas de primeira grandeza que atraem pra si a emoção da
arte, da poesia, da música.
A estrela é Adilson Rodrigueiro
e o material atraído à órbita deste livro é a singularidade de sua
poeticidade, de sua musicalidade. E vem realizando essa peregrinação
ghandista, profética, quase quixotesca – no melhor sentido – ao longo de sua
vida.
Palavras que espantam males
nos trazem um fulgor profundamente emotivo em seu bojo. De um homem e de
toda a humanidade a um só tempo. Diz ao que veio:
Palavra que censura
que castra e oprime.
Palavra que exime,
omite e deplora.
Palavra que implora,
perdoa e redime. (...)
Palavra que é drama,
cárcere e agonia
palavra que é liberdade
Palavra que é Poesia.
E o livro todo desfia-se de um novelo que deixa de ser casulo para ser
fibras de um coração que abarca, que abraça para ser verso e cantiga.
Espantam males e semeiam concórdia.
Adilson Rodrigueiro é usina de força em cada palavra, em cada nota musical,
luz e água aos que conhecem a sombra e a sede.
Rossyr Berny -
Editor |
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R$ 25,00 |
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