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:: Poemas Urbanos ::
Daniel Moreira

 

Daniel Marques Moreira nasceu em 25 de Junho de 1979, na cidade de Caçapava do Sul. Desde dezembro de 1996 reside em Pelotas, Rio Grande do Sul.

                Atualmente cursa Jornalismo na Universidade Católica de Pelotas.

                É casado com Quélen e pai de dois filhos, João Victor e Francisco.

                Escreveu seu primeiro poema no dia 22 de outubro de 2008. E vê-lo publicado no Jornal Zero Hora na coluna Almanaque Gaúcho, dirigida por Olyr Zavaschi –, foi algo marcante. Isso o estimulou a escrever mais e reunir seus textos neste Poemas urbanos.


 

 

PALAVRAS DO EDITOR

 

Daniel Moreira chega aos 30 anos e ao seu primeiro livro – dois eventos importantes na vida de um homem. A árvore, por certo, já plantou várias. Por isso, em seu percurso humano, conquista muitas décadas a percorrer e brilhar.

 

Sua emoção incursiona pelo clássico, confessando no soneto a angústia pela amada ausente. No verso livre, também brilha: “Todas as noites a solidão serve meu cálice” e faz dos momentos noturnos e de todas as estações do dia sua peregrinação, buscando amor e luz: “Saí por aí a vagar sem rumo, / Icei a vela e deixei o vento me levar. / Depois de tudo aconteceu, / Fiquei sem chão, perdi o norte.”

 

A cidade, sobretudo, é o universo onde o poeta canta e decanta seu sofrer e seu êxtase, com toda sua urbanidade de conquistas e de perdas:

Esparramo-me pelas ruas da cidade,

Em meio a flores e espinhos.

Vou além de minha própria vontade...

 

Sua Pelotas de cotidiano e Caçapava de nascimento amalgamam-se aos textos, às sensações acesas.

 

Em Poemas urbanos temos numa alma cheia de vida e ímpetos, a qual se expõe e se joga de cabeça no mundo, nas horas, na literatura. Com talento. E isso é dizer tudo.

 

 

Rossyr Berny

editor

 

PREFÁCIO

 

Ruas, vielas, becos, asfalto, favelas, periferia, centro. O ambiente urbano transpira poesia, seja concreta, seja romântica. Olhares se cruzam em meio aos carros, enquanto caminham os passantes. Cada qual com seus dilemas, sonhos e dores.

Em Poemas Urbanos, Daniel busca dentro de si os elementos que compõem essa cidade. O autor se utiliza da poesia para traduzir sentimentos sufocados pelo cotidiano, rimando amor, conflitos e paisagens. Para isso dividiu esta obra em quatro capítulos: Becos sem fim, Ruas Escuras, Feliz Cidade e Poemas Urbanos.

Quatro caminhos que nos levam a um labirinto de dúvidas, incertezas, perdas, conquistas... O famoso labirinto da vida.

Impossível ser poeta sem dor. A dor é tempero para a poesia. Poemas Urbanos nos traz a dor e o cinza das ruas, mas também nos inspira a saber que ao voltarmos para casa, um novo dia recomeça.

Boa leitura!

Maria Fernanda Passos

Jornalista

 

Valor R$ 20,00

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Autógrafo na 55ª Feira do Livro de Porto Alegre - Novembro 2009

 

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