Muitos
são os motivos para que o leitor se entregue ao ato
de desvendar essa trama de amores, guerras e revoluções:
estará resgatando um Rio Grande antigo, sim, mas
que deixou sinais indeléveis em nosso modo de ser
que, se não nos faz superiores, faz-nos diferentes
perante a nacionalidade brasileira.
Confesso que saí da leitura de Monarca Campesino,
de Antônio Silveira da Silva, entendendo
um pouco mais de nossa índole gaúcha. E, para
isto, também serve a literatura: para compreendermos
melhor o mundo que nos cerca. Entendendo-o, poderemos transformá-lo.
Luiz Antonio de Assis Brasil