M

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

Maira Vicenzi Knop - Póstero

Póstero é toda posteridade, futuro, porvindouro – louros que Maira Knop conquista à sua admirável obra poética. Cada verso que planta é uma colheita instantânea aos sentidos do leitor e ao mesmo tempo sombra frondosa da árvore-poesia, que é este seu livro inaugural. Que mais caminhos caminhar se já no primeiro passo e primeira página se descortina uma obra madura? Isso é dizer muito, mais ainda quando afirma-se que o primor poético vem somente no palmilhar dos anos, das décadas. Maira nasce pronta. Senão vejamos: Quero toalhas limpas / e que me sejam macios os lençóis / no chão / quero almofadas / as cortinas / quero-as com cheiro / quando chegar o vento / para trazer-me presentes (pág. 24) Beiral, (pág. 63), então, é memorável. (Vontade de beijar este poema). Aquela gota dependurada / na orla do telhado / que cria cintura e cai / como cortina de vidro que fosse // é a única capaz / de esticar a água. Ossaria, Ideogenia, Têmporas, Desafogo, Desapego, Laudas e Células são subtítulos de Póstero (esta proparoxítona alonga a palavra, prolonga o sabor que sentimos no céu da boca. Cada um tematiza suas histórias: criação poética, amar, desamar, preocupação social, laços familiares, inquietudes filosóficas. Sete continentes do planeta-poesia de Maira Knop. E estamos conversados. Póstero é para a posteridade.

A autora é gaúcha de Erechim, Relações Públicas, mãe de Paula e Martin. É apaixonada por literatura e teve sua primeira publicação no Almanaque Gaúcho da Zero Hora em 2000. Possui participações em 16 obras de PoA, São Paulo e Rio de Janeiro.

Conteúdo da aba

Manoel Airton Macedo - Sonho e Realidade

Manoel Airton Macedo Rodrigues aprontou com o maior mimo o seu Sonho para a Realidade, em 1993. É o ano grafado nos originais que me entregou, anos mais tarde, quando consegui arrancar-lhe de suas gavetas, numa de minhas visitas à querida São Gabriel. Combinávamos a sua publicação quando infelizmente ele partiu em 2001. E os originais foram ficando nos escaninhos de minha editora. E cada vez que os via por ali, me olhavam, cobrando vida, querendo tomar corpo. Eu perdia o prumo. (Enquanto a Alcance ia publicando centenas de autores deste mundão de Deus. E os meus títulos próprios.) O sentimento de culpa me incomodava. O Maneco ali, parado, em forma de papel e de poesia, me olhando do partidor de uma cancha reta. No início deste 2009, decidi: Vou fabricar um tempo para tornar Realidade o Sonho do meu amigo. Amigo de sairmos para clubes e bailes, encontrar gurias para dizer-lhes poemas, dançar e namorar. A conversa com seus irmãos, Adair e Nilza, me alentaram a alma com a permissão para editar o livro. (Com a ajuda do Professor Meneghelo, meu mestre dos tempos do XV de Novembro, que me conseguiu o contato com ambos). Agora podemos afirmar: Se no outubro de 2001 o poeta Manoel Airton faleceu, no outubro de 2009 renasce com seu Sonho e Realidade na 3ª Feira do Livro de São Gabriel e na 55ª Feira de Porto Alegre. Isso é a ressurreição pela Poesia. Ave, Livro! Ave, Maneco! Rossyr Berny – Editor Porto Alegre, outubro de 2009

Manoel Airton Macedo aprontou com o maior mimo o seu Sonho para a Realidade, em 1993. É o ano grafado nos originais que me entregou, anos mais tarde, quando consegui arrancar-lhe de suas gavetas, numa de minhas visitas à querida São Gabriel. Combinávamos a sua publicação quando infelizmente ele partiu em 2001. E os originais foram ficando nos escaninhos de minha editora. E cada vez que os via por ali, me olhavam, cobrando vida, querendo tomar corpo. Eu perdia o prumo. O sentimento de culpa me inco-modava. O Maneco ali, parado, em forma de papel e de poesia, me olhando do partidor de uma cancha reta. Se no outubro de 2001 o poeta Manoel Airton faleceu, no outubro de 2009 renasce com seu Sonho e Realidade. Rossyr Berny – Editor (…) Eis aqui irmão, teu grande sonho realizado, acalentado desde menino, quando a caneta e o papel estavam sempre contigo. Estamos todos muito orgulhosos de ti e, neste momento, nossa saudade se confunde e se ameniza pela alegria que transborda de nossos corações. São Gabriel, 24 de setembro de 2009. Adair Macedo Rodrigues e Nilza Rodrigues Machado

Conteúdo da aba

Mara Nunes - Outras manhãs

A manhã é a parte melhor do dia de Mara Nunes. Seu dia inteiro é todo manhã. Simples de explicar: se Mara Nunes fosse uma estação do ano, seria, por certo, o Verão, pura luminosidade; talvez a Primavera, toda cores; até quem sabe o Outono, galhos desnudando-se e folhas amarelecendo caminhos. Mas jamais o Inverno, gelado e cinzento. Ah, e se lua fosse, claro, seria a Crescente. Os personagens que desfilam ao longo do livro são basicamente femininos – desde a dedicatória – pois seu senso de valor maior é o de “filha, neta, mãe, mulher. Plural.” Segue assim o livro todo. Uma bênção, tudo isso. Seu calor humano tem a força eruptiva do magma, mas, igualmente, a perfeição social e familiar das colmeias. Quanto mais próxima de seus próximos, mais fraterna se manifesta. Bastaram-lhe apenas cinco contos para desvelar seu universo humano, sua riqueza de mulher que deseja levar a todos as suas manhãs e suas estações luminosas da vida. Outras manhãs revela uma autora de quem muito se ouvirá falar, por certo, pois seu texto fluente, eivado de íntima contundência, chega sem pedágios ao coração do leitor. Ou, como ela mesma afirma: “a obra não pertence mais a mim; socializada, pertence a todos”.

Mara Nunes é natural de Porto Alegre, RS. É formada em Letras, com bacharelado em Assessoria Executiva Bilíngue pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Hoje, trabalha como Assessora Executiva na Câmara Federal e como alfabetizadora de idosos.
Em 2003, a autora recebeu, com a poesia “Duas Faces”, a Menção Honrosa no IV Concurso Koinonia de Poesias e ficou entre os classificados no certame literário Prosa e Verso, da Academia Brasileira de Pesquisas e Estudos Literários. No mesmo ano, teve, também, poesia publicada no livro “Mulheres Poetando”, editado pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Em 2004, com o conto “A Culpa é do Guaíba”, conquistou o 2º lugar na categoria Contos Estaduais, no 7º Concurso Prêmio Missões. Entre 2004 e 2008, a vida exigiu sua total atenção com quem sempre lhe dedicou prioridade, nada produzindo de literário nesses quase quatro anos. Mas, de alguma maneira, alimentou-se de sentimentos, experiências, inquietações que fizeram despertar em si a escritora adormecida. Em julho de 2008, lançou o blog Construtora de Palavras – www.construtoradepalavras.com.br – hoje, com mais de 130 seguidores de vários países, que foi relevante para a criação de Outras Manhãs. A partir do blog, começou a interagir com os leitores, aprendeu a transformar tanto a crítica quanto os elogios em algo a ser refletido.

Conteúdo da aba

Marcelo Allgayer Canto - Uma árvore no céu

Há uns bons tempos Marcelo Allgayer Canto vem desnudando sua poesia ao mundo. Começou com Versos que a alma canta, publicação Alcance em 2010. Reafirma neste Uma árvore no céu o que iniciara com talento. Verdade que seu estilo é o do despojamento do requinte esti-lístico, o que igualmente pode ser dispensável, pois emoção é o que não falta em seus textos: O amor veio para mim. / Como de supetão, sem consentimento, / Mas foi tranquilo, foi no verão… / Quente como o sol. O poeta, por ser antena do mundo e atento às mudanças gerais, leves ou radicais, põem o homem em estado de alerta. E Marcelo, que tem o Canto no nome, faz da palavra canção, dá-lhe ritmo, cadência, e inquietação social: O mundo está estranhamente mudado. / Será perdido, será o homem banido… / Há mudanças climáticas, / As estações não são as mesmas! / Quantas doenças, quantos sofrimentos! Uma árvore no céu é uma plantação de belos poemas que frutificam a cada verso. Para agrado geral de cada leitor.

Marcelo Allgayer Canto nasceu em 1963, em Porto Alegre/RS.
É casado. Em 1986 ingressou no extinto INAMPS-RS, atuando como Agente Administrativo. 
É Bacharel em Administração de Empresas pela PUC-RS. Pós-graduou-se em Administração Hospitalar pela Faculdade São Camilo-SP em 1991. 
Participou de diversas Antologias literárias (Editora Guemanisse, CBJE, Grupo Celeiro de Escritores e Academia de Letras e Artes de Porto Alegre). Atualmente é funcionário do Ministério da Fazenda de Porto Alegre e estudante da Faculdade de Letras da PUC-RS. Recebeu medalha de Mérito Cultural Poético do Concurso da FECI (Fundação do Sport Club Internacional), em 2009. 
Livros publicados: Sentidos Poéticos e Algumas Histórias (Scortecci Editora – 2010); Vida em Sonhos: Prosa e Versos (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – 2010); Reflexões Convergentes (Editora Sucesso – 2010 – 1ª edição); Criação e Poesias Reunidas (Casa do Novo Autor – 2010). Recentemente, teve a participação na Coleção Scrivere de poesias promovida pela Madio Editorial. 

Conteúdo da aba

Marcelo Allgayer Canto - Versos Que a Alma Canta

Marcelo Allgayer Canto é um poeta que prima pela poesia espontânea, a que brota do sentimento e desnuda-se nas páginas de Versos que a alma canta. Ao invés de recursos estilísticos sofisticados, opta pela comunicação imediata do texto ao coração do leitor, sem pedágios, sem paradas para dicionários ou saídas de emergências. É o sentimento em estado puro, de alma pura. Seu foco inspirador é a musa amada, a família, a humanidade, o amigo, a fraternidade. Homem do bem, que é, como poeta e ser. A estrofe abaixo sintetiza a obra: …O amor parece ser o segredo do mundo… Amor do Cristo pelo bom ladrão, Amor do pai pelo filho E vice-versa. Assim, o amor, Pode ser o início da salvação… Condição que vem em nossa direção, Tornando-nos seres especiais. No mais, é aproveitarmos o tempo seguinte para nos deliciarmos com cada poema de Versos que a alma canta.

Marcelo Allgayer Canto nasceu em 1963, em Porto Alegre/RS.
É casado. Em 1986 ingressou no extinto INAMPS-RS, atuando como Agente Administrativo. 
É Bacharel em Administração de Empresas pela PUC-RS. Pós-graduou-se em Administração Hospitalar pela Faculdade São Camilo-SP em 1991. 
Participou de diversas Antologias literárias (Editora Guemanisse, CBJE, Grupo Celeiro de Escritores e Academia de Letras e Artes de Porto Alegre). Atualmente é funcionário do Ministério da Fazenda de Porto Alegre e estudante da Faculdade de Letras da PUC-RS. Recebeu medalha de Mérito Cultural Poético do Concurso da FECI (Fundação do Sport Club Internacional), em 2009. 
Livros publicados: Sentidos Poéticos e Algumas Histórias (Scortecci Editora – 2010); Vida em Sonhos: Prosa e Versos (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – 2010); Reflexões Convergentes (Editora Sucesso – 2010 – 1ª edição); Criação e Poesias Reunidas (Casa do Novo Autor – 2010). Recentemente, teve a participação na Coleção Scrivere de poesias promovida pela Madio Editorial. 

Conteúdo da aba

Marcelo Allgayer Canto - Sentimentos das ruas pisadas da cidade

Sentimentos das ruas pisadas da cidade é mais do que apenas um novo livro de Marcelo Allgayer Canto. Notamos que a cada nova coletânea de sensibilidades, seja em prosa ou verso, costuma desfilar, e destilar, todo um qualitativo exercício literário. Sempre eivado de um sentimento humano transformador. O olhar com que avalia a humanidade é seguidamente crítico, mas também carregado de compreensão e fraternidade. As ruas por onde passa e passam os transeuntes da cidade e do mundo, de todas as etnias e pátrias, as sentem em sua própria pele de pulsante poeta. E desse sentimento faz poesia positiva. Traz de cada uma os desejos de tornar o mundo melhor: missão de cada abençoado ser com sua missão de vida. Porto-alegrense de 1963, tem em sua cidade e em sua família somadas razões de reflexão literária. Nunca desiste de que a luz no final do túnel seja a explosão inicial de um mundo melhor, construído pela força do próprio ser. Rossyr Berny Editor

Marcelo Allgayer Canto nasceu em 1963, em Porto Alegre/RS.
É casado. Em 1986 ingressou no extinto INAMPS-RS, atuando como Agente Administrativo. 
É Bacharel em Administração de Empresas pela PUC-RS. Pós-graduou-se em Administração Hospitalar pela Faculdade São Camilo-SP em 1991. 
Participou de diversas Antologias literárias (Editora Guemanisse, CBJE, Grupo Celeiro de Escritores e Academia de Letras e Artes de Porto Alegre). Atualmente é funcionário do Ministério da Fazenda de Porto Alegre e estudante da Faculdade de Letras da PUC-RS. Recebeu medalha de Mérito Cultural Poético do Concurso da FECI (Fundação do Sport Club Internacional), em 2009. 
Livros publicados: Sentidos Poéticos e Algumas Histórias (Scortecci Editora – 2010); Vida em Sonhos: Prosa e Versos (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – 2010); Reflexões Convergentes (Editora Sucesso – 2010 – 1ª edição); Criação e Poesias Reunidas (Casa do Novo Autor – 2010). Recentemente, teve a participação na Coleção Scrivere de poesias promovida pela Madio Editorial. 

Conteúdo da aba

Marcia Angélica Oliveira Coelho - Estranho Amor

Estranho, o amor? Sim, estranho o amor. Sobretudo estranho, mas decifrável pela alma que nos mostra cada verso, cada poema que Marcia Coelho belamente nos desvenda. Mas por que estranho se tão claro é este sentimento? A gente sabe de onde e de quem vem. E a quem o oferecemos. A autora estranha por entender seu sentimento tomado de uma grande singula-ridade. Seu amor, seu amar são únicos. E única sua poesia. Estranho este sentimento, mas ela o ilumina, espargindo luzes nos escuros do amor e do verso. Talento lhe sobra. Em seu coração amorável Marcia Coelho deixa perpassar no livro um cântico inquieto. De “Amor perdido” a “Os dias”, primeiro e último poema do livro, dividido em cinco capítulos, notamos uma crença no amor, ainda que em vários momentos perpasse a dor, a perda, a ausência. Mas amar sinceramente é maior que tudo. E todos. Estra-nho Amor comprova isso. Bom proveito! Rossyr Berny – Editor

Marcia Angélica Oliveira Coelho nasceu em Pelotas, em 31 de março de 1971. É Administradora de Empresas, especializada em Gestão Empresarial e mestranda em Educa-ção. Atualmente é Diretora da Escola de Educação Profissional Senac – Rio Grande. Apaixonada pela arte e por educação, sempre procurou utilizar técnicas alternativas, como as de teatro, para facilitar o aprendizado de seus alunos e colegas de trabalho. Em 1987, aos 16 anos de idade, lançou a peça de teatro infantil “ABC no Mundo da Fantasia”, uma fábula moderna, que trata de alguns pro-blemas de nossa educação, de forma bem humorada. No mesmo ano iniciou um novo projeto: “Terapiarte – A Arte como Terapia”, abordando o tema das drogas na adolescência. Publicou em março de 2004 o seu primeiro livro, “Alma de Mulher”, coletânea de poemas e crônicas, es-critas entre os 14 e 32 anos de idade. Estranho Amor é seu segundo livro e tem o amor como tema central.

Conteúdo da aba

Márcia da Silva Ramos - Pérolas da minh´alma

Os livros, nossos eternos amigos… Por intermédio deles, viajamos para mundos desconhecidos, penetramos no imaginário, ultrapassamos as barreiras da distância, compartilhamos nossos sonhos mais íntimos, libertamo-nos dos temores interiores, esquecemos que o tempo existe e embrenhamo-nos pelos caminhos da sabedoria. Estamos falando dos nossos velhos e eternos amigos: Os livros! São eles que nos fazem companhia nas noites de solidão, secam as nossas lágrimas quando somos movidos pelas emoções, abrem novos horizontes em nossas vidas e, principalmente, alimentam as nossas almas. Agradeçamos aos escritores a possibilidade de sonhar, de amenizar as tristezas, de ser livres, de acreditar que amanhã será outro dia e como num conto de fadas… Seremos felizes para sempre!

Márcia da Silva Ramos é conhecida no mundo literário pelo pseudônimo de Márcia Ramos. Nasceu em 21/3/1959, na cidade do Rio de Janeiro, onde reside. É formada em Letras (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira). Atualmente expõe os seus trabalhos no Site dos escritores (Recanto das Letras), Site pessoal (Pérolas da minh’alma…), Blogs, Orkut e Comunidades. Desenvolve trabalhos virtuais para ONGs que reabilitam famílias após o tratamento de câncer. A facilidade em escrever vem desde os tempos de estudante, onde sempre se destacava nas redações. Entretanto, foi a partir de 2005 que o amor pela poesia falou mais alto no seu coração. Incentivada por amigos, começou a expor seus trabalhos, sendo hoje conhecida virtualmente, em vários estados do Brasil. Possui e-books expostos no Recanto das Letras e diversas montagens com suas poesias. Para esta carioca, escrever é derramar amor numa folha de papel em branco. É levar fé, conforto e esperança aos corações.

Conteúdo da aba

Marcia Morales Salis - Do oleiro, em A caverna, a realidades da cerâmica artística brasileira

Este trabalho de Márcia Morales Sales trata da constituição da identidade do artesão oleiro a partir da sua representação literária no livro A caverna (SARAMAGO, 2000) e da presença de artesãos do barro em determinados lugares de produção, exposição, divulgação e comercialização de objetos artesanais em cerâmica no Brasil. Ao examinar as expressões identitárias de que trata Stuart Hall (2006), verifica-se que o ofício artesanal se equipara ao intelectual, discussão essa que Richard Sennett (2009), também propõe em seus estudos que partem da Enciclopédia de Diderot, examinados a partir do contexto das guildas medievais, ao do artífice empreendedor contemporâneo. Examina-se a gênese da criação do personagem Cipriano Algor, relacionada à exposição permanente de arte popular no Museu Casa do Pontal (RJ) e à produção de cerâmica figurativa em Alto do Moura-Caruaru (PE), considerando a visita do autor ao museu e a experiência aurática entre autor-espectador e a obra de arte popular intitulada “Bom dia”, de Mestre Zé Caboclo, antes da publicação do romance. Antonio Candido, Stuart Hall, Richard Sennett e Walter Benjamin oferecem suporte teórico para esta análise literária, em sua interface com estudos culturais e estudos da linguagem. Demonstra-se a valorização do artesão, do artesanato e do lugar em que se encontram os objetos artesanais no Brasil, a partir da análise da obra do escritor português contemporâneo José Saramago (1922-2010).

Nasci em Porto Alegre, no dia 23 agosto de 1971, gêmea de Marcelo e irmã de Leonardo – filhos do Auditor Adalberto Etchechury Morales e da Artesã Guadalupe Silva Morales. Sou bisneta de espanhóis, italianos, africanos, guaranis e portugueses, neta de uruguaios e de brasileiros que costumavam fazer com as próprias mãos os utensílios dos quais necessitavam para os trabalhos domésticos, para a reforma de móveis ou para as lidas campeiras. Estudei na Escola Estadual Odila Gay da Fonseca e cursei Magistério no Colégio Maria Imaculada. Sou mãe de Isabella, Nathalia e João Vitor. Cursei a Faculdade de Direito na PUCRS e o Mestrado em Letras no UNIRITTER.
Sou artesã autodidata, e constitui a empresa Mix Bazar Ipanema, para promover o evento homônimo para divulgação e comercialização de produtos artesanais e de serviços no Bairro Ipanema, onde vivo desde que nasci.
Inicio o curso de Doutorado em Direito na UMSA, em Buenos Aires ,e participo de eventos acadêmicos em universidades de norte a sul do Brasil e no exterior, com o intuito de compartilhar o resultado de minhas pesquisas sobre o universo do trabalho artesanal.

Conteúdo da aba

Marcio Evair - Inflorescência

Nada é mais parecido com Marcio Evair do que seu Inflorescência. E vice-versa. Explico. Por vezes fica a dúvida: Marcio escreveu o livro ou o livro o escreveu?
Escreveram-se!

Ao longo de quatro anos publicou mais de 600 textos na internet. Agora, em 2019, “inflorescem” 136 poemas, e o autor, emocionado, confessa: Percebo que as plantas nativas que têm as inflorescências mais belas acabam morrendo após desabrocharem. Elas usam toda a energia que têm para florescer, depois espalham sementes que dão início a outros ciclos, e morrem.
Ao longo dos três capítulos de Inflorescência – Inflo, Flores e Essência – Marcio Evair permite que sua profunda comoção poética transforme-se em raízes das florestas de sua infância interiorana, e a vida toda, em um vibrante raizame de veias e artérias.

Algo definitivo podemos constatar após a leitura da obra: As mais belas inflorescências, mesmo que pereçam após o desabrochamento, nos legam – através destes poemas – a perenidade luminosa e fértil.
O Des/Amor percorre grande parte da obra, da mesma forma que o rio, em trechos turvos, corre na esperança de ser inteiramente translúcido. E o poeta prioriza o Amar, enfim: “Dê-me um colo pra deitar/ E verá que desmorono;/ Dê-me abraços pra eu morar/ E me livre do abandono…

                                                                                                                              Rossyr Berny – editor

Marcio Evair é gaúcho. Nasceu em 29 de julho de 1986, numa tarde de terça-feira, fria e ensolarada. Poeta e palindromista, cresceu em Tabaí aos pés do Morro do Yeye. A interação com a natureza, que é sua grande fonte inspiradora, o fez despontar para a poesia muito cedo.
Em 2017, participou da antologia “Da Via à Láctea” – 946-Poesia, coordenação de Vanessa Neves, Editora Autografia.
Membro do coletivo 946-Poesia no Facebook, também publica seus poemas no site Recanto das Letras e nas suas redes sociais. Está trabalhando em dois livros: um de poemas inéditos; outro, de palíndromos, que passou a ser uma de suas grandes paixões.

Inflorescência é seu primeiro título publicado. Atualmente mora em Triunfo, Rio Grande do Sul.

Conteúdo da aba

Marcos de Oliveira - Tristezas por borboletas

Poucas luzes são tão nobres e comoventes qual a luz da Poesia. Ao próprio poeta – maravilha semelhante somente à musa – razão dos versos e da própria existência do ser poeta. Além disso, à arte versejada, importa a felicidade geral. Pudesse, cada verso seu gestaria um paraíso e ofereceria a cada humano. Bússola a nortear os olhares sombreados. Sempre atento à vida também encontra inspiração para saudar outro memorável poeta, Marcos de Oliveira escreve: Quem sabe depois da certeza… Meus sapatos coloridos Sim! Aqueles das voltinhas na esquina. Possam ser trocados por um par engraxado, para o tal casamento. Eis meus sapatos coloridos… os quais por muito usei, para te encontrar no “Quintanas`bar” (Sapato Florido, pag. 15) Se estivermos atentos, a grande maioria de seus versos são breves, ricos pela síntese. Embora inau-gurando-se em livro, livra-se dos arroubos adolescentes. Maduro desde o início, a pensar de aparentemente singelo. Enfim, frente à vida e ao espelho o poeta questiona-se, substituindo Tristezas por borboletas?: O que fiz com minha vida? “Por onde andei? Deturpei ao longo do tempo meus mais vitais sonhos.” Ave, Poesia! Os Editores

O poeta Marcos de Oliveira nasceu Marcos Antonio Santos de Oliveira, em 16 de setembro de 1988, na capital dos gaúchos, Porto Alegre. Em 2005 criava letras de música, parando, depois. Mas, com o tempo, sentiu forte necessidade de expressar suas inquietudes frente ao mundo e naturalmente passou a escrever poemas. Decifrando-o para decifrar-se. Sempre e cada vez mais. Nada melhor do que fazer isso com versos e sentimentos. Sua temática é bastante ampla, mas valorizando, no cotidiano, a autoajuda, o alto astral, a amizade, o amor e todas as suas consequências. A poesia, enfim, é sua própria expressão humana. Tem uma dezena de outros títulos para publicação e este Tristezas por Borboletas não levou mais do que um mês. E buscar seu lugar no mundo, como ser e como poeta é o que mais lhe faz feliz.

Conteúdo da aba

Marcos Vinicius Souza de Souza - Combate em Ambiente Fechado: CQB - CTTE

A possibilidade do enfrentamento armado a extrema curta distância sempre foi uma grande preocupação para os agentes policiais, uma vez que toda a ação se desenrola muito rápido e de contato imediato com o agressor. Neste momento o preparo técnico e tático fará toda a diferença entre a vida e a morte, seja a do agente ou a do criminoso, sem contar com a possibilidade de atingir outras pessoas que estejam no mesmo ambiente. O treinamento, o domínio dos equipamentos disponíveis, as técnicas e as táticas empregadas na ação planejada, com certeza minimizarão os efeitos colaterais ou indesejáveis na operação.
Incansável profissional de polícia e vanguardista na busca de novas técnicas, o autor treinou com profissionais de grupos especiais de diversos países experimentando diversas técnicas policiais, inclusive as militares, todas voltadas ao CQB, adaptando-as a nossa realidade. Por fim, acabou por reunir nesta obra todo este conhecimento aliado à sua experiência profissional de 32 anos, como policial, na busca do Servir e Proteger. Com certeza esta obra trás um conteúdo de leitura indispensável para o Agente de Segurança Pública.

Luis Fernando Souza de Souza
Inspetor de Polícia/Instrutor CTTE
Especialista em Segurança Pública

Marcos Vinicius Souza de Souza   
     Bacharel em Direito, Pós-Graduado Especialista em Direito Penal, Processo Penal e Segurança nas Organizações.
Foi Investigador de Polícia/RS, por 32 anos.
     Trabalhou em diversas delegacias especializadas, onde por mais de quinze anos exerceu cargos de chefia de investigação, foi um dos fundadores e integrante do EAS – Equipe Antisequestro da PC/RS, onde fazia parte das equipes de investigação e de Assalto. Foi instrutor da ACADEPOL/RS, Escola Superior Penitenciária – ESP/RS e Academia da BM/RS nos cursos de Uso da Força e da Arma de Fogo. Professor pelo DEPEN/MJ, Instrutor de Operações Especiais pelo Ministério da Justiça e Instrutor de Tiro Tático Policial. Realizou vários cursos nos USA e Europa com integrantes de Grupos táticos e especiais, tais como: SWAT, SAS, GIGN, GSG9, Gendarmeria Nacional e israelenses. Foi Professor da Universidade de Santa Cruz – UNISC em curso de Pós Graduação e Segurança Penitenciária, Idealizador dos cursos de Pós-Graduação em Operações Especiais Policiais (hoje em sua 12ªEd.), Operações Especiais Penitenciárias (2ª Ed.) e Proteção a Autoridades, únicos no Brasil. Foi Coordenador e Professor do curso de Segurança Pública das Faculdades IDC, IMED e Verbo Jurídico. Em 2000 fundou o CTTE – Centro de Treinamento de Técnicas e Táticas Especiais.

Conteúdo da aba

Marcos Folharini - Quântica - Um paradoxo causal

Quântica – Um paradoxo causal trata do choque de visões do mundo, mas não haverá golpes e tampouco mortos, pelo contrário. A tônica principal será o entendi-mento da física quântica, amparada pela consciência do ser e seus desígnios de possibilidades. Terá como desejo intrínseco unir ciência e espiritualidade; entendendo que uma não vive sem a outra. E mostrar o quão importante é o indivíduo nesta visão pluralizada da realidade. Faremos uma viagem incrível através da Era de Aquário, onde analisaremos seu orbe de influência e tudo o que tem a nos dizer do futuro (ou do presente), nas mais variadas visões, que vão do esoterismo clássico às doutrinas diversas, seguindo até os maias e sua tão mal interpretada visão de fim de mundo. Bem-vindo ao mundo quântico – um mundo de possibilidades onde tudo é científico e espiritualmente possível, dependendo somente de nossa observação e interferência e sendo, portanto, um campo vasto para aflorar nossas mais remotas intimidades. O Autor

Marcos Folharini é natural de Porto Alegre, RS. Físico, Matemático e Empre-endedor. De perfil analítico e lógico, iniciou suas atividades corporativas como TI e hoje ocupa a Presidência de uma grande empresa. Desenvolveu-se nos estudos da alma humana. Sua curiosidade aguçada o transformou num profundo conhecedor da ciência filosófica e espiritual. Apoiador de causas sociais, fazedor da diferença, idealista e inspirador, lança sua primeira obra: Quântica – Um Paradoxo Causal, como um legado a todos aqueles que querem transformar o seu destino e seu mundo.

Conteúdo da aba

Maria Calíope - Pétalas ao sabor dos ventos

Pétalas jogadas ao sabor dos ventos define exatamente a poeta e a pessoa Maria Calíope Rodrigues da Cunha Lima. É face e espelho, poema e poeta. Autodefinição. O respirar da poeta Maria é o mesmo de cada um dos poemas aqui reunidos. E mais. É uma seleção em que a própria autora realiza, inspirações tomadas de seus livros anteriores: Memórias Poéticas de uma Gaúcha, O Amazonas e Minhas Vertentes Poéticas e Chuviscos Poéticos. Sua vida toda é sua obra poética. Ou o contrário? Mais: é a soma de vida e verso. Maria Calíope é toda reminiscências, alimenta-se, feliz, de seus tempos na sua Vacaria, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro. Lugares onde colheu emoções por ter plantado amigos e amores; colheu luzes porque soube semear estrelas. Hoje, em sua realidade carioca, colhe as pétalas das rosas semeadas ao longo de sua digna caminhada. Enfim, não colheu espinhos porque não os semeou. E reafirma: “Já amei e fui por demais amada / Já brinquei no tempo de criança / Para o trabalho ia pela madrugada. / Só tenho em mente um mundo de lembrança.” Pétalas jogadas ao sabor dos ventos é uma obra preciosa por ser síntese de uma vida voltada para a poesia, para o amor, para o tempo desfiando-se benfazejo e rico. Inclusive Maria dá-se ao luxo de homenagear amigos, parentes, fãs e autores consagrados, reunindo textos de sua predileção. Também, ao sabor dos ventos, sopram os poemas deste livro, tomando de prazer emotivo as mãos e os corações de todos. Maria Calíope é todo este encanto poético. Desfrute!

Maria Calíope, de origem portuguesa e espanhola, nasceu na década de 1920 entre os pinheirais vacarienses, zona rica em pecuária divisa com Santa Catarina, numa madrugada fria de julho quando as coxilhas e as cumieiras das casas de madeira se vestiam de neve e o quero-quero do banhado fugia do minuano que assoviava, querendo empurrar o mundo pela frente tal qual o tropeiro levando o seu gado pela estrada. Por motivos familiares é que veio residir no Rio em 1943 quando ainda era Distrito Federal. Serrana do Rio Grande do Sul, cursou inglês, jornalismo, datilografia, estenografia, é poetisa, escritora, acadêmica, pesquisadora, com três livros publicados de poemas e crônicas. Já ganhou vários prêmios e diplomas de cursos e concursos que participou no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Petrópolis, São Paulo,Brasília, Caracas, Itália e Cuba. Pertence às Academias e institutos de Uruguaiana, Rio Grande do Sul, participando de vários concursos do Estado. A partir de 13 de junho de 2008 passou a ser Comendadora da Irmandade D. João VI.

Conteúdo da aba

Maria de Fatima Mardini Frandoloso - Quem roubou meus sonhos ?

Se bem me lembro, Fatima Mardini já era talentosa na arte da escrita desde o tempo em que cursávamos Jornalismo na PUC-RS, lá por 1980. De lá até inaugurar-se em livro solo foram décadas de exercício com o texto artístico, conquistando em igual nível de excelência a criação do Conto, Poesia, Literatura Infantil, Peças teatrais – e na crônica, caso deste singular Quem roubou meus sonhos? Quarenta e oito textos que poderiam muito bem serem assinados por algum ícone da literatura brasileira. Com a maior leveza e naturalidade seu trabalho é um gênero musical que baila pelas mais variadas abordagens e, com olhos de lince, no alto da montanha, não deixa pedra sobre pedra em sua arguta análise do cotidiano, matéria inesgotável da crônica. Por fim, o grande elogio que se pode fazer a um cronista é o de perenizar o texto em que, ao mal cronista, o dia seguinte o condena ao esquecimento. E em Fátima Mardini, a crônica conquista a virtude de perpetua-se pela qualidade. No mais, é nos deliciarmos com a descoberta de quem roubou seus sonhos, mas não se conseguirá roubar a excelência de seu texto. Rossyr Berny – Editor

Maria de Fatima Mardini Frandoloso nasceu em Tupanciretã, RS. Formou-se em Jornalismo pela Pontifície Universidade Católica do RS, sendo pósgraduada em Psicopedagogia Institucional. Além de crônicas, escreve poemas, contos, peças de teatro e histórias infantis. Editou a Revista Atitude por quinze anos. Funcionária Pública Estadual. É casada com Silvio Cezar Frandoloso e possui dois filhos: Givago e Giovani.

Conteúdo da aba

Maria de Jesus Monteiro - A Óleo Nu

Chego em casa e encontro o manuscrito com os contos de Maria de Jesus Monteiro. Na primeira página, em letra bem traçada, o convite: Para ti, meu querido amigo, certa que teu nome dará um brilho especial a este livro. Não seria necessário, querida Maria, porque, desde a primeira aula de oficina literária, que te dei há alguns anos, senti em mim o brilho da tua luz própria. Como professor, sempre confiei em ti. Como colega escritor, confio cada vez mais. Gaúcha adotiva, para orgulho nosso, continuas carregando intactas tua infância e adolescência vividas em São Luís do Maranhão. E de lá tu puises, como dizem os franceses, tu colhes do teu poço criativo, recordações intactas. Tua maneira de contar é simples, sem palavras inúteis ou rebuscadas, como queria o mestre Hemingway. Assim, alisas as frases da mesma forma que a passadeira faz com o lençol de linho: deixando que a simbiose se faça naturalmente entre o texto e o leitor. Fidelidade ao ambiente, personagem e ação, santíssima trindade do contador de histórias, encontramos em todos os teus contos. Maria, sempre surpreendente no teu processo criativo, sempre inteligente, culta e sensual através de teus personagens. Alcy Cheuiche Porto Alegre, inverno de 2014
Sou caçula de seis mulheres, havendo mais oito homens. Somos todos filhos dos mesmos pais que viveram setenta anos juntos. Nasci e cresci na ilha de São Luís, no Maranhão, em um ambiente de amor e segurança. Durante vinte e três anos ali vivi. Mas a vida exige mais da gente. A inquietude troca a proteção pelo risco e a curiosidade arregala os olhos ante a perspectiva do tamanho do mundo. Outras escolhas e novos caminhos se impõem. Com passagem de quinze anos por Brasília, não tracei chegar aqui. Mas aqui cheguei e, de tantos sins, fiquei. De pais libertários, herdei a criação dos filhos. Como meus irmãos espalhados pelo Brasil, meus três filhos vivem em Nova Orleans, Brasília e Montevidéu. Plena de felicidade e com muito orgulho, sou avó de cinco crianças lindas e muito amadas: Maya, Yuna, Gabriel, Alex e Théo. Ao planejar o tempo, após trinta e dois anos de trabalho como funcionária pública federal, nada mais importante se passava pela minha cabeça senão escrever. E é o que faço com prazer e por amor. Participo coletivamente dos livros Porto Alegre dos Casais, Entre o Sena e o Guaíba, Esta Terra tem Dono, Mulheres que Somos e Histórias do Vinho. Agora, com A Óleo Nu, componho minha primeira obra solo.

Conteúdo da aba

Maria Dorothea Barone Franco - O transitar de uma autora

Os transitares das Marias Maria Dorothea Barone Franco é graduada em Letras pelo Centro Universitário Ritter dos Reis e Mestre em Letras pela mesma Universidade. Tem, desde muito cedo, gosto requintado pela leitura. Agora, como escritora, publica um trabalho de extrema importância acadêmica, com abrangência aos admiradores em geral de estudos nesta área. Como ela mesma explica na abertura de seu trabalho: “O transitar de uma autora propõe a análise do percurso autoral de Maria de Nazareth Agra Hassen dentro dos conceitos autor-empírico e autor-criador e leitor-empírico e leitor-modelo, buscando o processo de construção de uma terceira e nova manifestação de autoria, passível de observação no desenvolvimento das narrativas da coleção literária Filosofinhos.” Neste momento em que publica seu primeiro livro, Maria Dorothea cursa o Doutorado em Letras pelo UniRitter (Rede Laureate Interna-tional Universities) – duas conquistas marcantes em sua vida. Temos certeza de que seu propósito de escritora alcançará pleno êxito por todos os caminhos possíveis a uma obra importante como O transitar de uma autora. São duas Marias, uma que estuda e outra que é estudada, transitando pela magia das palavras. Dão as mãos na teoria literária, em favor do saber. Rossyr Berny – Editor

Maria Dorothea Barone Franco é graduada em Letras pelo Centro Univer-sitário Ritter dos Reis (2005) e Mestre em Letras: Linguagem, Interação e Processos de Aprendizagem pelo mesmo Centro de Ensino Superior (UniRitter, 2009). Foi selecionada para o Doutoramento em Linguística na Universidade do Porto em Portugal (2008-2009). Realizou um curso de nível básico da Língua Inglesa em Bradenton, Flórida-USA (1999). Cursou, também, o nível pré-intermediário do inglês americano em San Diego, Califórnia-USA (2000). É proficiente nas leituras de Língua Espanhola (UFRGS, 2006-2012) e Língua Inglesa (UniRitter, 2006). Professora do Governo do Estado do Rio Grande do Sul durante sete anos, dá ênfase aos ensinos de Literatura Infantil, Aquisição da Linguagem e Língua Adicional (Língua Inglesa) para a Educação Infantil. Atualmente é Doutoranda em Letras pelo UniRitter (Rede Laureate International Universities).

Conteúdo da aba

Maria Esther Gomes de Souza - Educação especial

Neste seu livro, Reflexões sobre práticas em Educação Especial, a autora Maria Esther, como educadora apaixonada que é, nos brinda com experiências educacionais realizadas no interior do estado do Rio Grande do Sul (precisamente na APAE de Lavras do Sul) e em uma escola estadual. Os trabalhos publicados neste livro versam sobre o papel do educador, a gestão escolar e o projeto político-pedagógico, sendo indicado, portanto, a qualquer pessoa que esteja ingressando na prática educacional. Além disso, o livro também pode ser de interesse de qualquer pessoa que procure ampliar seu conhecimento humano, já que possui relatos como: “Os alunos do grupo de adolescentes e adultos têm enorme satisfação em frequentar a APAE, muitas vezes chorando ao saber que não teriam atividades devido a um feriado”. Diante disso, o livro é direcionado às pessoas que valorizam os trabalhos (educativos, sociais) realizados junto às comunidades. Boa leitura! Prof. André Magalhães Ribeiro

Maria Esther Gomes de Souza é formada em Educação Especial pela Universidade Federal de Santa Maria/UFSM, em 1996; Pós-graduou-se em Psicopedagogia, Educação Especial-Déficit Cognitivo e Educação de Surdos e em LIBRAS.
É natural de Uruguaiana e construiu sua vida profissional em Lavras do Sul, onde vive desde 1997, tendo experiência como professora itinerante e atuante em Sala de Recursos da Rede Municipal e em uma escola estadual, professora do Curso Normal e APAE.
Trabalha com alunos desde a Estimulação Essencial até a idade adulta. Seus alunos apresentam dificuldades de aprendizagens diversas, déficit cognitivo, surdez e paralisia cerebral.
Tem experiência como professora de estimulação de alunos sem déficits.
Atualmente trabalha como educadora especial da rede municipal de ensino e APAE. 
Realiza, paralelamente, atividades culturais e artísticas em geral, também envolvendo música e poesia nativista.

Conteúdo da aba

Maria Esther Gomes de Souza - De rio e pedras

Convidada a escrever sobre o livro da Maria Esther, juntou-se à minha honra a certeza de que encontraria desde os primeiros poemas a qualidade de sua escrita. Arredei o carinho que sinto por essa grande mulher e me deslumbrei com a exata arquitetura das palavras, desenhada num linguajar simples e intenso o que caracteriza os grandes talentos. A obra da autora situa um tempo que também vivi. Tempo da infância, das ameixeiras e bolitas, dos grandes pátios que abrigavam sonhos, das calçadas largas da nossa Uruguaiana, dos avós que já não estão e da adolescência – que só não nos foge porque nos retratos e na palavra. Palavra farta de bem querença, coração atento repousado em tempos idos. Maria Esther mostra sua versatilidade artística, mesclando a poesia com textos que arrebatam e crônicas que testemunham sua conexão com o mundo na luta amorosa como professora. Em De rio e pedras há, em cada sonho descrito, em cada saudade sentida, em cada gosto doce de infância, o enredo de uma bonita história de amor em que a autora faz jus a frase de um de seus textos: “toda a história de amor precisa ser contada”. Como uma artesã, Maria Esther tece em rima, em permanência, pertencimento e emoção. Quem provou da vida fronteiriça do sul do mundo, que pulsa à beira do rio Uruguai, encontrará nesta obra o inquestionável talento da mulher de olhar arguto e alma vasta. Com sua arte, convida-nos a um breve retorno no tempo com gosto de goiaba e pão de forno, com cheiro de dama da noite e ventos mornos. Deliciem-se com a vida que se transforma em futuro e saudade.

Maria Esther Gomes de Souza é formada em Educação Especial pela Universidade Federal de Santa Maria/UFSM, em 1996; Pós-graduou-se em Psicopedagogia, Educação Especial-Déficit Cognitivo e Educação de Surdos e em LIBRAS.
É natural de Uruguaiana e construiu sua vida profissional em Lavras do Sul, onde vive desde 1997, tendo experiência como professora itinerante e atuante em Sala de Recursos da Rede Municipal e em uma escola estadual, professora do Curso Normal e APAE.
Trabalha com alunos desde a Estimulação Essencial até a idade adulta. Seus alunos apresentam dificuldades de aprendizagens diversas, déficit cognitivo, surdez e paralisia cerebral.
Tem experiência como professora de estimulação de alunos sem déficits.
Atualmente trabalha como educadora especial da rede municipal de ensino e APAE. 
Realiza, paralelamente, atividades culturais e artísticas em geral, também envolvendo música e poesia nativista.

Conteúdo da aba

Maria Esther Gomes de Souza -

Maria Esther Gomes de Souza é educadora especial e participa de festivais nativistas amadores como letrista e compositora. Gosta muito de expressar suas opiniões através de crônicas e escrever histórias. Nascida e criada em Uruguaiana, moradora de Lavras do Sul há mais de quinze anos, define-se como uma “uruguaianense-lavrense”.

Conteúdo da aba

Maria Izabel Guimarães Scalco - Memórias, Sabores e Aromas

Um livro para ser saboreado com a alma. É assim esta produção que Maria Izabel Scalco nos oferece após incansável busca por histórias de famílias e suas diletas receitas. Nestas páginas encontram-se os ingredientes que fizeram e fazem dos pratos porções generosas de afeto e fraternidade. Mais que receitas: quase segredos. As narrativas aqui presentes falam sobre a gastronomia local e a influência de diversas etnias, preferências, experimentos. Trazem de volta o passado, em fumegantes panelas da memória, aquecidas pelo desejo de alimentar o presente e o futuro com as referências associadas aos hábitos e tradições cultuados pelas famílias de São Borja ao longo dos anos. O compromisso de Maria Izabel Scalco com a memória e a história é notório. Escritora reconhecida por seu olhar sensível às raízes e aos frutos de nossa terra, já nos brindou com três belas obras, as duas últimas campeãs de venda na 25ª e 26ª Feiras do Livro de São Borja. Também compartilha seus conhecimentos e postura em prol da cultura e da história locais como professora universitária há 41 anos, ex-presidente do Conselho de Proteção do Patrimônio Histórico e Cultural de São Borja, atual presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais e ativista cultural. Experiência, técnica e sensibilidade estão presentes em cada página deste novo livro, conduzindo-nos a uma pertinente e deliciosa leitura. Adriana Duval Jornalista, doutora em Comunicação Social, professora da Universidade Federal do Pampa e colunista da Folha de São Borja em “Crônicas da Cidade”
Maria Izabel Guimarães Scalco é natural de São Borja, casada com Lael Scalco. Tem as filhas, Lisiani e Milene Marceli, o filho Marcel, cinco netas, três netos e duas bisnetas. Bacharel e licenciada em filosofia, mestre em Educação na Ciências (UNIJUÍ). Professora universitária durante 41 anos. Memórias, sabores e aromas é sua quarta obra editada.

Conteúdo da aba

Maria Loiva Gonçalves - Quando a saudade vagueia

Maria Loiva Gonçalves é uma poeta privilegiada. Vive em sua chácara na bela cidade histórica gaúcha, Triunfo. E seus poemas são sua própria expressão de vida junto à natureza, a rua onde morou. Tudo o que é belo lhe é motivo para escrever. Daí nasce cada verso seu. Seja para o amor, a lua, sua grande inspiradora; e para as pessoas em geral, tão conhecida e reconhecida em sua comunidade. E poeta-mulher, confessa: Desfolhando sonhos de mulher Saúdo nova estação Nos pétalas do malmequer Desvendo o meu coração. A rima, a cadência, a métrica são méritos que encontramos ao longo de todo momento, “Quando a saudade vagueia”. Sobretudo quando o amor é sua inspiração: Cada um de nós conta sua história / Mas meu amor nunca saiu da minha memória / Levantei cedo, estava feliz, fui à igreja e rezei / Era verão, manhã linda, pela primeira vez amei. Enfim, seu orgulho maior de ser gaúcha, arraigada a esse chão sagrado, descrevendo assim: Sou Rio-Grandense, gaúcha forte / Que às vezes faz brinquedo da morte / Não temo guerra nem escombros / Eu sou a gola que carrego nos ombros/ Gaúcha guasca, xucra e guapa / Nas veias corre o sangue farrapo. No mais vamos, pela leitura, nos deliciarmos com cada linda página que vagueia nesta obra, por inspiração merecida da poeta Maria Loiva. Rossyr Berny – Editor
Maria Loiva Gonçalves nasceu em Charqueadas dia 12 de dezembro de 1943. Apesar de pertencer a uma família simples, sempre gostou de ler. Estudou no antigo ginásio de São Jerônimo. Casou-se em 1962 com Ademar Ferreira e desta união nasceram duas filhas, Ângela e Maria Angélica. Mudou-se para Triunfo em 1985. Cidade que lhe serve de inspiração para muitos poemas. Separada do primeiro matrimônio, uniu-se a Vitório Bonatto 1995. É participante ativa das atividades religiosas da Igreja Católica, fazendo parte do Apostolado da Oração, Pastoral da Saúde, entre outras. Admiradora das atividades polí-ticas foi candidata a vereadora em 1997. Participa de atividades esportivas, tendo sido campeã de bolão, em Charqueadas. Além de poeta sensível, é mulher simples, solidária, participante ativa da vida da comunidade. Alegre e muito otimista. Além de zelar pelas orquídeas, sua flor preferida, cultiva uma bela horta em seu sítio, assim como aduba os poemas que escreve e agora nos apresenta.

Conteúdo da aba

Maria Lúcia Gonzatto - Volta pra casa - Um apelo ao ser humano

Maria Lúcia Gonzatto nos mostra seu primeiro livro igual a vida cotidiana nos apresenta um ser novo e genial. E o que é um livro senão um ancoradouro quando estamos à deriva? ou uma pista segura para a decolagem de nossos sonhos mais preciosos? Belas crônicas que são uma viagem; mas sempre uma partida para dentro de nós mesmos: um reencontro necessário, uma reapresentação, um novo levantar de cortinas para o show recomeçar; nós melhor estruturados em nós. Volta pra Casa – Um apelo ao ser humano – é uma convocação, bem como diz a surpreendente autora: “um convite ao leitor para que repense seu comportamento no dia a dia. Atitudes impensadas, muitas vezes, levam-nos a caminhos sinuosos, os quais desencadeiam uma série de problemas e de frustrações.” E melhor explica o prefaciador da obra, Prof. Ironi Andrade, com todo seu saber: “Impressionaram-me, desde o início, seu discernimento claro das dores do cotidiano, por ela sempre bem explicitadas, e seu estilo, leve, suave, quase juvenil, mas, por vezes, irreverente, despojado, livre de amarras falso-moralistas e muito próximo da linguagem que permeia a vida diária das pessoas.” Enfim, são 50 abrangentes crônicas em que a gente, leitor ou crítico, se envolve emocionalmente – nos fazendo voltar pra casa. Bem melhores do que quando partimos.

Maria Lúcia Gonzatto nasceu na cidade de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, em 1961. Estudou jornalismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS, em São Leopoldo/RS, formando-se em 1984. Como jornalista, atuou no Grupo Editorial Sinos, Jornal NH, de Novo Hamburgo e Jornal Vale dos Sinos, de São Leopoldo. 
De 1986 a 1989 trabalhou para o Jornal do Comércio, onde atuou como repórter e editora dos Cadernos do Vale e da Serra (hoje, caderno Cidades). Atuou, ainda, nos jornais Diário da Manhã e Bom Dia, de Erechim, cidade onde também criou o Jornal Rural Norte, para o Sindicato Rural. No ano de 2001 passou a residir em Getúlio Vargas, onde deu início a trabalhos na área jornalística junto ao jornal A Folha Regional, criando, então, a Folha Rural.
Desde jovem, a jornalista adora escrever crônicas e artigos, muitos deles publicados em jornais e revistas. Atualmente é tecelã e trabalha em seu ateliê de tecelagem, TeceLu (www.tecelu.elo7.com.br).

Conteúdo da aba

Maria Timara - O Espelho

O livro de Timara Aheréz retrata a vida da autora permeada por inúmeras emoções, em uma narrativa onde intensos sentimentos são abordados culminando em uma verdadeira experiência vivida e traduzida em capítulos onde o sonho, a tristeza e o amor figuram em profusão. Uma profissão de fé de uma mulher que sentiu, sofreu, amou e transmitiu um belo legado aos seus filhos que ficará eternamente refletido em seu “espelho”.

Com sinceridade ao coração, reflete: “Todo ser é um destino e eu, nem sabendo bem como explicar, resolvi contar o meu, talvez porque tenha amado muito e sinta o desejo de dizer que conheci o mais lindo sentimento que Deus colocou disponível ao homem, que é o amor em sua plenitude.” Em suas memórias realça: “O espelho foi o confidente mais honesto que encontrei em minha vida. Ele mostrou-me uma realidade para mim antes ignorada, a minha verdade. Muitas vezes fugimos do que somos, procurando exatamente o que ignoramos ser, nós mesmos. O espe-lho tem alma. A alma de todos aqueles que se miraram nele procurando suas próprias almas.” O livro de Timara Aheréz retrata a vida da autora permeada por inúmeras emoções, em uma narrativa onde intensos sentimentos são abordados culminando em uma verdadeira experiência vivida e traduzida em capítulos onde o sonho, a tristeza e o amor figuram em profusão. Uma profissão de fé de uma mulher que sentiu, sofreu, amou e transmitiu um belo legado aos seus filhos que ficará eternamente refletido em seu “espelho”.

Conteúdo da aba

Marília Brandão - Olhos da Alma

Os poetas sempre olham o mundo pelos Olhos da Alma. São olhares, por vezes, mais complacentes, contemplativos e, por outras, mais críticos, ácidos, em relação à vida. A um só tempo, elevam os olhares aos altares para adoração do ser amado que motiva seus dias e, igualmente, são mísseis dirigidos aos seres belicosos, desestabilizadores da paz. A obra inaugural de Marília Brandão é breve, mas, ao mesmo tempo, perene por ser uma coleção de emoções; todas profundas e que põem no espelho a imagem, às vezes, dorida da autora, e, ao mesmo tempo, seu exultar de estar plena e de poder contemplar a própria vida em sua existência. Inaugura o livro com o sentimento humano mais habitual, e mais emotivo: Minha alma, / inquieta, insiste em gritar / seu nome, / em lhe amar. (Devaneios, pág. 11). E complementa o poema, realizada, sobre o brilho, a serenidade, / que carrego no olhar, / quando imagino / você me amar. São dos olhos da alma que brotaram os versos deste livro, mirando os olhos dos corações dos leitores. E se encontram ambos.

Eneida Marília Peres Brandão é natural da bela e pacata Pinheiro Machado, interior do Rio Grande do Sul. Ainda menina ela e família mudaram-se para Rio Grande, de onde saiu nos últimos anos para morar em Esteio, Grande Porto Alegre.Sempre foi apaixonada por literatura, especialmente pelo texto que contenha poesia. Daí foi um passo, passando pelo Normal, ainda que tenha licenciatura em Ciências Físicas e Biológicas e Licenciatura Plena em Biologia.Tem amor pela vida e alegria pelo que faz e sonha, apesar da dor duradoura pela perda do filho Adair Coutinho, aos 31 anos.Igualmente é poeta, cantora e compositora, tendo ingressado na Ordem dos Músicos do Rio Grande do Sul.

Conteúdo da aba

Marília Brandão - Sussurros de Vida

Mais do que Sussurros, neste segunda obra de Marília Brandão, aqui encontramos Gritos. Gritos poéticos, por vezes o mais doces possíveis; por vezes doloridos tristezas pela perda da felicidade; sonhos nos vêm cobrar suas realizações. E isso tudo em forma de verso, expressão maior com que a poeta a todos nós brinda em taças de champanhe francês, borbulhantes textos, inspirados e inspiradores. Quem conhece esta poeta sabe de toda sua potencialidade artística, igualmente como compo-sitora e cantora, com CDs gravados, mostrando suas canções, sempre acompanhada de seu inseparável violão. A verdade é que, ao longo dessas 144 páginas, folhadas em metade prosa, metade poesia, encontramos beleza e sensibilidade. Por exemplo, a idealização do amor: Vontade ainda de encontrar um amor arrebatador, que me tire o fôlego, que me encha de vida. Frente à vida, o ser inquieta-se, já bem pouco o sossego da alma: Olhos vendados, / Coração dilacerado, / sigo sem rumo / à procura do nada. E tudo o leitor encontrará nestes Sussurros de Vida, poesia, sobretudo.

Eneida Marília Peres Brandão é natural da bela e pacata Pinheiro Machado, interior do Rio Grande do Sul. Ainda menina ela e família mudaram-se para Rio Grande, de onde saiu nos últimos anos para morar em Esteio, Grande Porto Alegre.Sempre foi apaixonada por literatura, especialmente pelo texto que contenha poesia. Daí foi um passo, passando pelo Normal, ainda que tenha licenciatura em Ciências Físicas e Biológicas e Licenciatura Plena em Biologia.Tem amor pela vida e alegria pelo que faz e sonha, apesar da dor duradoura pela perda do filho Adair Coutinho, aos 31 anos.Igualmente é poeta, cantora e compositora, tendo ingressado na Ordem dos Músicos do Rio Grande do Sul.

Conteúdo da aba

Marilú Duarte - Ciranda Poética

Marilú Duarte, genero-samente, nos brinda com o melhor de seu lirismo nesta Ciranda Poética. Burila os poemas feito pedras preciosas de seu sentir poético e nos entrega delicadas pérolas gestadas na sua delicada visão de poeta: Ser todos os povos e raças, Ser do ódio o seu reverso Ser o próprio renascer Brilhando no universo! Para o poeta, e para Marilú Duarte, em especial, na infinitude de cores do planeta, somente as cores vivas e brilhantes impressionariam as retinas da humanidade. Já faz sua parte ao internaciona-lizar sua obra poética, encantada que é, e somos todos, enamorados pela lín-gua espanhola de Cervantes, Borges, García Marquez. É bilíngue a edição desta Ciranda pintada nas cores da paixão e da paz: Entre las huellas dejadas por el camino, Siembro rosas, crisantemos y margaritas, Piso en la suavidad del céspede también en espinas, Pero, no desisto de reverenciar la Vida. Ciranda Poética não é mais um livro de Marilu Duarte. É “O livro”. Momento maior de sua respeitável criação literaria. E chega em um momento especial, quando é eleita Patronesse da 1ª Feira Binacional do Livro de Jaguarão, neste 2009. Rossyr Berny – Editor

Marilú nasceu em Jaguarão, em 1947. É viúva de Ismael Duarte, com quem teve dois filhos, Cristiano e Thaiane. Formou-se em Estudos Sociais, Letras e Direito, pela UCPEL, com pós-graduação em História e Direito do Trabalho. Atualmente, está cursando Psicologia. Publicou 9 livros de poesias, crônicas e peças de teatro infantil, pelas Editoras: Visa Artes Gráficas (Jaguarão), Thesaurus (Brasília) e Alcance (Porto Alegre). Foi distinguida com o livro “Sem você, sou ninguém”, no concurso “Cem livros do século”, pela Casa Brasileira de Cultura de Pelotas. Com o livro “Momentos”, obteve o 1º lugar no 11º Concurso de Obras Publicadas, pela Academia de letras e Ciências de Minas Gerais. Sendo representante do Movimento Cultural Internacional “ABRACE”, com sede em Brasília e Montevidéu, organizou a 1ª Mostra Cultural Internacional de Arte e Literatura, reunindo escritores, jornalistas e artistas plásticos da Guatemala, Bolívia, Equador, Espanha, Estados Unidos, Porto Rico, Uruguay, Venezuela e Argentina. É membro da Academia Sul Brasileira de Letras (Pelotas), Academia Internacional de Ciências, Letras e Artes (RJ), Academia de Letras e Ciências de São Lourenço (MG), Associação Profissional de Poetas do Estado do Rio de Janeiro, Casa Brasileira de Cultura (Pelotas), Instituto Histórico e Geográfico (Pelotas), Academia de Letras e Artes Paranapuã (RJ), União Brasileira de Escritores (SP), Academia Petropolitana de Letras (RJ) e Associação Nacional dos Escritores (Brasília-DF).

Conteúdo da aba

Marilú Duarte - Revoar de Sonhos

Ave, sonhos e sueños! Revoar de sonhos é o teste-munho de uma vida inteira que a consagrada poeta Marilú Duarte nos apresenta em novo livro. Desnuda e desvela ao longo de cada dia seu, a cada pessoa de seu vasto círculo, seu coração exposto em poesia. A voz de seu verso é um grito aos quatro cantos do ser. Ser poeta e ser Mulher. Canta na língua de Cecília, Drummond, Florbela, Camões e y en el canto divino de Gabriela Mistral, revoloteando sueños. Dá asas e longos voos aos seus poemas, apresentando-lhes sua pátria brasileira e outros paraísos de sua América. Mais: “Viajo por outros mundos / na solidão de meu espaço / E descubro um mundo novo / Na imagem de um cometa…” E alerta sobre o correr de seus dias, testemunho. Testamento? “Hoje tenho pressa de viver Porque são de momentos Que se preenche a vida; Tenho pressa de amar Porque é a única forma De não ser esquecida…”

Marilú nasceu em Jaguarão, em 1947. É viúva de Ismael Duarte, com quem teve dois filhos, Cristiano e Thaiane. Formou-se em Estudos Sociais, Letras e Direito, pela UCPEL, com pós-graduação em História e Direito do Trabalho. Atualmente, está cursando Psicologia. Publicou 9 livros de poesias, crônicas e peças de teatro infantil, pelas Editoras: Visa Artes Gráficas (Jaguarão), Thesaurus (Brasília) e Alcance (Porto Alegre). Foi distinguida com o livro “Sem você, sou ninguém”, no concurso “Cem livros do século”, pela Casa Brasileira de Cultura de Pelotas. Com o livro “Momentos”, obteve o 1º lugar no 11º Concurso de Obras Publicadas, pela Academia de letras e Ciências de Minas Gerais. Sendo representante do Movimento Cultural Internacional “ABRACE”, com sede em Brasília e Montevidéu, organizou a 1ª Mostra Cultural Internacional de Arte e Literatura, reunindo escritores, jornalistas e artistas plásticos da Guatemala, Bolívia, Equador, Espanha, Estados Unidos, Porto Rico, Uruguay, Venezuela e Argentina. É membro da Academia Sul Brasileira de Letras (Pelotas), Academia Internacional de Ciências, Letras e Artes (RJ), Academia de Letras e Ciências de São Lourenço (MG), Associação Profissional de Poetas do Estado do Rio de Janeiro, Casa Brasileira de Cultura (Pelotas), Instituto Histórico e Geográfico (Pelotas), Academia de Letras e Artes Paranapuã (RJ), União Brasileira de Escritores (SP), Academia Petropolitana de Letras (RJ) e Associação Nacional dos Escritores (Brasília-DF).

Conteúdo da aba

Marilú Duarte -

Marilú Duarte é psicóloga. Possui licenciatura plena em Estudos Sociais, Letras, Direito e Psicologia pela Universidade Católica de Pelotas e pós-graduação em História e Direito do Trabalho. Exerceu o magistério além de ter sido cronista do Jornal A Folha por 30 anos e do Diário Popular de Pelotas por 20 anos. Colaborou ainda em outros periódicos. Publicou diversos livros de poemas, crônicas e peças de teatro infantil. Foi patronesse da Feira do Livro em Jaguarão. Realizou exposições de fotos e lançamentos de seus livros no Uruguai, Argentina, Cuba, Romênia, México e Canadá. Pertence ao Rotary Club de Jaguarão. Participa de diversas entidades culturais no Brasil, entre elas a Academia Sul-Brasileira de Letras, Instituto Histórico de Pelotas e Fundação Doutor Carlos Barbosa. Recebeu várias distinções por suas obras em todo o Brasil, além do México, Cuba e Canadá.

Conteúdo da aba

Mário Amaral Teixeira - Garoto Boação

Há tempos os professores me solicitavam a escrita de um livro infantil. O fato é que vinham outros projetos e eu o adiava para mais tarde. Certo dia, quando retornava de uma viagem onde participei da Feira do Livro de uma cidade do Interior, comecei a pensar sobre o comentário persistente de pais, professores, cidadãos, sobre a inversão de valores na sociedade atual. Imediatamente construí um personagem e dei-lhe o nome de Boação. Um menino que se preocupa em relacionar-se bem com a família, na escola e com os amigos. E que tenta, de forma simples, transmitir isso. Foram, então, quinze dias entre a ideia e a escrita da obra. O livro busca, através de frases curtas, desenhos para colorir e exercícios, incentivar as boas ações dos alunos. É com grande satisfação que lhes entrego, com o título de Garoto Boação. Espero que o mesmo contribua com o seu qualificado trabalho, ensinamentos e a boa formação do caráter de nossas crianças. | Mário Amaral Teixeira – Escritor

Mário Amaral Teixeira nasceu em Porto Alegre, em 15 de novembro de 1969. É autor de 10 livros dos gêneros romance-policial, crônicas, contos e infantis. Atua de forma efetiva no incentivo à leitura em escolas, feiras e demais eventos literários desde que ingressou na carreira de escritor em 2000. No ano de 2007 lançou a primeira edição do livro infantil: Garoto Boação. A estória do garoto que ensina os alunos a serem melhor filho, amigo e aluno, tornou-se um grande sucesso em centenas de escolas e em muitas cidades que o autor visitou ao longo destes anos. Diversos trabalhos foram realizados a partir desta obra. Após a quarta edição, lançada em 2009, o autor passou a contar com a parceria do seu irmão Cristiano Amaral Teixeira (reconhecido músico do certame musical gaúcho e baterista do grupo Tchê Guri) que musicou a letra do Garoto Boação, escrita pelo autor. A música postada no site do autor já teve mais de 10 mil downloads. Atualmente o Cristiano participa de inúmeros trabalhos junto com o autor. Para celebrar a décima edição do livro Garoto Boação sai esta nova versão lançada pela Editor Alcance. Espero que o Garoto Boação siga por muitos e muitos anos promovendo o bem por onde passa.

Conteúdo da aba

Mário Amaral Teixeira - Professora Boação

Tantas foram às professoras que me ocorreram na escrita deste livro. Às que tive ao longo da vida escolar e também, as que conheci nas escolas por onde passei ao longo destes anos em que atuo como escritor. Tentei trazer um pouco dos cuidados de cada uma delas a personagem Carolina Boação. Da atenção, do carinho e, sobretudo: do comprometimento que todas tem com o ofício de ENSINAR. Do brilho do olhar de cada uma delas quando veem seus alunos (quase filhos) descobrirem o mundo através dos seus ensinamentos. Desde o aprendizado das vogais até a primeira palavra lida. Não importando que se para isso tenham que se vestir de princesas, fadas ou até bruxas para contarem histórias. Que andem com as crianças dependuradas em seus braços pelo pátio da Escola ou que tenham que dar atenção especial a este ou aquele aluno. Como aluno me recordo de uma professora em específico: a Irmã Maria. Não que as demais das séries iniciais não tenham sido importantes. Nada disso. Todas foram. Mas, a Irmã Maria era especial. Tenho certeza de que todos os ex-alunos se recordam com muito carinho das suas aulas no Colégio São Paulo de Canoas. Todos caprichavam na lição para receberem um elogio rasgado, quase poético no caderno. Era cativante. Incentivador. Um combustível para o saber. Engana-se quem pensa que os alunos competiam por melhores elogios. O carisma da Irmã Maria era dividido de forma igual a todos os alunos. O ofício de ensinar é maravilhoso. No entanto o de ser diferente e inesquecível aos seus alunos por toda a vida é fantástico. Este livro é dedicado a todas as PROFESSORAS BOAÇÃO que de uma forma ou de outra sabem e fazem a diferença. Todos os dias. Dedico este livro em especial também às queridas IRMÃS SERVAS DE MARIA IMACULADA que por muitas décadas estiveram à frente do Colégio São Paulo, de Canoas. Congregação da Irmã Maria e de tantas outras irmãs, admiradas, respeitadas e inesquecíveis aos seus ex-alunos.

Mário Amaral Teixeira nasceu em Porto Alegre, em 15 de novembro de 1969. É autor de 10 livros dos gêneros romance-policial, crônicas, contos e infantis. Atua de forma efetiva no incentivo à leitura em escolas, feiras e demais eventos literários desde que ingressou na carreira de escritor em 2000. No ano de 2007 lançou a primeira edição do livro infantil: Garoto Boação. A estória do garoto que ensina os alunos a serem melhor filho, amigo e aluno, tornou-se um grande sucesso em centenas de escolas e em muitas cidades que o autor visitou ao longo destes anos. Diversos trabalhos foram realizados a partir desta obra. Após a quarta edição, lançada em 2009, o autor passou a contar com a parceria do seu irmão Cristiano Amaral Teixeira (reconhecido músico do certame musical gaúcho e baterista do grupo Tchê Guri) que musicou a letra do Garoto Boação, escrita pelo autor. A música postada no site do autor já teve mais de 10 mil downloads. Atualmente o Cristiano participa de inúmeros trabalhos junto com o autor. Para celebrar a décima edição do livro Garoto Boação sai esta nova versão lançada pela Editor Alcance. Espero que o Garoto Boação siga por muitos e muitos anos promovendo o bem por onde passa.

Conteúdo da aba

Mário Amaral Teixeira - Livros em Ação

Você é capaz de imaginar quantas belas histórias tem em nossas páginas? Que tal ir agora mesmo à biblioteca da escola buscar mais um livrinho para ler? O quê? Você ainda não é sócio(a) da biblioteca? Então trate de associar-se logo. A leitura é fundamental para o estudante. E não se esqueça de doar livrinhos. Tenho certeza de que os coleguinhas adorarão ler as historinhas. No entanto, lembre-se de colocar em letras grandes o seu nome, série e o ano. Assim, os coleguinhas poderão comentar sobre o livro com você. E, mesmo quando você completar os estudos, a obra doada continuará viva na estante da biblioteca, assim como o nome do dono da boa ação que é doar livros. Viva os livros, os autores e suas lindas histórias! Boa leitura!

Mário Amaral Teixeira nasceu em Porto Alegre, em 15 de novembro de 1969. É autor de 10 livros dos gêneros romance-policial, crônicas, contos e infantis. Atua de forma efetiva no incentivo à leitura em escolas, feiras e demais eventos literários desde que ingressou na carreira de escritor em 2000. No ano de 2007 lançou a primeira edição do livro infantil: Garoto Boação. A estória do garoto que ensina os alunos a serem melhor filho, amigo e aluno, tornou-se um grande sucesso em centenas de escolas e em muitas cidades que o autor visitou ao longo destes anos. Diversos trabalhos foram realizados a partir desta obra. Após a quarta edição, lançada em 2009, o autor passou a contar com a parceria do seu irmão Cristiano Amaral Teixeira (reconhecido músico do certame musical gaúcho e baterista do grupo Tchê Guri) que musicou a letra do Garoto Boação, escrita pelo autor. A música postada no site do autor já teve mais de 10 mil downloads. Atualmente o Cristiano participa de inúmeros trabalhos junto com o autor. Para celebrar a décima edição do livro Garoto Boação sai esta nova versão lançada pela Editor Alcance. Espero que o Garoto Boação siga por muitos e muitos anos promovendo o bem por onde passa.

Conteúdo da aba

Mário Amaral Teixeira - Feres - Os góticos

Mário Amaral Teixeira nasceu em Porto Alegre, em 15 de novembro de 1969. É autor de 10 livros dos gêneros romance-policial, crônicas, contos e infantis. Atua de forma efetiva no incentivo à leitura em escolas, feiras e demais eventos literários desde que ingressou na carreira de escritor em 2000. Contribui como Blogueiro dos jornais Zero Hora e Diário Gaúcho desde 2010 no caderno Mais Canoas. Seus romances policiais colheram grande êxito junto ao público adolescente. Inúmeros trabalhos foram realizados a partir de suas obras, como: espetáculos teatrais, releituras e fichas de leitura. Na primavera de 2003 lançou a primeira edição do livro Féres: os Góticos. A obra tornou-se um sucesso imediato. Outras seis edições foram lançadas e esgotadas rapidamente. A história dos amigos Álvaro, Alcebíades, Maurinho, Darah e Líria um grupo de góticos que se depararam com o horripilante Feres numa de suas idas ao cemitério tornou-se cultuada por uma geração de leitores. O livro tornou-se o mais lido de inúmeras bibliotecas de escolas e cidades em pouquíssimo tempo. No ano de 2006 lançou “Feres os Anjos” a sequência de “Feres: os Góticos” que colheu igual êxito junto ao público jovem. Para celebrar os dez anos do lançamento da obra de suspense Feres: os Góticos é publicada a versão pocket pela Editora Alcance. Não deixem de ler este livro recheado de suspense, surpresas, reviravoltas e terror do início ao fim

Mário Amaral Teixeira nasceu em Porto Alegre, em 15 de novembro de 1969. É autor de 10 livros dos gêneros romance-policial, crônicas, contos e infantis. Atua de forma efetiva no incentivo à leitura em escolas, feiras e demais eventos literários desde que ingressou na carreira de escritor em 2000. No ano de 2007 lançou a primeira edição do livro infantil: Garoto Boação. A estória do garoto que ensina os alunos a serem melhor filho, amigo e aluno, tornou-se um grande sucesso em centenas de escolas e em muitas cidades que o autor visitou ao longo destes anos. Diversos trabalhos foram realizados a partir desta obra. Após a quarta edição, lançada em 2009, o autor passou a contar com a parceria do seu irmão Cristiano Amaral Teixeira (reconhecido músico do certame musical gaúcho e baterista do grupo Tchê Guri) que musicou a letra do Garoto Boação, escrita pelo autor. A música postada no site do autor já teve mais de 10 mil downloads. Atualmente o Cristiano participa de inúmeros trabalhos junto com o autor. Para celebrar a décima edição do livro Garoto Boação sai esta nova versão lançada pela Editor Alcance. Espero que o Garoto Boação siga por muitos e muitos anos promovendo o bem por onde passa.

Conteúdo da aba

Mario Pirata - Festaria

Mario Pirata. Brincadeiro e encantador de poemas. Se na época da Arca de Noé reuniram-se exemplares de vidas a serem salvas do Dilúvio, passagem bíblica, real ou fantasiosa, na Festaria de Mario Pirata reúne-se realmente quatro de seus importantes livros. Poesia que causa o maior encanto no leitor. Prazer de leitura desde o inédito Festaria, que abre esta coletânea aos publicados, e os consagrados, aqui reeditados, A magia do brincadeiro, O fazedor de balões e As minhocas também amam e mamam. Além de tudo, Mario faz do fazer poético sua própria profissão, realizando o sonho de muitos artistas a quem falta coragem para pôr o pé na estrada e viver de sua arte. Por isso leva, com amor, ao coração de cada criança e adolescente, o gosto pela poesia. Festaria é dessas espetaculares “coisas que se fazem / esculpidas na palma da mão.” Cada livro e cada verso desnudam a alma sensível do poeta, sempre: “Eu devo ter feito a primeira poesia para ganhar beijo de alguma guria.” Dessa maneira o Pirata ganhou o mundo, seja tomando cidades, países, falando de amor, ou da falta dele, como “Pequena ciranda”: Com a pá da palavra tirar a palha da palavra atrapalhada, o mar da palavra amarelo, o azul da palavra azulejo. Com a pá da palavra tirar o amor da palavra namorada e ver que sobra nada. E mais, inclusive poema de preocupação social, engajamento necessário aos bons poetas, sobretudo no belo Haicai do Terceiro Mundo: Criança dormindo na rua. Quem finge que não vê, acaba não vendo que finge. Ou a mais bela expressão poética: A lua pendurada é um brinco. Enfim, Mario Pirata, a cada verso destes quatro livros, “é poeta e brincadeiro. Marmanjo fantasioso, encantador de histórias, falador de poemas, descatador de caramujos, fazedor de miudezas, descascador de sonhares.” Bom apetite e bom proveito ao degustar cada gostoso poema.

Mario Pirata nasceu Mario Augusto Franco de Oliveira, em Porto Alegre/RS. Cursou Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participou de cursos na área de dança, teatro, música. Frequentou cursos de psicomotricidade e recreação terapêutica. Começou escrevendo folhetos, fazendo parte da “Geração mimeógrafo”, nos anos 70. Vem dedicando-se à educação, brincando com crianças, conversando com adolescentes e adultos, apresentando-se em teatros, feiras, congressos, praças, instituições, espaços culturais diversos com a Aula-espetáculo “RODA DE POESIA”. Mario já foi patrono e padrinho em inúmeras Feiras de escolas e estabelecimentos de ensino, como nas cidades de Mariana Pimentel, Camaquã, Alvorada, Arambaré, Tapes, Gravataí, Triunfo, Estância Velha, Novo Hamburgo, Arroio dos Ratos, Minas do Leão, Sertão Santana, Anta Gorda, Santa Cruz do Sul, Rio Pardo, Vera Cruz, Canoas, Guaíba, Torres, Cachoeirinha, Chuvisca, Eldorado do Sul, e outras. Também realizou “Macunaimando”, com o músico Marcelo Fornazier, “Sexta em verso” e “Mais do que nunca Poesia”, com a atriz e diretora Deborah Finocchiaro, e “Quando a poesia canta”, com a compositora e intérprete Karine Cunha. Participou de inúmeros saraus e encontros de poesia. Realiza oficinas de criatividade, onde o trabalho está voltado para o desenvolvimento da linguagem, sinalizando o caminho do professor para o universo da educação. Tem treze livros publicados, participações em antologias e publicações diversas, como as agendas “Livro da Tribo”. Escreveu “O cavaleiro da mão de fogo”, “Arca de Noel”, “O Auto de Natal do Abelardo”, além do texto “O Cisne”, respectivamente, para o grupo de teatro de bonecos A Caixa do Elefante, de Porto Alegre, e para o grupo Entre Linhas, de Novo Hamburgo. Integra o coletivo de poetas realizador dos eventos PORTOPOESIA e PORTO ALEGRE DÁ POESIA. Em 2011, ministrou Oficinas de Poesia e Linguagem, na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre.

Conteúdo da aba

Mariza Estela Leal - MEL a Mil

A leitura de MEL a Mil, de Mariza Estela Leal, nos impõe uma forte e agradável dúvida: Mais impressionante e admirável é a poesia de Mariza ou ela própria? Seus poemas encantados, de um lado; Do outro uma bela bruxa, fada, ilusionista, poeta, mulher. Em verdade são magias que se complementam ao longo da obra. Sentimentos que vão se organizando no livro pelo passar dos anos na caminhada da autora. Nas oito partes temáticas do livro – como Amor, Desamor, Vida, Natureza, Congraçamento, Poeticidade, Família –, brilham 74 poemas. Todos são testemunhos de mundo, vivência, sobrevivência. Daí extraímos puros sentimentos da amada buscando entregar-se ao amado, em versos como: Cavaleiro andante / Viajor do tempo / Que não tem tempo / Pra sentar no alpendre / De uma soleira / Sombreada por jasmins / Perfumes e odores / Que te abraçam e te envolvem / Chicoteadas pelo vento (Cavaleiro andante II, pg. 20). E a menina descobre menina: Descalça, enfim / nasce a mulher menina / Voando por mundos mágicos / com encantos e sortilégios / A menina moça brejeira / saltitante nas ruas da vida / Pairando e sentindo / a natureza latente / que se descortina em mantos de ilusão (Descalça, pág. 57). E a maturidade oferece a sabedoria: A sorte é de quem tem coragem / De virar a página e transformar / Pois o resto é grande bobagem / Não faz raiz, é só confirmar (Virando a página, pág. 78). Enfim, MEL a Mil é uma doce colméia para trazer doçura aos olhos e coração do leitor. Bom proveito! Rossyr Berny – Editor

Conteúdo da aba

Maurizio Gottardi e Mara Regina Miranda de Souza - Paróquia Nossa Senhora do Rosário

O objetivo deste livro é levar o leitor a fazer uma caminhada na História da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, nascida na fronteira sul – rio-grandense, às margens dos Rios Santa Maria e Ibicuí, estendendo seus braços até a Serra do Caverá, Distrito originário da Paróquia e da Cidade. O leitor de Rosário do Sul descobrirá que a História Desta Instituição Religiosa se mistura e se integra à História do Município de Rosário do Sul, tornando-se a obra, um instrumento capaz de ajudar a entender, religiosa, cultural e politicamente, o momento presente. Resgatar e recuperar o passado é um dever e um bem, um tesouro, pois, se os velhos não contam, á voz, e não narram, por escrito, e os jovens não escutam e não lêem, a História se interrompe, com enorme prejuízo para a cultura de um povo. Mas não é só isso. Nos fatos e acontecimentos, resultado do talento e esforço de muitas pessoas e entidades, poucas as mencionadas, na verdade, o leitor perceberá a presença exigente e amorosa daquele Deus que garantiu, repetidas vezes, pela boca dos profetas antigos: `Eu serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo.` Paralelamente, cada um que lê, poderá escrever outro livro, pois se sentirá, também, artífice desta História. Você, como muitos, faz parte desta História. O livro, agora, é seu. Corrija e, sobretudo, acrescente…a sua participação, a sua história, na História da Paróquia Nossa Senhora do Rosário e de Rosário do Sul. O Jubileu Sesquicentenário da Paróquia motivou este trabalho, sabendo que, o que se alcançou, não é um porto, e sim um momento para celebrar e agradecer, e, sem demora, retomar a viagem. Nossa Senhora do Rosário, Mãe do Salvador Jesus Cristo e desta Igreja, que peregrina em Rosário do Sul, sempre garantirá, com sua intercessão, ainda e sempre mais, `graças e bênçãos` ao longo de muitos anos.

Maurizio Gottardi, nasceu no povoado de Magasa-Valvestino na Provincia de Brescia, nos Alpes da Itália, aos 09 de fevereiro de 1938. O pai, Pietro, a mãe, Maria Dosolina, a ‘Lina’, duas irmãs, Elena e Ida e mais três irmãos, Fioravante, Luigi e Ângelo, uma família de pequenos agricultores.
Após os estudos primários na única Escola do Município, fez seus estudos filosóficos e teológicos no Seminário Maior de Trento e foi ordenado Sacerdote em 1965 na Igreja-Catedral da Diocese de Trento. Após ter permanecido por um ano na mesma Diocese, atuando como Vigário Paroquial da Paróquia ‘Sagrada Família’ na cidade de Rovereto, optou pela vocação missionária no Projeto ‘FIDEI DONUM’ e foi enviado para o Brasil, chegando em 1966, onde permanece até hoje. Exerceu a sua atividade sacerdotal na cidade de Restinga Seca (RS), Sobradinho (RS), São Sebastião do Tocantins (TO), Cacequi (RS) e, atualmente, está de Pároco na Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Rosário do Sul.
Diplomado em Filosofia, Estudos Clássicos e Teologia na Itália, revalidou seus estudos no Brasil cursando a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FIDENE) de Ijuí (RS), logrando Licenciatura em Filosofia com Habilitação de Professor em Filosofia, Psicologia e História Geral. 
Cursando a Universidade São Francisco de São Paulo, obteve Certificado de Pós-Graduação ‘Latu Sensu’ em nível de Especialização Teórico Prático em Comunicação Social (Rádio e Jornalismo).
Em Rosário do Sul, participou do “4º Encontro Internacional de História – Brasil 500 Anos” onde lhe foi conferido Certificado de Participação pelo Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS) e pela Prefeitura Municipal de Rosário do Sul.
A pedido do vereador Lino da Silva Furtado foi indicado a receber o TÍTULO DE CIDADÃO ROSARIENSE. O Legislativo aprovou a indicação através do Projeto de Lei nº 06/2001, que, em seu Art.1º diz:” É concedido Título de Cidadão Rosariense ao Pe. Maurizio Gottardi, Pároco da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, em reconhecimento público pelos relevantes serviços prestados à Comunidade Rosariense”.

——————–

Mara Regina Miranda de Souza,Professora Estadual, é natural de Rosário do Sul. Licenciada em Estudos Sociais; Pós-graduada em Psicopedagogia com Abordagem Escolar pela URCAMP – campus Universitário de Alegrete. Pesquisadora,vem atuando em nome da preservação da cultura de Rosário do Sul. Em 1995, foi laureada com o Troféu Mulheres de Expressão, na área da cultura. Durante seis anos ocupou o cargo de Secretária Municipal de Educação e Cultura de sua cidade, recebendo, em 2001 o Diploma Destaque de Secretária Municipal MaisAtuante. Foi-lhe concedido o Troféu Destaque “Cultura, História e Projetos Culturais”,em 2003. É Autora do Projeto “Memória Reunida, Respeito
ao Futuro”, aprovado pela Lei Municipal n°. 2.414/03. Organizou a obra “Rosário do Sul através do tempo – Apontamentos de Mário Ortiz de Vasconcellos”, lançada em 2004.
Em 2006, foi Patronesse da 25ª Feira Municipal
do Livro de Rosário do Sul.
Já, em 2007 lançou a obra Parlamento de Rosário
do Sul -Trajetória de 130Anos (1877-2007).
Recebeu o troféu “Destaque Cultural Gaúcho
2007-2008”.
É sócia da Associação Nacional de Divulgação da
História Política e da Cultura do RS(ANDHPCRS).
Mara Regina também é Membro da Academia de
Letras dos Municípios do Rio Grande do Sul,
ALMURS, cadeira n° 30, tendo como patrono José
Narciso da Silveira Antunes.

Conteúdo da aba

Mestre Lago - Terra - Um novo mundo

Mestre Lago sempre foi artista, homem ligado ao teatro, experimentado nos palcos e, com talento, transforma seus espectadores em leitores, agora, com a publicação de uma obra singular: Terra: Um novo mundo. Aqui reúne prosa, poesia, música e esquetes. Mas, seja qual a roupagem que usa nos múltiplos textos, o desvelamento é sempre o mesmo: a preocupação social com a humanidade. Perde o sono buscando a dignidade a todos, chamando a atenção à necessidade do zelo pela natureza, pelo caráter indispensável. Em seu Terra: Um novo mundo o ator Mestre Lago derrama e inunda com temas variados sua colaboração para o aprimoramento humano – ameaçado pelo fantasma da AIDS, pela Dengue, o perigo pelos acidentes de trabalho, insegurança, meio ambiente, com linguagem popular e engraçada. Mas rica e hilária. Tudo isso com a melodia de suas músicas e o encanto de seus versos. E é de Macaé, pequeno paraíso da Região dos Lagos, Rio de Janeiro, que nasce ao grande público esta bela obra, a exemplo de outros autores macaenses que a Alcance orgulha-se em publicar: a atriz Gleisa Viana Bastos e o professor Carlos Renato Carvalho Moreira. Mestre Lago transporta para as páginas de seu primeiro livro a magia da encenação teatral. O show literário começa agora.
Mestre Lago tem 59 anos, mora em Macaé – Rio de Janeiro e, além de ser escritor, pertence à Ordem dos Músicos do Brasil. Depois de aposentado, conheceu o meio teatral e descobriu um dom artístico como autor de peças teatrais, compositor, músico, poeta e dramaturgo. Por mais de 12 anos se apresentou pelo Brasil em diversas peças, atuando, cantando ou criando roteiros. O carioca faz uso de seus sete anos de experiência na Secretaria de Meio Ambiente de Macaé para enriquecer seus textos com uma forma singular de conscientização. Aborda, com propriedade, os temas mais diversos como preservação ambiental, saúde e reciclagem.

Mestre Lago sempre foi artista, homem ligado ao teatro, experimentado nos palcos e, com talento, transforma seus espectadores em leitores, agora, com a publicação de uma obra singular: Terra: Um novo mundo. Aqui reúne prosa, poesia, música e esquetes. Mas, seja qual a roupagem que usa nos múltiplos textos, o desvelamento é sempre o mesmo: a preocupação social com a humanidade. Perde o sono buscando a dignidade a todos, chamando a atenção à necessidade do zelo pela natureza, pelo caráter indispensável.

Em seu Terra: Um novo mundo o ator Mestre Lago derrama e inunda com temas variados sua colaboração para o aprimoramento humano – ameaçado pelo fantasma da AIDS, pela Dengue, o perigo pelos acidentes de trabalho, insegurança, meio ambiente, com linguagem popular e engraçada. Mas rica e hilária. Tudo isso com a melodia de suas músicas e o encanto de seus versos. E é de Macaé, pequeno paraíso da Região dos Lagos, Rio de Janeiro, que nasce ao grande público esta bela obra, a exemplo de outros autores macaenses que a Alcance orgulha-se em publicar: a atriz Gleisa Viana Bastos e o professor Carlos Renato Carvalho Moreira.

Mestre Lago transporta para as páginas de seu primeiro livro a magia da encenação teatral. O show literário começa agora.

Conteúdo da aba

Mestre Lago - A Beringela e o jerimum

A Beringela e o jerimum é o segundo livro do Mestre Lago. Em 2011 publicou Terra – Um novo mundo, obra que alerta sobre os riscos e malefícios que nós, humanos, podemos causar ao nosso planeta. Mas ainda a tempo de mudarmos a perigosa rota. Nesta nova empreitada lítero-teatral, Mestre Lago nos brinda com este belo e rico conto de fadas brasileiro, com sotaque nordestino, recheado de muito forró. Tematiza com graça e sabedoria, hábitos e costumes regionais e brasileiros. É múltipla comédia que agrada e encanta crianças e adultos. Rossyr Berny – Editor
Mestre Lago tem 59 anos, mora em Macaé – Rio de Janeiro e, além de ser escritor, pertence à Ordem dos Músicos do Brasil. Depois de aposentado, conheceu o meio teatral e descobriu um dom artístico como autor de peças teatrais, compositor, músico, poeta e dramaturgo. Por mais de 12 anos se apresentou pelo Brasil em diversas peças, atuando, cantando ou criando roteiros. O carioca faz uso de seus sete anos de experiência na Secretaria de Meio Ambiente de Macaé para enriquecer seus textos com uma forma singular de conscientização. Aborda, com propriedade, os temas mais diversos como preservação ambiental, saúde e reciclagem.

Mestre Lago sempre foi artista, homem ligado ao teatro, experimentado nos palcos e, com talento, transforma seus espectadores em leitores, agora, com a publicação de uma obra singular: Terra: Um novo mundo. Aqui reúne prosa, poesia, música e esquetes. Mas, seja qual a roupagem que usa nos múltiplos textos, o desvelamento é sempre o mesmo: a preocupação social com a humanidade. Perde o sono buscando a dignidade a todos, chamando a atenção à necessidade do zelo pela natureza, pelo caráter indispensável.

Em seu Terra: Um novo mundo o ator Mestre Lago derrama e inunda com temas variados sua colaboração para o aprimoramento humano – ameaçado pelo fantasma da AIDS, pela Dengue, o perigo pelos acidentes de trabalho, insegurança, meio ambiente, com linguagem popular e engraçada. Mas rica e hilária. Tudo isso com a melodia de suas músicas e o encanto de seus versos. E é de Macaé, pequeno paraíso da Região dos Lagos, Rio de Janeiro, que nasce ao grande público esta bela obra, a exemplo de outros autores macaenses que a Alcance orgulha-se em publicar: a atriz Gleisa Viana Bastos e o professor Carlos Renato Carvalho Moreira.

Mestre Lago transporta para as páginas de seu primeiro livro a magia da encenação teatral. O show literário começa agora.

Conteúdo da aba

Miguel Limberger - Entre a flor e o pecado

O murmúrio das palavras do Miguel conduz-nos pelo mundo das emoções e dos momentos que todos presenciamos e, algumas vezes, vivemos. É um vaguear pelos caminhos do presente, pelas vivências que marcam a nossa existência. Este livro é uma tela pincelada com momentos reais, mesmo que sejam reais só na nossa imaginação, que nos aprisionam quando estamos “tentando fugir do próprio corpo” e conseguimos, desta forma, observar todos os pormenores de cada história carregada de estórias, movimentos automáticos, panoramas que todos vemos mas que poucos conseguem observar, sentimentos profundos que todos vivenciamos mas que, na nossa timidez, pouco expressamos. “Do outro lado do vidro” vemos contos modernos carregados de emoções e sentimentos expressos por entre a descrição de episódios reais que todos podemos trazer para o nosso mundo como um memorial de flashes gravados no disco rígido da nossa existência. São partituras de uma antologia, notas enraizadas numa pauta composta por fios loiros onde a sinfonia se entrelaça com o ritmo, onde o eu se aproxima do tu para formar o nós, onde a tela é composta por pessoas reais e atuais, onde os encontros casuais se transformam em loucos momentos gravados pelas lentes dos nossos olhos que tudo veem mas que filtram momentos, momentos guardados no coração. O Miguel conseguiu criar momentos, momentos que todos vemos, vivemos e apreciamos no quotidiano. Casualidades que enriquecem “este estranho animal”, este gato peregrino das nossas vidas que deseja saborear estas palavras tingidas numa folha branca. Esta obra é o retrato de uma atualidade submersa em vivências mas onde se pode observar o tímido sentimento existente. É o olhar para os momentos presentes. É um grito silencioso onde o seu eco ruidoso dá um sentido ao presente nas nervuras da coragem de quem vê, observa e regista. Miguel Amori (pseudônimo de Mário Rodrigues) Nasceu em Sernancelhe, distrito de Viseu (Portugal), em 25.12.1977. É professor, poeta e escritor. Tem 10 obras publicadas de poesia, história e um drama. Além disso, fundou e coordena a revista Tesouro Escondido.

Miguel Limberger é poeta, escritor, compositor e jornalista. Desde cedo viu despertar em si o gosto pela leitura. Por consequência, nos tempos seguintes, o prazer em escrever. Depois do primeiro livro, Fagulhas de um poeta, em 1982, não parou mais. Sua obra foi crescendo em quantidade e qualidade. Ao ponto de ser um grande conquistador de troféus por todo o País. Os sete livros, em sequência a “Fagulhas”, por certo “incendiaram” a vida do escritor, a cada dia mais conhecido e reconhecido por seu trabalho literário. E este Título do livro vem confirmar tudo isso. Profissionalmente Miguel é dirigente sindical, presidindo há várias gestões o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, da cidade gaúcha de Segredo. “Quase um Coronel!”, brincam os amigos. Sua paixão pelo ser humano lhe confere reconhecimento por sua luta. Enfim, o escritor Miguel Limberger e seus personagens traduzem a vida do cidadão brasileiro e sua realidade.

Conteúdo da aba

Miguel Russowsky -

Miguel Russowsky nasceu em Santa Maria-RS, em 21 de junho de 1923. Em 1940, ingressou na Escola de Medicina. Formou-se pela UFRGS, em 1946. Durante o tempo de estudante já escrevia poesias e as publicava na revista do centro acadêmico. Mudou-se para Joaçaba em fevereiro de 1948 e atuou como médico em clínica geral, cirurgia geral, obstetrícia, pediatria e radiologia. Foi o sonetista mais premiado do país. Venceu três concursos internacionais. Obteve também outras classificações em trovas e poesias. Publicou nove livros de poesias, dos quais dois em teatro. A partir de 1951, escreveu: Céu de estrelas; O julgamento de Tiradentes (poesia-peça teatral em 10 quadros); O segredo do pântano (peça teatral em versos); Poesias melancólicas; Noite de lua; Cadeira de balanço; …confeitos de quimera.; O profano e o sagrado (em parceria com José Fabiano); Cantares de um vulcão quase extinto e Sonetos bem-sucedidos. Suas últimas obras foram publicadas pela Editora Alcance. O livro Cadeira de balanço, publicado pela Alcance em 1996, foi considerado o melhor livro nacional de poemas. Faleceu aos 86 anos, em 03 de outubro de 2009, em Joaçaba-SC. Casado com Dona Vitória, foi pai de Leila Raquel, June (in memoriam), Miguel Igor, Sílvia Verônica e avô extremoso de Luciana, Liana, Andre, Andreia, Guilherme, Arthur e Victor e bisavô de Davi e Marina.

Conteúdo da aba

Murilo Penha Ceolin - Perpétua e o mistério das sombras

Talvez estejamos testemunhando, com o lançamento desta novela juvenil Perpétua e o mistério das sombras, o surgimento de um grande escritor, que o futuro confirmará (ou não). Isso porque muitas são as carreiras, os caminhos, as veredas que desviam jovens vocações de seus verdadeiros destinos. E não se cumpre o círculo, a etapa de crescimento e maturação em que são forjados os grandes artistas. Oxalá, Murilo Ceolin, o jovem talento de quem falo, confirme tudo o que este seu livro de estreia sugere e certamente ele não se perderá nesta rota que pode levá-lo a um lugar de destaque na literatura gaúcha. Seu livro conta a história de Perpétua, uma garota de 13 anos de idade que, ao ser matriculada pelos pais numa escola especial, descobre ser portadora de uma maldição, assim como todas as garotas e garotos que completam 13 anos. O caso é que Perpétua descobre, através de uma amiga da escola, Marta, que um tal Senhor das Sombras, um zumbi, possui um exército de sombras que atuam procurando o corpo de uma garota ou garoto de 13 anos para servir ao referido Senhor das Sombras, que precisa retornar à vida usando, para isto, o corpo de um jovem desta idade e que deve ser morto por uma das sombras que servem ao tal zumbi. Os pais, Patrick e Rita e os amigos Josh, Marta, Samanta e o cão labrador Lerman compõem o universo particular desta aventura criada com talento pelo jovem Murilo Ceolin.

Murilo Penha Ceolin ou apenas Murilo Ceolin, mora desde que nasceu em Gravataí, na grande Porto Alegre, com os pais, irmã e sua cachorra Teckel, Dori. Não era muito interessado em leitura, mas quando ganhou o seu primeiro livro de aniversário “Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios” de Rick Riordan, e deixá-lo seis meses engavetado, resolveu ler e se encantou com a história! Aos 15 anos de idade, em outubro de 2010 pôs em prática suas ideias e criou “Perpétua e o Mistério das Sombras”, o primeiro livro de uma trilogia cheia de surpresas, fantasia e mistério, agora com 17 anos, o jovem Murilo estudante do ensino médio está publicando o seu primeiro livro de muitos outros livros que virão.

Conteúdo da aba

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z