Mara Lua da Rosa
Sobre a Autora:
Mara Lua da Rosa é natural de Porto Alegre, RS. É formada em Letras, com bacharelado em Assessoria Executiva Bilíngue pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Hoje, trabalha como Assessora Executiva na Câmara Federal e como alfabetizadora de idosos.
Em 2003, a autora recebeu, com a poesia “Duas Faces”, a Menção Honrosa no IV Concurso Koinonia de Poesias e ficou entre os classificados no certame literário Prosa e Verso, da Academia Brasileira de Pesquisas e Estudos Literários. No mesmo ano, teve, também, poesia publicada no livro “Mulheres Poetando”, editado pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Em 2004, com o conto “A Culpa é do Guaíba”, conquistou o 2º lugar na categoria Contos Estaduais, no 7º Concurso Prêmio Missões. Entre 2004 e 2008, a vida exigiu sua total atenção com quem sempre lhe dedicou prioridade, nada produzindo de literário nesses quase quatro anos. Mas, de alguma maneira, alimentou-se de sentimentos, experiências, inquietações que fizeram despertar em si a escritora adormecida.
Em julho de 2008, lançou o blog Construtora de Palavras que foi relevante para a criação de Outras Manhãs. A partir do blog, começou a interagir com os leitores, aprendeu a transformar tanto a crítica quanto os elogios em algo a ser refletido.
Livros:
Palavras do editor:
A manhã é a parte melhor do dia de Mara Lua da Rosa. Seu dia inteiro é todo manhã. Simples de explicar: se Mara Lua da Rosa fosse uma estação do ano, seria, por certo, o Verão, pura luminosidade; talvez a Primavera, toda cores; até quem sabe o Outono, galhos desnudando-se e folhas amarelecendo caminhos. Mas jamais o Inverno, gelado e cinzento. Ah, e se lua fosse, claro, seria a Crescente.
Os personagens que desfilam ao longo do livro são basicamente femininos – desde a dedicatória – pois seu senso de valor maior é o de “filha, neta, mãe, mulher. Plural.” Segue assim o livro todo. Uma bênção, tudo isso.
Seu calor humano tem a força eruptiva do magma, mas, igualmente, a perfeição social e familiar das colmeias. Quanto mais próxima de seus próximos, mais fraterna se manifesta.
Bastaram-lhe apenas cinco contos para desvelar seu universo humano, sua riqueza de mulher que deseja levar a todos as suas manhãs e suas estações luminosas da vida.
Outras manhãs revela uma autora de quem muito se ouvirá falar, por certo, pois seu texto fluente, eivado de íntima contundência, chega sem pedágios ao coração do leitor. Ou, como ela mesma afirma: “a obra não pertence mais a mim; socializada, pertence a todos”.
Bravíssimo!
Rossyr Berny – Editor





































