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Odilon Félix Santiago - Poesia para seu bem

    Para gostar de belos poemas basta ler este livro inaugural de Odilon Félix Santiago.

    Parece pouco elogio? É muito! Por serem poemas que nos tocam a sensibilidade. Tanto que, ao lê-los, tornam-se nossos, também.

    Odilon é um poeta que se põe no lugar do leitor. E encanta-o com sua grande qualidade poética e humana.

                Rossyr Berny – Editor    

                Odilon Félix Santiago nasceu em Porto Alegre-RS, em 1989 e foi criado em Rosário do Sul-RS, sua cidade do coração. Filho de Odilon e Jari Santiago, viveu uma infância travessa e sonhadora ao lado do irmão Arilon, que o ensinou a ler e escrever aos 4 anos.

                Desde cedo teve forte influência literária através de sua mãe Jari, professora e bibliotecária, que sempre o levava para as Feiras do Livro rosarienses. É casado com Ariane Félix, cúmplice de seu grande amor que teve como frutos seus filhos Miguel e Laura.

                É militar do Exército Brasileiro, formado na Escola de Sargentos das Armas, em Três Corações-MG, em 2009. Durante sua trajetória, passou a trabalhar em diversos projetos sociais e de caridade nas cidades nas quais residiu, principalmente em Santana do Livramento-RS. Também é músico tradicionalista, compositor e ilustrador. Agora publica seus primeiros poemas, para celebrar a vida e materializar sua poesia interior.

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Odone Antônio Silveira Neves - A Representação do Escritor em O Resto é Silêncio de Erico Verissimo

A Representação do Escritor em O Resto é Silêncio de Erico Verissimo, obra de Odone Antônio Silveira Neves, é o resultado da dissertação de Mestrado em Teoria da Literatura que o autor realizou na intenção de aperfeiçoar seu acervo cultural. O autor esmera-se no estudo detalhado dessa junção autor-personagem, ou seja, Erico Verissimo/Tônio Santiago. Sabe-se que a literatura é uma floresta de símbolos e nela ecoam vozes múltiplas que usam vestimentas hieroglíficas que per-mitem ao escritor criar algo imaginário que se propõe como real, mesmo não o sendo. Todas as realidades e as fantasias só podem tomar forma através da escrita. Assim, na arte da palavra o verdadeiro e o falso se confundem, uma vez que é ela, a literatura, que possibilita seja o texto o lugar da realização do desejo, sempre preenchendo páginas brancas e espaços vazios. Não cabe ao analista literário querer achar a verdade do texto ficcional (nunca ele será totalmente encontrado), e menos ainda querer descobrir se autor/personagem se identificam. Mas, por outro lado, a ficção acaba por ter vida própria. E justamente neste ponto Odone Antônio vai a fundo e explora a questão: Erico Verissimo é Tônio Santiago? A vida imita a arte? A arte imita a vida? Neste contexto o autor navega com segurança, com domínio de conhecimento e sabe explanar sua posição. Quem ler esta obra concordará com o que afirmo aqui. A sequência textual e lapidar traz à tona uma temática que encanta, notadamente, àqueles que conhecem a obra do grande Erico Verissimo. Odone Antônio Silveira Neves registra-se para sempre na historio-grafia dos pampas com a certeza de que seu trabalho se coloca entre os primeiríssimos no gênero. Ligia Antunes Leivas Pelotas/RS, inverno de 2009

Odone Antônio Silveira Neves é natural de Porto Alegre/RS, graduado em Letras Português/Francês e respectivas literaturas. Especialização em Língua Portuguesa pela UFRGS. Mestre em Teoria da Literatura (Erico Verissimo) na PUCRS. Cursou Oficina de Criação Literária em Poesia, com o Prof. Charles Kiefer. Estágio de Língua e cultura francesas na Université Stendhal de Grenoble, França. Estágio no Centro Áudio Visual de Língua Moderna – VICHY, França. Foi professor de Por-tuguês na Faculdade Porto Alegrense de Educação, Ciências e Letras e de Francês na Feevale, Novo Hamburgo/RS. Assessor Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre. Membro da Diretoria da Casa do Poeta rio-grandense, Acadêmico titular da Academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves. Foi Professor de Português e Francês nos colégios estaduais Júlio de Castilhos, Costa e Silva e em escolas municipais de Porto Alegre. Atualmente leciona na Escola de Ensino Médio Emilio Meyer, nos cursos Normal e Médio. Tem participado de inúmeras atividades Acadêmicas relacio-nadas à sua área como cursos, palestras, seminários e congressos.

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Odone Antônio Silveira Neves - Revelacao da alma

Odone Antônio Silveira Neves é natural de Porto Alegre/RS, graduado em Letras Português/Francês e respectivas literaturas. Especialização em Língua Portuguesa pela UFRGS. Mestre em Teoria da Literatura (Erico Verissimo) na PUCRS. Cursou Oficina de Criação Literária em Poesia, com o Prof. Charles Kiefer. Estágio de Língua e cultura francesas na Université Stendhal de Grenoble, França. Estágio no Centro Áudio Visual de Língua Moderna – VICHY, França. Foi professor de Por-tuguês na Faculdade Porto Alegrense de Educação, Ciências e Letras e de Francês na Feevale, Novo Hamburgo/RS. Assessor Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre. Membro da Diretoria da Casa do Poeta rio-grandense, Acadêmico titular da Academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves. Foi Professor de Português e Francês nos colégios estaduais Júlio de Castilhos, Costa e Silva e em escolas municipais de Porto Alegre. Atualmente leciona na Escola de Ensino Médio Emilio Meyer, nos cursos Normal e Médio. Tem participado de inúmeras atividades Acadêmicas relacio-nadas à sua área como cursos, palestras, seminários e congressos.

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Olinto Vargas - Madrugada de Sonhos

Olinto Vargas não é “marinheiro de primeira viagem” nessa tarefa de escrever/publicar livros. Bem pelo contrário. Este que o leitor agora lê já é a quinta publicação deste poeta que se notabiliza por uma linguagem bem coloquial em que vai tematizando os assuntos de uma realidade vivenciada, ora com extremo bom humor, divertindo-se e divertindo o leitor com versos em que salta aos olhos, traços da triste realidade brasileira, como naquele em que fala da “muamba na cueca”, ou mais leve, como em “brincando de bricabraque”. Mas os temas sérios, digamos assim, também são recorrentes, seja para homenagear as mães, seja para referir-se aos rios deste Rio Grande ou reve-renciar o sagrado lugar dos livros: a biblioteca.
Usando variados metros – redondilhas maiores, decassíla-bos, alexandrinos –, Olinto Vargas destaca seu amor à escrita e à leitura, estimulando as pessoas de todas as idades a cultivar tal hábito.

José Édil Alves
Ensaísta e Crítico Literário

Filho de José Silveira de Vargas e de Adelaide Gonçalves Garcia de Vargas, nasceu em Pesqueiro, 1º Distrito de Montenegro, em 17/01/1924. Casou com Eny Jorgina (falecida), e tiveram quatro filhos: Dalva Maria e Delma Teresinha (falecida), Walmor José e Rogério João. É avô de: Mário Marcelo, Altamir Júnior, Felipe, Camila, André, João Marcos (falecido), Lucas José, Mateus, Israel Francisco e Bruna e mais uma neta adotiva, Cátia Simone. Foi agricultor, marinheiro, militar, lenhador, oleiro, cobrador de ônibus, carpinteiro e mestre-de-obras. Seu gosto pela poesia iniciou na infância, ao ler Antônio Chimango, de Amaro Juvenal. Já adulto inspirou-se em Lauro Rodrigues, Invernada Vazia, e, mais recentemente, em Jayme Caetano Braum, nas Pajadas. Em 1979 escreveu seu primeiro poema: “Um Assalto na Praça”, soneto que consta em Na Aurora de Um Novo Tempo, sua Segunda obra publicada. Após vieram: Desbravando Horizontes e Pelos Caminhos do Tempo. Agora publica Madrugadas de Sonhos. Desde 2011 escreve para o Jornal Líder do Vale, de Sapucaia do Sul.

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Olinto Vargas - Momento Fascinante

Olinto Silveira de Vargas inaugurou-se Poeta em 1999, anunciando: “Com Sonhos e Devaneios / comecei rodar meus passos”; Em 2000, na Aurora de um Novo Tempo, conclama: “que outros sigam este exemplo / na aura do me caminho!”; Na terceira obra, de 2001, confessa que em “Desbravando Horizontes / descobri fecundas fontes / para encantar a minha alma!” E, junto à sua alma, encanta a alma de seus leitores. Pensando em andar mais devagar nas publicações, nos diz, em 2002: Pelos Caminhos do Tempo, / agora eu dou um tempo ao tempo / com vagar e com mais calma! Verdade, pois a próxima publicação viria em 2015, em sua Madrugada de Sonhos, retomando sua rima e belos sonetos. Momento Fascinante é, portanto, o sexto livro do longevo poeta Olinto Silveira de Vargas, neste 2017. Felizmente vai longe o tempo em que, para o poeta, o bonito era partir cedo da vida, de preferência, trágica e dramaticamente. Pois este poeta, para a alegria de quem o lê, conhece e o admira, chega ao 93 anos de idade na perfeição do verso e da lucidez. Exulta em afirmar: Andei tanto nesta vida, / Nem assim fiquei cansado; / Não ouso ficar parado, / Se eu parar, tombo em seguida! E não cessam, nunca, Poeta e Poesia: No Sarau Grande de Cima / eu darei meu bom exemplo / declamando minha rima / Pelos Caminhos do Tempo. Por todos os tempos, não temo em afirmar a permanência dos livros de Olinto Vargas. Rossyr Berny – Editor, Março de 2017

Filho de José Silveira de Vargas e de Adelaide Gonçalves Garcia de Vargas, nasceu em Pesqueiro, 1º Distrito de Montenegro, em 17/01/1924. Casou com Eny Jorgina (falecida), e tiveram quatro filhos: Dalva Maria e Delma Teresinha (falecida), Walmor José e Rogério João. É avô de: Mário Marcelo, Altamir Júnior, Felipe, Camila, André, João Marcos (falecido), Lucas José, Mateus, Israel Francisco e Bruna e mais uma neta adotiva, Cátia Simone. Foi agricultor, marinheiro, militar, lenhador, oleiro, cobrador de ônibus, carpinteiro e mestre-de-obras. Seu gosto pela poesia iniciou na infância, ao ler Antônio Chimango, de Amaro Juvenal. Já adulto inspirou-se em Lauro Rodrigues, Invernada Vazia, e, mais recentemente, em Jayme Caetano Braum, nas Pajadas. Em 1979 escreveu seu primeiro poema: “Um Assalto na Praça”, soneto que consta em Na Aurora de Um Novo Tempo, sua Segunda obra publicada. Após vieram: Desbravando Horizontes e Pelos Caminhos do Tempo. Agora publica Madrugadas de Sonhos. Desde 2011 escreve para o Jornal Líder do Vale, de Sapucaia do Sul.

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Onélio Dias de Moraes - Vendas na saúde

Faça o teste. Visite uma livraria especializada em management. Procure o espaço destinado a livros ligados a vendas. Tenha certeza que você levará um longo tempo para conhecê-los. São os mais variados temas, direcionados aos mais variados ramos de empresas. Entretanto, são limitadas as obras que tratam de serviços, e nada em especial na área da saúde. Por isso Vendas na Saúde, Como formar uma equipe de vendas de alto desempenho foi escrito para preencher uma laguna desse importante segmento, o segmento da área da saúde. A obra reflete os mais recentes conhecimentos da Administração de Vendas, formatados a partir da Teoria Geral de Sistemas e na visão de processos, aliados as estratégias, conhecimento e ferramentas do trabalho em equipe. Trata-se de indispensável fonte de consulta para as empresas privadas ou sem fins lucrativos, empresários, profissionais liberais e os profissionais que atuam na área da saúde, inclusive os estudantes, buscando entender a arteciência da Administração de Vendas. Obra necessária a todos os que procuram soluções objetivas para perpetuar a empresa e os profissionais no mercado. Lembre-se: Conhecer e utilizar os ensinamentos da Administração de Vendas na Área da Saúde não é um capricho, modismo, estratégia ou obrigação, mas apenas um ato de inteligência.

Administrador de Empresas. Consultor na Área da Saúde. Pós-Graduação em Administração Hospitalar. Tem cursos de especialização em Materiais, Compras, Vendas e Marketing. Experiência de 41 anos na Administração Hospitalar. Desenvolveu trabalhos de consultoria e treinamento em 65 hospitais e serviços de saúde nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Atuou por diversos anos na Administração de Vendas e Compras nos Hospitais Moinhos de Ventos e na Fundação Universitária de Cardiologia. Publicou, em parceira com Índio Cândido e Elenara Vieira de Vieira, o livro Hotelaria Hospitalar – Um novo conceito no atendimento ao cliente da saúde EDUCS -Editora da Universidária de Caxias do Sul. Atuou como Professor na disciplina de Administração de Materiais no IAHCS – Instituto de Administração Hospitalar e Ciências da Saúde. Visite o site www.vendasnasaude.com.br

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Organizadoras: Lilian Zieger Joanne Maluf Maura Helena Gomes Rosane Zimmer Tâmara Canabarro - Sentido de vida

Em um mundo de transformações rápidas, de acúmulo de informação, de ampliação das fronteiras do conhecimento, de transformação tecnológica, de espaços sociais e educacionais ressignificados e configurações de novas subje-tividades, educadores, sociólogos, filósofos, psicólogos, pedagogos e psicopedagogos perguntam-se pelo sentido de vida e suas constituições. O livro Sentido de vida: Educação, vem contribuir com essa discussão com diferentes abordagens teóricas, com o resgate e apreensão dos sentidos e com os significados de vida dos indivíduos e dos coletivos. Os autores enveredam-se em uma trama interdisciplinar, num verdadeiro exercício hermenêutico de compreensão e análise dos sentidos constituídos pelo conhecimento, pela tecnologia e por diferentes realidades sociais, que redefinem a subjetividade, ampliam a visão da educação e lançam novos horizontes sobre a vida na atualidade. Da infância ao envelhe-cimento humano, dos sintomas da sociedade virtual, tecnológica e capitalista, ao resgate da autonomia e da autoestima do indivíduo, a educação é evidenciada em sua potência significadora.

Desde o final da década passada, os supervisores educacionais do Brasil lutam pela regulamentação da sua profissão. O PLC 132/2005 chegou a ser aprovado em todas as Comissões na Câmara de Deputados e no Senado Federal em Brasília. A tão esperada festa da comemoração estava organizada, quando a supervisora Lilian Zieger, então presidente da ASSERS, recebeu a notícia do veto do Exmo. Sr. Presidente da República à lei.
A decepção de todos os supervisores brasileiros foi muito grande! Depois de quase dez anos de caminhada e tantos debates em Brasília (sem pronunciamentos contrários ao projeto de lei, pelos órgãos governamentais), o veto presidencial consistiu numa surpresa para todos, inclusive deputados e senadores que relataram e votaram a favor da regulamentação da profissão.
Apesar de toda a situação ser, em parte, preocupante, a busca pela valorização e reconhecimento da profissão vai continuar. Escola sem supervisor educacional é barco sem rumo!

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Organizadoras: Lilian Zieger Joanne Maluf Maura Helena Gomes Rosane Zimmer Tâmara Canabarro - Supervisão Educacional - uma visão caleidoscópia

Desde o final da década passada, os supervisores educacionais do Brasil lutam pela regulamentação da sua profissão. O PLC 132/2005 chegou a ser aprovado em todas as Comissões na Câmara de Deputados e no Senado Federal em Brasília. A tão esperada festa da comemoração estava organizada, quando a supervisora Lilian Zieger, então presidente da ASSERS, recebeu a notícia do veto do Exmo. Sr. Presidente da República à lei. A decepção de todos os supervisores brasileiros foi muito grande! Depois de quase dez anos de caminhada e tantos debates em Brasília (sem pronunciamentos contrários ao projeto de lei, pelos órgãos governamentais), o veto presidencial consistiu numa surpresa para todos, inclusive deputados e senadores que relataram e votaram a favor da regulamentação da profissão. Apesar de toda a situação ser, em parte, preocupante, a busca pela valorização e reconhecimento da profissão vai continuar. Escola sem supervisor educacional é barco sem rumo! Lilian Zieger Presidente da Associação Nacional de Supervisores Educacionais do Brasil/ANSEB

Desde o final da década passada, os supervisores educacionais do Brasil lutam pela regulamentação da sua profissão. O PLC 132/2005 chegou a ser aprovado em todas as Comissões na Câmara de Deputados e no Senado Federal em Brasília. A tão esperada festa da comemoração estava organizada, quando a supervisora Lilian Zieger, então presidente da ASSERS, recebeu a notícia do veto do Exmo. Sr. Presidente da República à lei.
A decepção de todos os supervisores brasileiros foi muito grande! Depois de quase dez anos de caminhada e tantos debates em Brasília (sem pronunciamentos contrários ao projeto de lei, pelos órgãos governamentais), o veto presidencial consistiu numa surpresa para todos, inclusive deputados e senadores que relataram e votaram a favor da regulamentação da profissão.
Apesar de toda a situação ser, em parte, preocupante, a busca pela valorização e reconhecimento da profissão vai continuar. Escola sem supervisor educacional é barco sem rumo!

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Orli Costa - O coronel é o lobisomen e outras histórias mais misteriosas

Orli Costa é um grande contador de histórias. E aí vai um grande elogio, pois o imorredouro Erico Verissimo também assim gostava de ser identificado. Os dois têm em comum o domínio da palavra. Mais, da criatividade literária. Pois neste seu segundo livro publicado aprimora e amplia as qualidades anteriores apresentadas em Entre o ódio e a paixão – Revelações, de 2008. A caminhar longe se começa por caminhar perto, e a escrever bem se aprende pelo exercício contínuo, desde que o escritor, a exemplo de Orli Costa, seja um predestinado das letras. O autor tematiza sobre os chamados “Irmãozinhos fuzilados,” histórias terríveis; e sobre teu detetive para lá de folgado, arriscando o pelo, mas tudo muito bem narrado e com uma maneira especial de contar as histórias todas. Tens um talento raro de nos carregar com tua narrativa. O Sátiro e a ninfeta, nos alerta que somos todos mortais. E pecadores, por cima. Mas pecados naturais, humanos, e bons, ora! Bem, então Fumando Espero… mas espero que demore o fim do livro, por que todo seu desenrolar é uma magia só. E o melhor, nem precisa se ser gente da fronteira para nos sentirmos em casa nessa leitura. Que coisa! Por fim, Crime na esquila até música nos traz à mente: “Quando é tempo de tosquia já clareia o dia…), um luxo esse teu conto. Bem a propósito vem a encerrar o livro. Curiosamente, parece não haver nada parecido ou algo que ligue tua literatura aos Cem anos de solidão do grande Gabriel Garcia Marquez, mas que o livro dele e o teu tem pontos de contato, a tem. E esse é o maior elogio que posso fazer ao escritor e amigo Orli. Sem favor nenhum. Olha, nada ficas a dever a grandes nomes de nossa literatura gaucha e gauchesca.

Orli Costa nasceu em 1945, em Jaguarão, Rio Grande do Sul e reside em Porto Alegre desde 1971. É militar aposentado, tendo prestado serviços ao Exército Brasileiro durante 28 anos. Cursou Desenho Artístico e Publicitário na antiga END (Escola Nacional de Desenho), de Porto Alegre. É fotógrafo e cinegrafista, havendo trabalhado na área durante 20 anos. Frequentou Oficinas de Contos ministradas por Alcy Cheuiche e por Luiz Augusto Fischer, sobre Simões Lopes Neto e a Gauchesca. Tem como parâmetro inicial de sua criação literária os mestres Josué Guimarães e Luiz Antonio de Assis Brasil, mas já há bastante tempo tem buscado sua própria identidade criadora. Em 2008 publicou seu primeiro livro, o romance-histórico, chamado Entre o ódio e a paixão – Revelações. A presente publicação é seu primeiro livro de contos. Orli Costa é um grande contador de histórias. E aí vai um grande elogio, pois o imorredouro Erico Verissimo também assim gostava de ser identificado. Os dois têm em comum o domínio da palavra. Mais, da criatividade literária. Pois neste seu segundo livro publicado aprimora e amplia as qualidades anteriores apresentadas em Entre o ódio e a paixão – Revelações, de 2008. A caminhar longe se começa por caminhar perto, e a escrever bem se aprende pelo exercício contínuo, desde que o escritor, a exemplo de Orli Costa, seja um predestinado das letras. O autor tematiza sobre os chamados “Irmãozinhos fuzilados,” histórias terríveis; e sobre teu detetive para lá de folgado, arriscando o pelo, mas tudo muito bem narrado e com uma maneira especial de contar as histórias todas. Tens um talento raro de nos carregar com tua narrativa. O Sátiro e a ninfeta, nos alerta que somos todos mortais. E pecadores, por cima. Mas pecados naturais, humanos, e bons, ora! Bem, então Fumando Espero… mas espero que demore o fim do livro, por que todo seu desenrolar é uma magia só. E o melhor, nem precisa se ser gente da fronteira para nos sentirmos em casa nessa leitura. Que coisa! Por fim, Crime na esquila até música nos traz à mente: “Quando é tempo de tosquia já clareia o dia…), um luxo esse teu conto. Bem a propósito vem a encerrar o livro. Curiosamente, parece não haver nada parecido ou algo que ligue tua literatura aos Cem anos de solidão do grande Gabriel Garcia Marquez, mas que o livro dele e o teu tem pontos de contato, a tem. E esse é o maior elogio que posso fazer ao escritor e amigo Orli. Sem favor nenhum. Olha, nada ficas a dever a grandes nomes de nossa literatura gaucha e gauchesca.

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Orli Costa - Lendas de Fronteiras

“Em Lendas de Fronteiras busco viajar por infinitas fronteiras, que tanto podem ser geográficas ou imaginárias, passando por fatos e situações da infância e do dia-a-dia, ficcionais ou não.” Estas são palavras com que o reconhecido poeta e prosador Orli Costa nos define sua obra em dois dedos de prosa. Eu diria mais: Este volume nos conduz aos limites possíveis que separam (ou unem?) realidade e ficção. O menino nascido nos confins dos campos gaúchos ouve, incrédulo, falar em lugares onde existem casas postas em cima de casas, cheias de gentes. Pura ficção ao garotinho quando chega à cidade, onde vai tornar-se homem. E escritor. Os personagens que fronteiram entre si, pele a pele nestes contos não são “mundanos” por perversos, mas por tangerem a cada página o que é sonho e o que é realidade. Seja no guri perscrutando o coração das ruas e das gentes da cidade; o marido trocando suores fora de casa; o homem apaixonado que vê a amada tornar-se árvore e suas consequências. A narrativa, ah a narrativa com que o leitor é encantado por estas lendas, contos e poemas fronteiriços, fosse um churrasco, seria um banquete a ser saboreado de joelhos. Em não sendo, leia-o como a uma oração. Fervorosamente. Rossyr Berny Editor

Orli Costa nasceu em 1945, em Jaguarão, Rio Grande do Sul e reside em Porto Alegre desde 1971. É militar aposentado, tendo prestado serviços ao Exército Brasileiro durante 28 anos. Cursou Desenho Artístico e Publicitário na antiga END (Escola Nacional de Desenho), de Porto Alegre. É fotógrafo e cinegrafista, havendo trabalhado na área durante 20 anos. Frequentou Oficinas de Contos ministradas por Alcy Cheuiche e por Luiz Augusto Fischer, sobre Simões Lopes Neto e a Gauchesca. Tem como parâmetro inicial de sua criação literária os mestres Josué Guimarães e Luiz Antonio de Assis Brasil, mas já há bastante tempo tem buscado sua própria identidade criadora. Em 2008 publicou seu primeiro livro, o romance-histórico, chamado Entre o ódio e a paixão – Revelações. A presente publicação é seu primeiro livro de contos. Orli Costa é um grande contador de histórias. E aí vai um grande elogio, pois o imorredouro Erico Verissimo também assim gostava de ser identificado. Os dois têm em comum o domínio da palavra. Mais, da criatividade literária. Pois neste seu segundo livro publicado aprimora e amplia as qualidades anteriores apresentadas em Entre o ódio e a paixão – Revelações, de 2008. A caminhar longe se começa por caminhar perto, e a escrever bem se aprende pelo exercício contínuo, desde que o escritor, a exemplo de Orli Costa, seja um predestinado das letras. O autor tematiza sobre os chamados “Irmãozinhos fuzilados,” histórias terríveis; e sobre teu detetive para lá de folgado, arriscando o pelo, mas tudo muito bem narrado e com uma maneira especial de contar as histórias todas. Tens um talento raro de nos carregar com tua narrativa. O Sátiro e a ninfeta, nos alerta que somos todos mortais. E pecadores, por cima. Mas pecados naturais, humanos, e bons, ora! Bem, então Fumando Espero… mas espero que demore o fim do livro, por que todo seu desenrolar é uma magia só. E o melhor, nem precisa se ser gente da fronteira para nos sentirmos em casa nessa leitura. Que coisa! Por fim, Crime na esquila até música nos traz à mente: “Quando é tempo de tosquia já clareia o dia…), um luxo esse teu conto. Bem a propósito vem a encerrar o livro. Curiosamente, parece não haver nada parecido ou algo que ligue tua literatura aos Cem anos de solidão do grande Gabriel Garcia Marquez, mas que o livro dele e o teu tem pontos de contato, a tem. E esse é o maior elogio que posso fazer ao escritor e amigo Orli. Sem favor nenhum. Olha, nada ficas a dever a grandes nomes de nossa literatura gaucha e gauchesca.

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Oscar Bessi Filho - O silêncio mais profundo

O silêncio mais profundo é uma narrativa surpreendente. A começar pelo domínio técnico do autor, capaz de construir a história a partir do tempo presente, abrindo-a pouco a pouco em direção a sucessivas ondas de passado […]. Estas evocações contínuas mescladas à situação dramática nuclear – um tenso ataque a um banco de pequena cidade do interior, realizado por quadrilha de malfeitores – confere ao romance (ou à novela) a crispação e a atmosfera de suspense raramente encontrada na ficção sulista. Li a novela de uma única assentada, o maior elogio que se pode fazer a qualquer narrativa longa. Tenho certeza de que os leitores concordarão comigo. Sergius Gonzaga

Oscar Bessi Filho nasceu em Porto Alegre, em 1970, mas reside em Montenegro. Publicou vários livros, entre eles “O Outro lado do Caleidoscópio” e “Um Caminho no Meio das Pedras”. É colunista dos jornais Correio do Povo, Ibiá e Folha de São Borja. Prêmio Augusto Meyer de Poesia (1998) e Troféu Palavra de Autor no Habitasul Revelação Literária (2005). Patrono da Feira do Livro de São Sebastião do Caí em 2011 e de várias feiras escolares pelo Brasil, em 2014 recebeu a condecoração Mérito Caiense, do Prefeito Darci Lauermann e, pelo voto popular, o Prêmio Profissional do Ano, categoria Escritor, do Jornal Ibiá em Montenegro. Militante de causas sociais e da luta contra as drogas e a violência, ingressou na Brigada Militar em fevereiro de 1990, servindo em Porto Alegre, Alvorada, Canoas, Estrela, Montenegro e Caí. Foi vice-presidente (2008/09) e Diretor de Comunicação (2012/13/14/15) da Associação Gaúcha de Escritores (AGES). Ocupa a cadeira nº 13 da Academia Montenegrina de Letras (AML).

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Ozilia da Silva Bonatto - Sem fronteiras

Uma história do mais absoluto encantamento é o que se pode afirmar após a leitura de Sem Fronteiras. E não apenas encantamento infantil – Ozilia da Silva Bonatto tem o dom e os dotes de igualmente fazer com que os leitores adultos comovam-se e emocionem-se a cada página – todas belamente acompanhadas de significativas ilustrações, além das fotos que enriquecem a história. Aqui temos todos os componentes e os requisitos para um marcante livro, a começar pelo texto. Então delicie-se com cada lição de vida. Para crianças de todas as idades. Rossyr Berny – Editor
Ozilia da Silva Bonatto nasceu em 2 de maio de 1961, no município de Caiçara, Distrito Ipuaçú, linha Pescoço, Interior do Rio Grande do Sul. Seu livro, seu sonho, escreve em letras palito, coloridos com desenhos e fotos. Afora seus empreendimentos literários, a escritora possui outros voos a alçar, com o ela mesmo explica: Tenho teses, projetos de leis onde pretendo fazer um movimento a nível mundial e lançar a ideia de uma invenção fantástica que, no momento não devo comentar, mas, uma vez desenvolvido, será de impacto mundial.

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