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Pablo Gabriel Ribeiro Danielli - Quando caem as flores no outono

As flores que caem no outono de Pablo Gabriel Ribeiro Danielli deveriam cair como estágio de vida, mas também buscam multiplicar-se em cores o ano inteiro. Como a Poesia, o propósito de renovação somente os poetas têm a exata medida. E ao longo da obra desnudam-se 91 poemas em prosa e verso, tematizados em vários prismas, eivados de sentimentos bons, como, enfim, deve ser o propósito humano. Muito mais vertido do Poeta. E temos ótimos exemplos onde a arte poética se concretiza plenamente: O amor ressurgiu novamente / Saiu de minha boca, através de minhas palavras, / Servindo de presente, encantando gente. / Ouvidos por vezes, ao longe, por poucos, / Sentido de perto por muitos. // Apreciados por raros e guardados em potes de barro, / Para ser usado nos raros dias de alegria. (Potes de barro, pág. 22) Consciente de seu tempo, o poeta comprometido toma posição em favor da justiça social, convencido de que com a crítica se chega a bom termo: Seria uma honra / Ver o povo sorrindo, / Cantando e dançando. / Pelas ruas gritando / Versos declamando, / A engrenagem do país funcionando. / Selos postais de um país / Com algo a mais além do carnaval, / Morro e feijoada. (Honras de Estado, pág. 50). Pablo Gabriel bem encerra a filosofia de sua obra quando nos ensina: Não pedi para estar aqui / Mas e daí, quem pediu? / Já que aqui se está, / Resta fazer o sol clarear. (Corpo presente, pág. 72) Rossyr Berny – Editor

Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos. Dai por diante, tudo foi natural e aquela tinta que ficou impregnada em seu sangue, encontrou a imaginação de um guri que sonhava acordado, não deu outra, versos e histórias surgiam sem parar. Assim o minuano se encarregou de espalhar pelo descampado esse mundo imaginário, tomando forma ao encontrar ouvidos e olhos das mais diferentes pessoas.

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Paulo F. S. Barbosa - As Boas Novas da Regeneração

Aqueles que lerem cada Mensagem deste livro o farão com os sentimentos que brotam do que foi escrito.

Tudo passando pelo filtro dos seus pensamentos e das suas razões.

Quando lerem novamente o farão com o filtro dos próprios sentimentos aquecidos por suas razões espirituais.

Oremos ao Pai para que isto aconteça e cada um encontre em si a Verdade do que está lendo.

Assim o fazendo estará tendo um encontro muito gratificante com o Amor.

Ao encontrar a razão do seu existir, terá a Felicidade do Amanhã se delineando na Certeza do hoje.

(Comentário dos Caminheiros)

Paulo Fernando da Silva Barbosa, natural de Santa Rosa, nasceu em 24/01/1944. 
Lecionou Física e Matemática. Petroleiro de Coração, agora Orientador da Doutrina do Amor (Espírita).

Com a publicação da trilogia A DOUTRINA DO AMOR, o escritor PAULO F. S. BARBOSA oferece a todos que seguem – e aos que não conhecem – os ensinamentos da Doutrina Espírita um rico material para o enriquecimento humano através dos ensinamentos de Jesus. As publicações foram bem recebidas quando o autor, a convite da Editora Alcance, autografou na Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, em setembro de 2015. E o sucesso repetiu-se na Feira do Livro de Porto Alegre. Acompanhe a merecida repercussão de tão importante trilogia no país.

Em 2019 autor lança uma nova edição dos seus livros, agora em e-book, ou seja, um livro digital com o título de As Boas Novas da Regeneração. Junto com a Editora Alcance, o livro foi lançado e está disponível nas principais lojas virtuais, assim ficando mais fácil aos leitores adquirir sua obra.

 

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Paulo Inocenti - Cemo Tudo Grosso

A primeira vista deparamos com um título agressivo. Cemo Tudo Grosso deixa entrever intencionalmente a sigla CTG, Centro de Tradições Gaúchas e assim adeptos, ou não do Tradicionalismo sentimos certo desconforto. Ao mergulhar no livro percebemos que foi apenas uma forma intencional de chamar a atenção para a obra e ofertar o seu deslumbrante conteúdo aos olhos intrigados do curioso leitor. Cemo Tudo Grosso é apenas o título de uma das crônicas do livro. Esta como as outras crônicas são encaixadas uma a uma num maravilhoso mosaico sobre nossa cultura. Um conjunto de peças aparentemente independentes arquitetadas de forma que seus conteúdos se justapõem numa mensagem única. Os fenômenos temporais e espaciais das crônicas servem de pano-de-fundo para reflexões contextualizadas sobre nossa cultura. Todos nós nos veremos ali em uma, ou outra crônica. Algumas parecem escritas por nós mesmos, ou sobre nossas vidas. Envolvimento, cumplicidade, identidade, vastidão e profundidade são os sentimentos que naturalmente brotam. Todos nós nos encontraremos ali de uma forma ou outra, incomodados, rindo, refletindo e ou provocados a uma prosa posterior. No fundo a obra toda é um valorar constante da nossa cultura. Crônica por crônica, um tecer da alma gaúcha. Rossyr – Editor

A paixão pelo homem sulcou seu caminho fundindo vida pessoal e vida profissional. Uma atração congênita pelo humano absorvendo sentimentos, percepções e reflexões numa formação mosaica nas diversas áreas humanas, precoce e autodidata, complementada nas suas formações acadêmicas. A Escola eleita como o ponto de convergência e partida desta formação integral humana. Onde tudo que diz respeito ao humano, diz respeito á Educação tornando-se conteúdo escolar. Nesta direção: Criou a Educação Integral, promoveu a Ludopedagogia, Psicomotricidade e Corporeidade; Buscou formação autodidata em Filosofia e Antropologia; Formou-se em Educação Física, especializou-se em Educação infantil, doutorando-se em Psicologia; Ministrou mais de quatro mil conferencias em três décadas de trabalho por todo território nacional, num leque de temas promotores da formação integral; Outras três décadas de palestras para pais; Entre seus projetos trabalhou no Circo do Povo, construiu uma fabrica de brinquedo e um museu itinerante do brinquedo folclórico; Professor universitário; Escreveu inúmeras obras na área da Educação Integral; Motivação, auto-ajuda e qualidade de vida; entre outras realizações. Esta obra reflete todo este contexto, permeando e testemunhando todo o lado antropológico cultural deste seu caminhar. Escritor, Conferencista e Educador Paulo Inocenti.

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PAULO KRONBAUER - VINHOS FINOS – Gostos, estilos de vida e sociabilidade no consumo coletivo no Rio Grande do Sul.

O hábito de beber vinho é milenar, já que a bebida transcende os tempos. Mas bebê-lo e degustá-lo em pequenos ou grandes grupos sociais é uma característica da sociedade moderna. As confrarias de enófilos e enófilas, em encontros periódicos, promovem a sociabilidade por meio da comensalidade. Os jantares harmonizados que se disseminaram em clubes sociais e até nas residências, vêm se tornando um ato social de rico significado sociológico. No decorrer do curso de mestrado em Ciências Sociais, o autor realizou pesquisa etnometodológica em algumas confrarias a que teve acesso e participou como “observador participante” e o resultado está nas páginas desta obra. Percebe-se que os vinhos finos foram o principal vetor do estudo, destacando o comportamento social dos apreciadores, ficando em plano de destaque o “beber virtuoso”, contrário ao “beber vicioso”. A busca constante de novos conhecimentos acerca do tema tem levado os indivíduos pesquisados a viajar e participar de palestras e eventos relacionados a vinhos finos, tornando-se um hobby para muitos deles. É uma realização pessoal do autor, considerado um estudioso na área enológica, há mais de 30 anos, que culminou neste trabalho acadêmico. Rossyr Berny – Editor

ascido em Cruzeiro do Sul (RS), em 12 de junho de 1947. Graduado em Ciências Contábeis pela PUCRS, pós-graduado em Gestão Fazendária (2004), em 2012 concluiu mestrado em Ciências Sociais, com ênfase na Antropologia, pela PUCRS. Foi militar por cinco anos, formado no CPOR-PA, atuou em empresas privadas e em 2010 aposentou-se como Agente Fiscal do Tesouro do Estado, cargo que exerceu por 31 anos. O lançamento da obra VINHOS FINOS – gostos, estilos de vida e sociabilidade no consumo coletivo no Rio Grande do Sul, é o coroamento de um projeto pessoal, para quem desde cedo aprecia “um bom vinho”.

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Paulo Monti - Tempos de Vento

Tempos de ventos, em edição bilíngue, dá a exata medida da abrangência poética de Paulo Monti. Privilegiado por inúmeros leitores latino-americanos, brinda-nos a todos com tradução ao Espanhol de seus poemas. Merecidamente, pois foi homenageado em Buenos Aires pelo lançamento de seu livro anterior Poema no ar/Poema em el aire e igualmente, em 2010, conquista láureas em concursos literários como o do Projeto aBrace, do Uruguai. Fortemente a figura feminina marca a obra, sempre presente, mesmo quando a inspiração do poeta transborda para cantar as ruas de seu bairro, a gente de sua cidade e outras culturas de fala espanhola. Sem deixar de rememorar sua interiorana cidade de Itaqui, escreve, orgulhoso: Quero poder rever meu pago / dar paz aos meus fantasmas. Daí viaja ao Planalto Central onde, por vários anos, semeou seus passos inspirados na capital brasileira e colheu poemas de forte beleza. Enfim, este é Paulo Monti, poeta que faz do verso sua missão de vida. E dá vida aos seus sonhos e lutas através de livros, iguais a este contundente Tempos de ventos.

Tempos de ventos, em edição bilíngue, dá a exata medida da abrangência poética de Paulo Monti. Privilegiado por inúmeros leitores latino-americanos, brinda-nos a todos com tradução ao Espanhol de seus poemas. Merecidamente, pois foi homenageado em Buenos Aires pelo lançamento de seu livro anterior Poema no ar/Poema em el aire e igualmente, em 2010, conquista láureas em concursos literários como o do Projeto aBrace, do Uruguai. Fortemente a figura feminina marca a obra, sempre presente, mesmo quando a inspiração do poeta transborda para cantar as ruas de seu bairro, a gente de sua cidade e outras culturas de fala espanhola. Sem deixar de rememorar sua interiorana cidade de Itaqui, escreve, orgulhoso: Quero poder rever meu pago / dar paz aos meus fantasmas. Daí viaja ao Planalto Central onde, por vários anos, semeou seus passos inspirados na capital brasileira e colheu poemas de forte beleza. Enfim, este é Paulo Monti, poeta que faz do verso sua missão de vida. E dá vida aos seus sonhos e lutas através de livros, iguais a este contundente Tempos de ventos.

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Paulo Motta - A dieta do sexo

Há quase 150 anos o problema da obesidade tomava corpo. Pelo menos é o tema da primeira publicação do ramo, em Londres. De lá para cá uma infinidade de livros – muitos sérios e alguns prometendo impossíveis milagres de dietas – tem abarrotado as livrarias. Mas eis que nos deparamos com o presente volume do Dr. Paulo Motta que difere em muito das publicações estritamente comerciais. Por isso A dieta do sexo nos traz uma nova abordagem, e séria, sobre o tema. E por que não dizer, prazerosa? Dr. Paulo é ortopedista de formação, há décadas empenhando-se em levar conforto e saúde a seus pacientes. Mas sempre via sua vontade, e a do paciente, enfrentarem o problema do sobrepeso. Isso dificultava em muito o empenho de cura das patologias. E nesta caminhada encontrou ótimas soluções para minimizar o problema de sobrepeso de seus pacientes. E com A dieta do sexo deseja disponibilizar ao grande público estas soluções. E como ele mesmo afirma: “…não vamos falar sobre milagres, mas sobre Ciência. Não existem soluções mágicas. Quanto mais cedo você se convencer disto, mais cedo poderá baixar de peso e manter um equilíbrio definitivo em seu organismo.” O autor aborda o problema desde as origens da culpa pela obesidade até a realidade atual, mostrando soluções sérias e eficientes, sempre sob o olhar da Ciência. E do sexo, por que não?!. Boa mesa, bom proveito!

Paulo Motta é médico formado pela Fundação Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre, em 1977. É especialista em Ortopedia e em Medicina Antiaging; a primeira, com formação na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre e, a segunda, com formação pela Faculdade John Kennedy, de Buenos Aires. É também diretor médico da Clínica Nuovavita e vem desenvolvendo palestras nos mais diversos congressos. Para escrever a presente obra dedicou vários anos de sua vida, sempre com uma visão séria, científica, fugindo das soluções fáceis. Devido à repercussão favorável de seu trabalho no campo da obesidade e suas soluções, aceitou convites para apresentar programas de televisão sobre o assunto. A Dieta do sexo é o primeiro livro de vários outros sobre o assunto tão preocupante a nível mundial.

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Paulo Roberto Machado da Silveira - Heusô - Demônios Cotidianos

Paulo Silveira, talentoso contista, nos apresenta HEUSÔ – Demônios cotidianos, uma publicação de gala. Este é seu livro de estreia, mas já veterano na difícil arte de bem escrever. Antigo articulista de importantes jornais da região do Vale dos Sinos. Graças a isso temos em mãos um romance de leitura obrigatória, tal a qualidade com que foi escrito. Maestria, arrojo, ousadia. Cada capítulo dos 37 que se vai somando ao livro é uma nova peça da máquina perfeita que se mostra ao final da construção. Realiza com muita talento, seja na exposição das ideias quanto na inventiva do vocabulário, arrojando em neologismos para doar à literatura o que de mais caro lhe é: a criatividade. HEUSÔ – Demônios cotidianos, é uma aventura que nos apresenta uma heroína singular que vive momentos turbulentos que nos mantêm interessados no transcorrer da narrativa, juntamente com vários personagens que dão vida à imperdível história de Paulo Silveira. É ler para crer.
Paulo Roberto Machado da Silveira é natural da agitada capital porto-alegrense, mas há muito mora na tranquila e bela São Sebastião do Caí, região metropolitana. É aposentado da Caixa Econômica Federal. Cursou Ciências Econômicas na UNISINOS e vários outros cursos, na área administrativa, na Univer-sidade SEBRAE de Negócios. Por muito tempo foi colunista do jornal Vale dos Sinos e da revista Rua Grande, ambos de São Leopoldo, também tendo colaborado para o jornal Fato Novo, de São Sebastião do Caí. Publicou vários contos, tendo sido um dos vencedores do concurso de contos de âmbito nacional “O Folclore da Caixa”, participando do livro que levou o mesmo título. Também tem alguns contos publicados no jornal “João de Barro”, da CEF. HEUSÔ – Demônios cotidianos é sua primeira obra individual. Muito bem-vinda.

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Paulo Silveira - Touros, homens e ossos

Como alguém já definiu, o conto é a arte das três unidades: unidade de assunto, unidade de pessoa, unidade de tempo. Daí sua simplicidade. Daí seu desafio para quem se atreve a trabalhá-lo. A simplicidade, entenda-se, não é mais do que aparência, porquanto na verdade as exigências que ele apresenta para garantir um bom resultado não são pequenas e, muito menos, singelas. Um conto sustenta-se da novidade que provoca no leitor (ouvinte) aquele gosto de algo ainda não provado, de algo desco-nhecido, mas que o satisfaz e o predispõe a ampliar e aprofundar a prova, para certificar-se de que não foi iludido, de que não foi enganado, talvez por estar distraído. Paulo Silveira, neste Touro, homens e ossos e outros contos abusados que o leitor tem em mãos consegue as proezas que se exigem de um bom contista: seus textos têm unidade de assunto, de pessoa e de tempo, mesmo quando o leitor se defronta com personagens que aparecem em narrativas diferentes, notando facilmente que o assunto é diverso, como diverso é o tempo. No decorrer das narrativas o narrador vai descortinando facetas de figuras cuja sensação que nos transmite é de tê-las visto em algum momento de nossas vidas. Um grande ganho para a qualidade do livro. José Édil Alves Ensaísta e Crítico Literário

Paulo Roberto Machado da Silveira é natural da agitada capital porto-alegrense, mas há muito mora na tranquila e bela São Sebastião do Caí, região metropolitana. É aposentado da Caixa Econômica Federal. Cursou Ciências Econômicas na UNISINOS e vários outros cursos, na área administrativa, na Universidade SEBRAE de Negócios. Por muito tempo foi colunista do jornal Vale dos Sinos e da revista Rua Grande, ambos de São Leopoldo, também tendo colaborado para o jornal Fato Novo, de São Sebastião do Caí. Publicou vários contos, tendo sido um dos vencedores do concurso de contos de âmbito nacional “O Folclore da Caixa”, participando do livro que levou o mesmo título. Também tem alguns contos publicados no jornal “João de Barro”, da CEF.

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Pedro Stiehl - Era uma vez em dezembro

Em Pedro Stiehl encontramos duas importantes singularidades: A primeira é a abrangência de sua palavra, de seu verbo, seja na literatura infanto-juvenil, no livro Vida fora da gangue; na poesia, em Breviário profano e O livro das fraquezas humanas; no romance, em Bárbaros no paraíso; e contos, em Rapsódia em Berlim – e a singularidade maior: o talento marcante em cada um destes gêneros. Algo tão raro quanto uma voz ser perfeita em todos os ritmos.

Pedro Stiehl é natural de Montenegro RS. Foi finalista do Prêmio Açorianos de 2004 com o livro Bárbaros no Paraíso. Publicou a novela infanto-juvenil Vida fora da gangue (WS, 2000), Breviário Profano (Poemas, IEL, 2000), Bárbaros no Paraíso (Romance, WS, 2003), Rapsódia em Berlim (Contos, AGE, 2006) e O livro das fraquezas humanas (Poemas, Casa Verde, 2010)

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Pio Furtado - Neoplasia - O homem e o peso da sua sombra

Santino Santim é um contador de classe média com a vida estabilizada depois de ter passado por necessidades e sacrifícios. Certo dia, perto da aposentadoria, descobre estar com câncer. Passado o susto inicial do diagnóstico, tentando manter a serenidade para enfrentar a doença, começa a reviver toda a sua trajetória desde o nascimento. Junto à sua inseparável Valderez, na medida em que se sucedem os tratamentos, incluindo cirurgias, quimioterapias e radioterapias, bem como as suas complicações, e na convivência com outros pacientes vítimas do mesmo mal, um dos piores flagelos do século, vai fazendo uma retrospectiva de tudo que viveu, reavaliando e ponderando sobre as suas atitudes, como se passasse a limpo o rascunho da sua vida.

José Pio Rodrigues Furtado é natural de Porto Alegre, nasceu em 1955. É escritor, médico, Cirurgião Oncológico, formado pela antiga Faculdade Federal de Ciências Médicas, hoje Faculdade de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Na medicina tem inúmeros trabalhos apresentados e publi-cados em diversas revistas cienti-ficas. Teve intensa participação e militância nas entidades médicas do estado do Rio Grande do Sul; sempre envolvido com o ensino e o academicismo. Durante 25 anos foi professor de Anatomia Humana e atualmente continua como preceptor das residências em Cirurgia do Trauma, no Hospital Cristo Redentor/GHC e Cirurgia Oncológica da Santa Casa de Porto Alegre, onde também opera há mais de 20 anos.

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Pio Furtado - O Derradeiro Bandeirante

José Pio Rodrigues Furtado é natural de Porto Alegre, nasceu em 1955. É escritor, médico, Cirurgião Oncológico, formado pela antiga Faculdade Federal de Ciências Médicas, hoje Faculdade de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Na medicina tem inúmeros trabalhos apresentados e publi-cados em diversas revistas cienti-ficas. Teve intensa participação e militância nas entidades médicas do estado do Rio Grande do Sul; sempre envolvido com o ensino e o academicismo. Durante 25 anos foi professor de Anatomia Humana e atualmente continua como preceptor das residências em Cirurgia do Trauma, no Hospital Cristo Redentor/GHC e Cirurgia Oncológica da Santa Casa de Porto Alegre, onde também opera há mais de 20 anos.

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Pio Furtado - Anatomia de um certo cirurgião

Se já no seu primeiro romance publicado, Neoplasia – O homem e o peso de sua sombra, Pio Furtado demonstrava sua aptidão para a narrativa longa, oferecendo ao leitor a oportunidade de surpreender-se com o pungente relato em primeira pessoa de um cidadão que se depara com a dura realidade de saber-se vítima deste legítimo mal do século, corporificado no câncer, e que, com apreciável dignidade, não apenas enfrenta a terrível doença e os tratamentos prescritos por competentes médicos, como é capaz de manifestar certa alegria de viver e enorme serenidade, ao registrar o modo de enfrentar as adversidades, assim como o de desfrutar os momentos amenos junto às pessoas amadas e àqueles que, de alguma forma, são capazes de solidariedade nas horas mais aflitivas, com este Anatomia de um certo cirurgião, o autor demonstra sua afirmação e maturidade na arte de narrar. De fato, como romance que ora o leitor tem em mãos, ao abordar assuntos relacionados à formação e desempenho profissional do médico, tendo por norte os princípios deontológicos de que não pode abdicar, sob pena de trair a essência mesma do verdadeiro espírito norteador do ser médico, Pio Furtado inscreve seu nome na galeria dos excelentes romancistas que o RS tem oferecido às letras brasileiras. Rossyr Berny Editor

José Pio Rodrigues Furtado é natural de Porto Alegre, nasceu em 1955. É escritor, médico, Cirurgião Oncológico, formado pela antiga Faculdade Federal de Ciências Médicas, hoje Faculdade de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Na medicina tem inúmeros trabalhos apresentados e publi-cados em diversas revistas cienti-ficas. Teve intensa participação e militância nas entidades médicas do estado do Rio Grande do Sul; sempre envolvido com o ensino e o academicismo. Durante 25 anos foi professor de Anatomia Humana e atualmente continua como preceptor das residências em Cirurgia do Trauma, no Hospital Cristo Redentor/GHC e Cirurgia Oncológica da Santa Casa de Porto Alegre, onde também opera há mais de 20 anos.

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Pio Furtado - Vilipêndio

Um ex-oficial da Força Expedicionária Brasileira – FEB, cuja carreira militar se prenunciava verticalmente exitosa, ao final da segunda guerra mundial, depois de passar por uma Corte Marcial, resta perdido no norte da Itália, envolvido numa estranhíssima e ultrassecreta missão que, concluída com sucesso, poderá significar a sua redenção. Numa pacata cida-dezinha que ressurge, no pós-guerra, tentando, aos poucos, retomar a sua trajetória liber-tando-se dos horrores do con-flito, mas dividida entre a nobreza decadente e a popu-lação mais pobre, ordeira e trabalhadora, no cumprimento das suas ordens, acaba por descobrir grandes segredos que podem abalar a respeitabi-lidade de muitos dos seus próceres e respeitabilíssimos cidadãos.
José Pio Rodrigues Furtado, autor dos romances: Neoplasia: O homem e o peso da sua sombra e Anatomia de um certo cirurgião, é médico, cirurgião oncológico, professor e escritor. Formou-se em 1983 pela antiga Faculdade Federal de Ciências Médicas, hoje Faculdade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Na medicina tem inúmeros trabalhos apresentados e publicados em diversas revistas científicas nacionais e interna-cionais. Teve intensa participação e militância nas entidades médicas do Rio Grande do Sul, sempre na defesa dos anseios da categoria.
Durante 30 anos foi professor de Anatomia Humana e atualmente continua como preceptor das residências em Cirurgia do Trauma, no Hospital Cristo Redentor/GHC e Cirurgia Onco-lógica da Santa Casa de Porto Alegre, onde também opera há mais de três décadas.

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Pióca Salgado - Reflexo no espelho - Art. 1º da constituição do Reino do Pai

Sabe-se que uma das primeiras necessidades humanas foi a crença em algo maior, bondosa e justa, ainda que nem sempre clara ou palpável. Pois a fé ao longo dos tempos tem sido o grande suporte da humanidade, algo capaz de somar-se a nós como uma saída aos dramas cotidianos. Pois Pioca Salgado – Advogada, escritora, tendo já publicado Todos Somos Herdeiros do Pai – vem buscando explicar, a partir de profundos estudos bíblicos o desvelamento do que não está na superfície das palavras e ao entendimento fácil ao leigo, ao principiante. Ela mesma explica em Reflexo no espelho – Art. 1º da Constituição do Reino do Pai: “me surpreendi ao perceber que o movimento de resgate dos príncipes herdeiros do reino era um movimento nacional (Filipenses, 2,2). Assim como o Espírito Santo de Deus havia falado comigo em Osório sobre este tema, em várias partes do Brasil havia levantado mulheres e homens guerreiros e fortes que também estavam se mobilizando para levar a mesma ideia.” A leitura do sumário e os rodapés esclarecedores nos levam ao entendimento maior de que estamos diante do espelho e precisamos nos conhecer melhor. Sermos melhores em todos os artigos da Constituição do Reino de Deus.

Maria Vicencia Barbosa Salgado, conhecida por Pioca, nasceu em Osório, filha de Elmarino da Silva Barbosa e Maria Delurdes

da Silveira Barbosa (falecidos), é a última de 7 irmãos.

Formou-se em Estudos Sociais pela Faculdade de Ciências e letras de

Osório (FACOS), e em Direito pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA).

Foi professora, serventuária da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul aposentada, e hoje é advogada.

Casada com Gilmar Nunes Salgado, é mães de três filhos: Manuela, Eduardo e Vitória.

É cristã, gosta de ler e escrever, sendo a Bíblia Sagrada seu guia de vida.

Em 2009, lançou seu primeiro livro: Todos Somos Herdeiros do Pai, em que correlaciona as questões da fé com a justiça humana.

É pregadora e palestrante em igrejas e escolas, cujo assunto atinge jovens e pais, e onde os temas variam entre: autoestima; fé; direitos individuais e coletivos.

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