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Vanda Maria da Silva de Vargas - O voo da baleia

Poesia a qualquer tempo Máscara, Mas cara! Mascará Mascarará A máscara Mais cara Para mascarar A cara O poema acima abre O voo da baleia, e abre o coração da poeta Vanda Vargas. Poema incisivo, contundente, belo. (A máscara). Livro marcante já anunciado pelo título. Provocante. De outra parte a poeta é a mulher a cantar o amor, doa-se incondicionalmente: (Tu em Nós) Estou aqui ainda Porque tu estás Não poderia viver por tanto tempo Sem tua presença mesmo em outro lugar Nunca estiveste ausente Como poderia ficar uma eternidade se me faltasses Te amo para todo o sempre Sabes que somente posso te dar amor E chegarei ao final também Se não existires mais Qual fênix, a mulher também ergue-se das cinzas desamorosas, sobrevive: (Conquista). Preciso do meu sangue Para lavar a alma das dores Que me causei Preciso para reviver Ser livre, voar céus De outras plagas Como a águia Que no tormento e na dor Se renova a vida E então segue-lhe o curso Existir e viver talvez Em outro mundo Vanda Vargas é o melhor exemplo de que todos os tempos e idades são propícias ao amor e à publicação do primeiro livro. Traz na experiência das décadas todo seu fulgor e brilho de verso bem acabado, singular e marcante.

Vanda Maria da Silva de Vargas é natural de Montenegro/RS, e reside há bastante tempo em Porto Alegre. Nasceu em em 25 de junho de 1948. Foi aspirante das Missionárias dos Pobres da Congregação de São João Calábria em Porto Alegre, como diz: “onde nasceu minha alma.” Antes residiu em Santiago, Ijuí, Santo Cristo Cursou o ginásio no Instituto Santa Luzia e iniciou curso normal na Escola Maria Imaculada. Concluiu o curso em Montenegro na Escola Normal Jacob Renner. Cursei Estudos Sociais na URI, de Santiago; História, em Santa Rosa, na Faculdade Dom Bosco. Interrompi Mestrado em História da Cultura na PUC, Porto Alegre. Pós-graduou-se em Orientação Educacional, na UNIJUÍ. Foi Professora Estadual por 38 anos, uma experiência marcante em sua vida. Sempre foi apaixonada pela alfabetização construtivista e libertadora. Mesmo aposentada é atuante em seu sindicato, o CPERS, por adorar política, por ela significar a magia do bem fazer para todos. Ama música e brinca com violino, com violão e teclado. Confecciona moldes de rostos e suas máscaras. Lê e escreve poemas até a madrugada. O voo da baleia é seu primeiro, de uma série, pois escrever é uma de suas grandes paixões. Igualmente participa da antologia Poetas pela paz e justiça social, ambas publicações pela Editora Alcance.

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Vanessa de Souza Abreu - O Guardião

Uma das riquezas de uma obra literária é a capacidade que ela possui de transportar o leitor para novas dimensões. O Guardião, de Vanessa de Souza Abreu, nos transporta para o cotidiano de duas famílias, cujas realidades são completamente antagônicas. Essa expressiva diferença não impedirá que seus destinos sejam marcados por uma surpreendente coincidência. O que poderia haver em comum entre os distintos mundos de Hinuari e Hinata? Nossas protagonistas serão conduzidas a uma experiência única. Com elas, o leitor também visitará um mundo no qual fantasia e realidade são duas linhas que se cruzam sutil e delicadamente. E seus pontos de interseção revelam sentimentos, valores, dons e capacidades que podem ser reconhecidos desde o mais longínquo dos mundos, até a mais profunda dimensão da alma humana. O Guardião é uma leitura imperdível para leitores que gostam de aventura, de romance, e, principalmente, de novas descobertas. Além de prazerosa, sua leitura nos proporciona momentos inesquecíveis ao lado de personagens ricas em sensibilidade, tradições, coragem e determinação. Cleveri Dantas
Vanessa de Souza Abreu, ainda jovem, tem na escrita uma atividade muito séria em sua vida. O Guardião é seu primeiro livro, mas deseja continuar essa que considera uma missão: escrever. Dentre outras atividades, possui experiência profissional em saúde animal, dedicando zelo àqueles que são mais desprotegidos. De outra parte desenvolve trabalhos de designer gráfico. A criação poética, a música e a pintura, o desenho, a leitura também têm merecida atenção em sua vida – sendo amante dos momentos verdadeiros e simples. Acredita que todo ser humano possa ser a cada dia uma versão melhor de si mesmo.

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Vanessa Hamerski - Refúgio Cristalino

“Um dia, você estará numa cama de hospital e arrepender-se-á amargamente pelo anterior feito. Pensará: por que o fiz, por que não o fiz? Verá que sempre tentou entender a vida, dar algum sentido, de algum modo. Até chegar a um ponto, no seu último suspiro, em que não mais refletirá sobre seu antes, não terá mais ódio de outrem, nem temor algum, não mais tentará dar um porquê a tudo. Nesse estágio, então, é que atingirá a paz em sua máxima plenitude. Pois, nesse exato momento, perceberá a beleza do sentido da vida, que é, justamente, não fazer sentido algum.”
Vanessa Hamerski chegou há pouco na maioridade dos 21 anos. Na poesia, um nascimento, um abrir de olhos para o mundo. Mas eis que ela já surge poeta no primeiro poema de seu primeiro livro Refúgio cristalino. Nasceu no interior do Rio Grande do Sul, em São Martinho e reside desde menina em Porto Alegre, a capital gaúcha pela qual apaixonou-se e não troca por outras capitais que conheceu. Atualmente está cursando o oitavo semestre de Ciências Sociais e Jurídicas na PUCRS. Confessa sentir que estes são os primeiros desabrochares de uma longa vida literária

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Verena Backes - O Cão Astronauta

Autora de livros de poemas e prosa, agora Verena Backes nos brinda com seu novo talento: a literatura infantil.Em Ovatsug – O cão astronauta, primeiro volume de uma série, coloca sua imaginação no mundo sideral, onde seu cãozinho vive histórias interessantes ao visitar com seu grupo de amigos um lugar longinquo e desconhecido. Levam e trazem ensinamentos como lições de preservação da natureza, sustentabilidade e convivência pacífica entre povos e planetas. Rossyr Berny – Editor
Verena Backes faz parte da Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos – ALVALES, da qual foi Presidente, de 2000/2002 e membro do Centro Literário de São Leopoldo. Publicou o livro Primavera em Prosa e Verso – Ed. Alcance, 1999. Participa de mais de 20 coletâneas literárias. Por meio da Ordem da Confraria dos Poetas Brasil, faz parte do Projeto Literário Internacional de Propósito Humanitário, Manifesto à Paz Mundial pela Shan Editores, cuja obra foi remetida para diversos órgãos mundiais como Vaticano, ONU, Unesco, Itamaraty, recebendo o Diploma do Mérito Internacional. Pela mesma editora participa do Projeto Timor Esperança, cujos livros foram levados para o Timor Leste, através de um contingente do Exército Brasileiro, e estão sendo usados em salas de aula. Participa da Antologia de Poesias, contos e Crônicas Scortecci de São Paulo (1999). Escreve para revistas e jornais de Novo Hamburgo, Porto Alegre e São Leopoldo. Foi secretária da União Brasileira de Escritores – UBE. É delegada da ALPAS XXI, de Cruz Alta para Novo Hamburgo e Região, através da qual recebeu o diploma de ativista cultural. Prevê para seu livro em lançamento, Ovatsug – O cão astronauta – uma continuidade de seis volumes.

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Vitor Hugo Berenhauser de Aguiar e Mariana de Aguiar Scherer - Karup: O planeta que não resistiu

O livro infantil ‘Karup” nasceu do amor entre um avô (no Brasil – escrevendo) e sua neta (nos Estados Unidos – fazendo as ilustrações). Mesmo distantes, nos contatos por e-mail e skype, o livro foi criando forma. É um texto surpreendente, pois mostra às crianças como proteger o planeta contra a destruição causada pela poluição. Alcir Nicolau Pereira
Mariana nasceu em Porto Alegre e, com apenas dois meses, foi morar nos Estados Unidos, com o pai e a mãe. Lá moraram durante sete anos. Mariana aprendeu a falar Português e Inglês como línguas natas; e sempre gostou de desenhar. Ao contrário de muitos livros, onde as ilustrações são feitas depois da sua criação, Karup foi inspirado nos desenhos da Mariana. Numa das viagens para visitá-los, os avós, Vitor Hugo e Meigam, viram os desenhos e se apaixonaram pelos bonequinhos criados por Mariana. A partir daí, vovô Vitor e Mariana começaram a trocar idéias por telefone, email e Skype. Assim a história começou a nascer e Mariana foi criando outras ilustrações à medida que o livro era escrito. Nesta época a menina tinha apenas seis aninhos. Mariana voltou para o Brasil em 2009 e já está bem adaptada à nova vida. Está na sétima série do Ensino Fundamental no Colégio Leonardo Da Vinci e frequentou em 2011 a escola de artes da AACDE – Associação dos Amigos do Centro de Desenvolvimento da Expressão de Porto Alegre. Vitor Hugo é avô de Mariana, com formação em Engenharia Civil, mas atuou durante 38 anos na área da Informática como Analista de Sistemas, sempre dando ênfase ao trabalho junto às pessoas e equipes. Nas horas vagas, há muitos anos tem se dedicado a escrever contos e crônicas. Esta é a sua primeira experiência em histórias infantis.

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